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Prefeitura do Rio veta público no Maracanã em jogo do Fluminense na Libertadores

O Tricolor das Laranjeiras enfrenta o Barcelona de Guayaquil pelas quartas de final do torneio continental
16:05 | Ago. 09, 2021
Autor - Gazeta Esportiva
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- Gazeta Esportiva Autor
Tipo Notícia

A partida entre Fluminense e Barcelona de Guayaquil, pela Copa Libertadores, nesta quinta-feira, 12, não terá presença de torcedores no Maracanã. O clube carioca informou que a Prefeitura do Rio de Janeiro não liberou a presença de público no estádio devido ao aumento do número de casos de Covid-19 e dos riscos trazidos pela nova variante Delta.

O Fluminense havia enviado um projeto para a Prefeitura do Rio, solicitando cerca de 5% dos torcedores no Maracanã, mas a proposta foi vetada. O clube sugeriu que o jogo fosse utilizado como evento teste. A ideia era receber apenas 4.460 sócios já vacinados com a segunda dose e cumprindo regras de precaução.

A Prefeitura considerou que o protocolo apresentado foi adequado, com necessidade de pequenas correções. Mas informou também que a decisão de veto tem a ver com o aumento considerável de casos de Covid-19 no Rio de Janeiro nos últimos dias.

Por fim, o Fluminense se colocou à disposição para apoiar no combate à pandemia e avisou que "convidará seus funcionários a participar, como voluntários, do esforço de vacinação, unindo esforços com as autoridades de saúde municipais".

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Atlético-MG vira contra Juventude e pula para ponta do Brasileirão

Esportes
19:23 | Ago. 08, 2021
Autor Agência Brasil
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Mesmo atuando fora de casa e saindo atrás no placar, o Atlético-MG teve forças para virar e bater o Juventude por 2 a 1 no Estádio Alfredo Jaconi na tarde deste domingo (8). O resultado representou o oitavo triunfo consecutivo da equipe comandada por Cuca no Brasileirão. Com 34 pontos em 15 jogos, o Galo ultrapassou o Palmeiras na tabela e é o novo líder do campeonato.

Flamengo consegue liminar do STJD para ter público em partidas do Campeonato Brasileiro

Volta do público
20:08 | Ago. 04, 2021
Autor Gazeta Esportiva
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Tipo Noticia

A diretoria do Flamengo segue liderando o movimento pela volta de público aos estádios de futebol no Brasil. Com a liberação da Prefeitura do Rio de Janeiro para a presença de torcida no Maracanã, o clube quer poder vender ingressos para suas partidas do Campeonato Brasileiro.

Ao contrário da Confederação Sul-Americana, que liberou a presença de público desde que sejam respeitadas as regras locais, a CBF ainda não se posicionou. A entidade estuda a possibilidade para as quartas de final da Copa do Brasil, mas não há previsão sobre o Brasileirão.

Assim, a diretoria do Flamengo recorreu ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) com uma medida cautelar e teve uma resposta positiva. Na tarde desta quarta-feira, o presidente do STJD, Otávio Noronha, concedeu liminar ao clube por entender que as exigências das autoridades locais devem ser cumpridas.

"Com efeito, a atuação da entidade de administração do desporto em suas deliberações acerca de medidas relacionadas ao combate à Pandemia COVID-19, deve ser pautada e limitada à luz das regras basilares do Estado Democrático de Direito e de fundamentos Republicanos do nosso sistema jurídico-constitucional. Não cabe em princípio, à Entidade de Administração do Desporto, se imiscuir e negar vigência à execução do conjunto de medidas adotadas pelo Estado, para a retomada gradual das atividades - inclusive com reflexos na economia - por lhe faltar, além de competência, o adequado respaldo técnico e a legitimidade atribuída aos governantes democraticamente eleitos" - afirmou Noronha em sua decisão.

O clube baseou sua argumentação na liberação da Prefeitura. Atualmente estão permitidos 10% da capacidade do estádio, mas esse percentual aumentará para 50% em setembro e 100% em outubro.

A CBF, entretanto, entende que a liberação desigual em locais diferentes causará um desequilíbrio na competição e deve recorrer da decisão.

