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Fortaleza Esporte Clube
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"Merecíamos um resultado melhor", diz Rogério Ceni após derrota para São Paulo

O Fortaleza perdeu para o São Paulo por 1 a 0 no estádio do Morumbi e segue sem pontuar no Brasileirão 2020

Gabriel Lopes
22:49 | 13/08/2020
Rogério Ceni, treinador do Fortaleza (Foto: Reprodução/Leão TV)
Rogério Ceni, treinador do Fortaleza (Foto: Reprodução/Leão TV)

Pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro, o Fortaleza saiu derrotado de campo para o São Paulo, por 1 a 0. Apesar de não ter pontuado, o treinador Rogério Ceni ficou contente com o desempenho do Leão e disse, em entrevista coletiva, que o clube cearense merecia resultado melhor na partida.

“Merecíamos no mínimo um empate. Jogamos contra um grande time, que tem característica de jogo como a nossa, com saída de jogo. São times que trabalham bem a bola. Se a gente jogar dessa maneira, mantiver esse nível de jogo e os jogadores conseguirem se recuperar para domingo e quarta, já é um campeonato mais na nossa realidade, contra Botafogo e Goiás, como foi ano passado, quando eles brigaram com a gente, posição a posição. Precisamos jogar bem e conseguir pontos, porque senão a situação no final do campeonato fica complicada”, ressaltou.

Ceni também comentou sobre a questão de contratações para o Fortaleza e foi taxativo ao explicar que o clube não está em condições de “fazer loucura”. “O que precisa eu falo diretamente com o presidente. Vocês precisam entender que o Fortaleza não tem o dinheiro que esses outros clubes tem. É o time de menor cota da Série A. Recebe menos e se esforça muito para pagar seus atletas e funcionários em dia. Aqui não se pede um jogador e ele chega no dia seguinte. Aqui não se pede atleta de quatro, cinco, dez milhões, com essa facilidade de muitos times. A realidade do Fortaleza é outra. Tem que ter a cabeça no lugar para não encher o clube de dívidas ou não conseguir pagar os jogadores e criar um ambiente ruim de trabalho. Nós vamos tentar e conseguir com os jogadores que aqui temos, além de uma ou outra peça que apareça para contratação. A gente não tem dinheiro para fazer loucura não”, explicou.