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Para Carille, Rodriguinho ?está fazendo por merecer? vaga na Copa

Autor de nove gols em 2018, o último deles na vitória por 4 a 0 sobre o Paraná, o meia Rodriguinho conta com o incentivo do técnico Fábio Carille para realizar o sonho de defender a Seleção Brasileira na Copa do Mundo. O antigo auxiliar de Tite é só elogios ao artilheiro do Corinthians. ?Está [?]

08:30 | 23/04/2018

Autor de nove gols em 2018, o último deles na vitória por 4 a 0 sobre o Paraná, o meia Rodriguinho conta com o incentivo do técnico Fábio Carille para realizar o sonho de defender a Seleção Brasileira na Copa do Mundo. O antigo auxiliar de Tite é só elogios ao artilheiro do Corinthians.

?Está fazendo por merecer?, disse Carille, sobre a possibilidade de Rodriguinho ser chamado para defender o Brasil no Mundial da Rússia. ?De 2016 para cá, ele só deu uma caída em uma parte do segundo semestre do ano passado. Em 2016, chamou a responsabilidade, jogou muito no segundo semestre, assim como no Campeonato Paulista e no primeiro turno do Campeonato Brasileiro em 2017?, argumentou.

Em 2018, Rodriguinho virou protagonista do Corinthians e tem chamado ainda mais a atenção de crítica e torcedores. Ele anotou os gols das vitórias sobre os rivais São Paulo e Palmeiras, por exemplo, nas semifinais e na decisão do Campeonato Paulista.

Para Carille, o esquema tático sem um centroavante adotado pelo Corinthians tem beneficiado o seu armador. ?Essa formação deixou o Rodriguinho mais perto do gol, e sabemos da qualidade que tem para finalizar. Assim, ficando mais dentro da área, a possibilidade de marcar aumenta?, comentou.

Curiosamente, Rodriguinho já chiou do esquema tático sem um atacante de referência. O meia ponderava que não tinha porte físico para atuar mais próximo dos zagueiros adversários, como fazia Jô, vendido ao japonês Nagoya Grampus. Com a contratação de Roger, vindo do Internacional, ele poderá voltar a exercer a sua antiga função.

Seja como for, Carille acha que o seu Corinthians já se habituou a carência de um centroavante. ?O time entendeu que, quando não jogamos com um camisa 9, precisa ter mais a bola nos pés e preencher o campo adversário?, analisou o treinador.

Gazeta Esportiva

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