Autorizado pela Conmebol, o Rubro-Negro contou com cerca de 6 mil presentes no duelo contra o Defensa y Justicia, pelas oitavas da Libertadores, em julho. No próximo dia 18 de agosto, está marcado o jogo de volta das quartas de final da competição continental, em Brasília. No duelo entre Flamengo e Olimpia, o estádio Mané Garrincha poderá receber 30% da capacidade, ou cerca de 20 mil pessoas.

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Fluminense vence Cerro Porteño e está nas quartas da Libertadores

Esportes
22:16 | Ago. 03, 2021
Autor Agência Brasil
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O Fluminense garantiu a classificação para as quartas de final da Copa Libertadores após derrotar o Cerro Porteño (Paraguai) por 1 a 0, na noite desta terça-feira (3) no estádio do Maracanã, na partida de volta das oitavas de final da competição.

Fluminense x Cerro Porteño ao vivo: onde assistir e escalação provável

RESUMO DO DUELO
00:05 | Ago. 03, 2021
Autor O Povo
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Tipo Notícia

Fluminense-RJ e Cerro Porteño-PAR se enfrentam hoje, terça, 02 de agosto (2/08), pelas oitavas de final da Taça Libertadores da América 2021. A partida será disputada no estádio Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ), às 19h15min (horário de Brasília)

O confronto terá transmissão ao vivo na Conmebol TV, serviço de streaming pago. Confira onde vai passar a partida, como assistir, a provável escalação de cada time e a arbitragem ao final do texto.

O Fluminense se classificou às oitavas da Libertadores após liderar o grupo D da competição, com 11 pontos somados. O Flu acumulou três vitórias, dois empates e uma derrota na chave, superando assim o River Plate-ARG, que ficou em segundo lugar.

Já o Cerro Porteno foi o segundo colocado do grupo H, com dez pontos, o mesmo do Atlético-MG, que liderou a chave. A equipe paraguaia ganhou três partidas, empatou uma e perdeu duas.

Fluminense x Cerro Porteño ao vivo: onde assistir à transmissão

Conmebol TV: para clientes que assinaram este serviço de streaming

Taça Libertadores da América 2021 - Fluminense x Cerro Porteño

Provável escalação

Fluminense

Marcos Felipe; Samuel Xavier, Manoel, Luccas Claro, Egídio; Martinelli, Yago Felipe, Nenê; Luiz Henrique, Gabriel Teixeira, Fred.

Cerro Porteño

Fernandes; Espinola, Duartes, Delvalle, Alan; Gimenez, Carrascal, Villasanti, Aquino; Morales; Boselli.

Arbitragem

Árbitro: Wilmar Roldán (COL)

Assistentes: Sebastian Vela (COL) e Dionisio Ruiz (COL)

VAR: Jhon Ospina (COL) 

Quando será Fluminense x Cerro Porteño

Hoje, 03 de agosto (03/08), às 19h15min (horário de Brasília)

Onde será Fluminense x Cerro Porteño

Estádio Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)

 

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Morte por ação policial é maior na Baixada Fluminense, diz boletim

Direitos Humanos
17:43 | Jul. 28, 2021
Autor Agência Brasil
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A violência policial é maior nos municípios que compõem a Baixada Fluminense. A taxa de letalidade das ações policiais nessa região é superior à registrada na capital e no estado do Rio, segundo boletim lançado hoje (28) pelo Fórum Grita Baixada (FGB). Nos primeiros seis meses de 2021, 255 pessoas foram mortas por policiais na região, com uma taxa de letalidade de 6,52. Na capital foram 291 mortes, com taxa de letalidade de 4,31, no estado foram 804 vítimas, com letalidade de 4,66.

As análises do boletim se baseiam em números oficiais do Instituto de Segurança Pública (ISP) do Rio de Janeiro e mostram que, no ano passado, a polícia matou 404 pessoas na Baixada Fluminense.

As taxas indicam que, proporcionalmente, a polícia mata mais na Baixada. O coordenador executivo do Fórum Grita Baixada, Adriano de Araújo, afirmou que a comparação com o total da população é uma referência utilizada no mundo inteiro para se chegar a taxas não só de letalidade como também de homicídios ou de contaminação.

