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De ?passar por cima? para ?medo de sacode?: Cruzeiro vive pressão e Thiago Neves segura a boca

Antes o meia Thiago Neves, animado com o triunfo sobre o Tupi e a classificação para a final do Campeonato Mineiro, queria ?passar por cima de qualquer um? na final. Agora a pressão chegou: após a derrota para o Galo, por 3 a 1, no primeiro jogo da decisão do Mineiro, e o empate sem [?]

17:15 | 05/04/2018

Antes o meia Thiago Neves, animado com o triunfo sobre o Tupi e a classificação para a final do Campeonato Mineiro, queria ?passar por cima de qualquer um? na final. Agora a pressão chegou: após a derrota para o Galo, por 3 a 1, no primeiro jogo da decisão do Mineiro, e o empate sem gols com o Vasco, o camisa 30 da Raposa admite que é precisa ter bastante cautela na grande final contra o Atlético, neste domingo, no Mineirão.

Segundo o atleta, a Raposa precisa ter cuidado no duelo contra o Galo para evitar uma goleada dentro de casa, com a maioria dos torcedores cruzeirenses no Mineirão.

?(E para domingo) a gente tem que jogar o jogo. A gente não pode também se desesperar, sair para cima do Atlético, aí vai tomar um sacode aqui dentro. É o que a gente não quer. É organizado, com atenção o tempo inteiro, fizeram três gols de bola parada que é o ponto forte do Atlético, é ter atenção nisso, melhorar nesses dias que temos para treinar para chegar aqui e ser campeão no domingo?, destacou.

O momento do Cruzeiro é de pressão. A diretoria armou uma equipe para conquistar títulos, mas logo no início da temporada a equipe sofreu uma grande oscilação em uma parte decisiva dos jogos. Pela Libertadores, a Raposa não conseguiu fazer um gol e deixou o gramado com o empate. Para Neves, a equipe carioca é qualificada e mostrou dificuldades.

?O time do Vasco não é o mais fraco do grupo. Acho que é um dos mais fortes pelo jeito que vem jogando, pelo que o Zé Ricardo está implantando. Está muito melhor do que o ano passado, o Vasco melhorou muito. O jogo foi muito difícil, a gente sabe que precisa juntar os cacos, não estamos bem, mas não é o fim do mundo. Somamos um ponto que pode ser importante lá para frente em um jogo difícil, contra um time de qualidade, que sabe tocar a bola, que sabe jogar em um estádio lotado. O ponto foi importante mesmo não querendo fazer a partida que queríamos?, finalizou.

Gazeta Esportiva

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