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Corinthians aguarda exames de Rodriguinho e deve ter Clayson

O técnico Fábio Carille aguarda um posicionamento do seu departamento médico para saber se a lista de desfalques no Corinthians diminuirá. Sem contar com diversos jogadores na derrota por 1 a 0 para o São Paulo no domingo, no Morumbi, ele tem esperanças de voltar a utilizar o meia Rodriguinho e o atacante Clayson no [?]

08:30 | 26/03/2018

O técnico Fábio Carille aguarda um posicionamento do seu departamento médico para saber se a lista de desfalques no Corinthians diminuirá. Sem contar com diversos jogadores na derrota por 1 a 0 para o São Paulo no domingo, no Morumbi, ele tem esperanças de voltar a utilizar o meia Rodriguinho e o atacante Clayson no jogo de volta das semifinais do Campeonato Paulista, na quarta-feira à noite, em Itaquera.

Em relação a Rodriguinho, Carille ainda não recebeu nem sequer um diagnóstico. O armador reclamou de dores na coxa esquerda quando fazia aquecimento para o clássico do fim de semana, já no gramado do Morumbi, e virou desfalque de última hora. Acabou substituído pelo veterano atacante Emerson Sheik.

?Senti o músculo posterior. Imediatamente, falei para o preparador físico e para o médico. Voltei para o vestiário para saber qual era a real situação, se tinha condições de jogar. Para não queimarmos uma substituição e agravarmos uma lesão, achamos melhor segurar nesse jogo, até porque teremos uma decisão na quarta-feira e, depois, mais dois jogos possivelmente?, comentou Rodriguinho, vislumbrando uma eventual final de Campeonato Paulista.

Rodriguinho passará por exames na manhã desta segunda-feira. ?Ele sentiu o músculo embolar, como falamos. Provavelmente, teríamos que fazer uma substituição em cinco, dez minutos se ele fosse para o jogo. Ele entendeu?, declarou Fábio Carille, que já não tem escalado Jadson, com a coxa direita contundida, no setor criativo corintiano.

Clayson, por outro lado, desperta otimismo. O atacante acusou uma lesão no joelho direito no decorrer da vitória por 2 a 0 sobre o Bragantino, nas quartas de final, e pelo que Carille deu entender, poderia ter enfrentado o São Paulo à base do sacrifício. O atleta chegou a ser relacionado para o clássico que abriu o mata-mata.

?O Clayson fez tratamento até a noite anterior. Confirmamos o time e só ficamos esperando a definição do caso dele. Aí, no dia do jogo, passaram que ele havia melhorado bastante, mas continuava com o joelho inchado e sensível. Não só pelo jogo de quarta-feira, mas pela sequência que teremos, decidimos deixá-lo fora?, disse Carille.

O técnico lida com problemas que vão além do departamento médico, que tem Rodriguinho Clayson, Jadson e Renê Júnior sob os seus cuidados. O lateral direito Fagner se apresentou à Seleção Brasileira na reta final do Estadual. O zagueiro Balbuena e o atacante Romero, à paraguaia.

Com tantas baixas e com dois dias a menos de preparação do que o São Paulo, Carille adotou uma postura cautelosa no Morumbi, com três volantes (Ralf, Gabriel e Maycon), da qual não abriu mão nem sequer quando o placar já estava adverso. Para o ataque, apostou em dois jogadores contestados por torcedores ? Júnior Dutra no primeiro tempo e Lucca no segundo.

Para a partida de volta, a estratégia corintiana ainda é um mistério. Questionado se o atacante Pedrinho, xodó da torcida e com uma série de boas atuações quando solicitado, seria uma alternativa para o reencontro com o São Paulo, Carille ficou sério e foi sucinto ao desconversar. ?Só vamos falar do jogo de quarta-feira quando nos reapresentarmos. Não tenho resposta sobre isso agora?, esquivou-se o técnico.

Gazeta Esportiva

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