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Altitude não assusta, mas vira fator extra no empate corintiano

A altitude de 2.680m de Bogotá, capital da Colômbia, não assustou os corintianos durante os 90 minutos do empate por 0 a 0 com o Millonarios, mas foi apontada como uma dificuldade extra encontrada para assegurar o ponto conquistado na estreia da Copa Libertadores da América. O consenso partiu desde os atletas de linha até [?]

00:45 | 01/03/2018

A altitude de 2.680m de Bogotá, capital da Colômbia, não assustou os corintianos durante os 90 minutos do empate por 0 a 0 com o Millonarios, mas foi apontada como uma dificuldade extra encontrada para assegurar o ponto conquistado na estreia da Copa Libertadores da América. O consenso partiu desde os atletas de linha até o técnico Fábio Carille, passando pelo goleiro Cássio.

?A altitude dificulta um pouco, não só para mim, mas para o time todo, a gente tem que retardar um pouco mais fica difícil, a gente tenta jogar rápido, mas não tem o pique para ir e voltar. Complicado, difícil, acho que esse ponto foi muito importante?, comentou o arqueiro, que levou até um amarelo pela demorar e repor a bola em campo.

?Às vezes você não consegue vir aqui e pontuar, muitos que vêm aqui perdem pontos, conseguimos tirar pontos deles. Agora, em casa, temos que fazer os três pontos, para dar sequência ao campeonato?, continuou o goleiro, com visão sobre a altura semelhante à do lateral direito Fagner.

?Situação normal de jogo, não é o habitual, no final acaba pesando um pouco. Mas, a estratégia desde o começo era ficar com ab bola, respirar, lateral ou falta, a gente sabia que se entrasse na correria ia sentir mais. No geral, conseguimos suportar bem?, observou o defensor.

De olho no desempenho físico dos atletas, uma preocupação apontada pelo departamento de preparação física, Carille disse que reparou sempre que podia nas feições dos atletas para saber quem estava mais cansado. Ao final, avaliou como positiva a resposta dos comandados.

?Nós conseguimos ajustar o posicionamento, aí conseguimos ficar com a bola. Na beira do campo, quando o Fagner dava um pique de 50, 60m, você via que puxava a respiração, mas logo em seguida conseguia recuperar. Minha ideia era controlar ainda mais o jogo por causa da altitude, mas a gente conseguiu se portar bem?, concluiu o comandante.

Gazeta Esportiva

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