“Quando a gente acompanha os noticiários, no imaginário popular, a cidade do Rio de Janeiro é muito violenta com os conflitos das favelas, da Maré, da Rocinha. A Baixada nem aparece tanto assim em termos de violência da polícia, mas a violência policial aqui é muito maior do que na capital”, disse em entrevista à Agência Brasil.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população estimada da Baixada Fluminense é de 3,9 milhões de habitantes, enquanto no município do Rio são 6,7 milhões. O estado contabiliza 17,2  milhões de pessoas.

Na Baixada, a maioria da população (62,25% em média) se identifica como preta ou parda, o que faz da região, a mais negra do estado do Rio de Janeiro. As cidades com maior percentual de habitantes negros são Japeri (69,43%), Belford Roxo (66,59%) e Queimados (65,02%).

“É importante dizer também que, em alguns municípios, a percentagem de pessoas sem identificação de raça é superior a 30%. A gente percebe que nos conflitos armados, nessas operações policiais, a população preta e parda é a principal vítima”, afirmou Araújo.

Das 404 pessoas mortas pela polícia em 2020 em toda a Baixada, 73% eram pretas ou pardas, de acordo com os registros feitos pelos próprios policiais. Ainda conforme os números do boletim, mais da metade das cidades da Baixada apresentaram taxas de letalidade da ação policial superior à cidade do Rio no primeiro semestre de 2021.

Japeri tem quase 8 vezes mais mortes por 100 mil habitantes em ações policiais do que a cidade do Rio. Belford Roxo tem quase 3 vezes mais na mesma comparação. Itaguaí e Mesquita são outras cidades que apresentam altas taxas de letalidade da ação policial, inserindo a região entre os lugares do Brasil onde a polícia mais mata.

Para a articuladora de territórios do FGB e mestre em políticas públicas, Lorene Maia, os números não surpreendem. “Não nos surpreende essa alta taxa de letalidade, mas vem se consolidando e aumentando à medida que esse discurso racista e higienista se desenvolve na nossa sociedade”, disse Lorene.

“Temos números que não nos deixam mentir. A gente já vem trabalhando com essa questão da letalidade e com a violência do estado, mas confirma a perspectiva de que a violência na Baixada Fluminense é um quadro que vem se agravando e se mostra mais cruel e incisiva do que na capital do Rio de Janeiro e muito mais invisível também”, completou em entrevista à Agência Brasil.

A Baixada Fluminense é composta por 13 municípios: Belford Roxo, Duque de Caxias, Guapimirim, Itaguaí, Japeri, Magé, Mesquita, Nilópolis, Nova Iguaçu, Paracambi, Queimados, São João de Meriti e Seropédica.

A intenção do Fórum é que o documento seja o primeiro de uma série que identifique o racismo como engrenagem para a prática de crimes pelo Estado. Os boletins querem compreender ainda os contrastes existentes na região, por meio de uma análise variada de dados em relação à violência, ao crime ou pobreza e de interpretações originadas nas declarações oficiais, incluindo relatos de moradores, das vítimas, das mídias e instituições locais.

“A gente está tentando estabelecer um diálogo de como este tipo de violência acaba reforçando a dinâmica do racismo na sociedade brasileira”, disse o coordenador executivo do Fórum.

Polícia Militar

A Secretaria de Estado de Polícia Militar (SEPM) informou em resposta à Agência Brasil que a redução dos índices de criminalidade segue sendo uma das prioridades do comando da pasta. “Mesmo num cenário complexo, construído há décadas pela disputa violenta por território entre organizações criminosas rivais representadas por facções de traficantes e milicianos, as ações da corporação têm contribuído de forma significativa para redução expressiva e contínua dos indicadores criminais mais impactantes, tanto de crimes contra a vida como crimes contra o patrimônio”.

A secretaria não fez qualquer referência à letalidade de pessoas pretas e pardas durante ações policiais na Baixada Fluminense.

Polícia Civil

Até o fechamento desta matéria, a Polícia Civil não respondeu ao pedido de declaração sobre o assunto feito pela reportagem da Agência Brasil.

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