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Fã de Ralf, Renato Augusto elogia amigo e avisa: ?Vai jogar até os 50?

O volante Ralf está perto de reestrear com a camisa do Corinthians, fato que pode acontecer já nesta quarta-feira, contra o Mirassol, no estádio de Itaquera, ocasião em que ele mais uma vez deve compor o banco de reservas. Ídolo da torcida, o jogador tem como alvo dos poucos questionamentos à sua contratação a sua [?]

07:15 | 06/03/2018

O volante Ralf está perto de reestrear com a camisa do Corinthians, fato que pode acontecer já nesta quarta-feira, contra o Mirassol, no estádio de Itaquera, ocasião em que ele mais uma vez deve compor o banco de reservas. Ídolo da torcida, o jogador tem como alvo dos poucos questionamentos à sua contratação a sua condição física, um mistério para quem não acompanhou seus dois anos na China. Para quem esteve lá, porém, não há o que temer.

?Esse aí vai jogar até os 50 anos, cara?, comentou o meia Renato Augusto, que atuou com ele tanto no Timão quanto no Beijing Guoan, entre 2013 e 2016, em entrevista concedida à Gazeta Esportiva ainda no final do ano passado, quando o camisa 15 corintiano ainda não havia definido seu futuro no futebol.

?Ele é muito inteligente taticamente e se cuida bastante, é um touro, bastante dedicado na parte de alimentação. É um cara que você não precisa se preocupar porque esse vai jogar por muito tempo, sempre falo isso para ele?, continuou Renato, que se emocionou bastante na despedida do amigo da Ásia.

Apesar das boas credenciais apresentadas, porém, o que mais pesa para Ralf nas duas temporadas em que esteve na China é a diferença da exigência física do futebol no país asiático, muito menor com relação ao estafante calendário brasileiro. Vagner Love, por exemplo, é um exemplo costumeiramente usado para explicar o tempo necessário de adaptação dos atletas na volta ao futebol brasileiro.

Para efeito de comparação, o meio-campista atuou em 57 partidas durante os últimos dois anos na equipe de Pequim, apenas uma a mais do que o disputado por ele em 2015, com a camisa do Timão, ano em que ele chegou a perder a posição por um breve período.

?Aos poucos a gente vai se condicionando. A quantidade de treino era mais leve, treinava mais durante a semana, mas também tinha um descanso maior. Tudo isso porque dificilmente jogava mais de um jogo por semana?, explicou o jogador, que completará 34 anos em junho de 2018, sendo mais jovem apenas do que Emerson Sheik, Danilo e Jadson, todos antigos companheiros seus da primeira passagem pelo Timão.

Gazeta Esportiva

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