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Após vitória no Clássico-Rei, Rick diz que meta do Ceará é vaga na Libertadores

Vovô possui 22 pontos na Série A, um a menos que o Athletico-PR, último time na zona classificatória para a competição internacional
23:03 | Ago. 01, 2021
Autor - Iara Costa
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- Iara Costa Estagiária do caderno de Esportes
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No fechamento da 14ª rodada do Brasileirão, o Ceará venceu o Fortaleza por 3 a 1 e, com a vitória no Clássico-Rei, e se mantém na sétima posição na tabela do certame. Com 22 pontos, o Alvinegro possui apenas um ponto a menos que o Athletico-PR, último time na zona classificatória para a Copa Libertadores. Na saída do campo, o atacante Rick Jhonatan, autor de um dos gols do Vovô, frisou que o time tem almejado o torneio continental nesta edição da Série A.

"A gente ta sonhando alto, em se classificar para a Libertadores e almejando sempre coisas grandes pela frente", falou o jogador, que dedicou o tento marcado à mãe. "É aniversário da minha mãe. Mãe, beijão, esse gol foi para você. Hoje foi um dia muito importante. Além de ser aniversário da minha mãe, dia de Clássico, entramos focados e determinados e, graças a Deus, papai do céu abençoou e eu pude fazer um gol nessa noite especial", pontuou. 

 Na declaração, Rick também agradeceu ao técnico Guto Ferreira pela oportunidade. O atacante entrou em campo aos 25 minutos da segunda etapa na vaga de Mendoza e balançou as redes aos 41. 

"Todos sabem da minha trajetória. Subi (para o profissional) em 2019, joguei muitas partidas, mas não consegui engrenar. Com a chegada do Guto, ele ta apostando muito em mim, e eu vinha treinando bastante no dia a dia, bem focado, bastante determinado, e hoje estou colhendo o que plantei. Muito feliz também pela vitória de hoje. Agradecer o Guto e a comissão", disse.

O Alvinegro de Porangabuçu volta a campo no próximo domingo, 8, às 18h15min, quando recebe o Atlético-GO no Castelão. A partida é válida pela 15ª rodada do Brasileirão.


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Gabriel Lacerda é o terceiro atleta do Ceará com mais participações em gols na Série A

Zagueiro Alvinegro
2021-08-02 13:04:58
Autor Horácio Neto
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Um dos heróis da vitória alvinegra no Clássico-Rei, Gabriel Lacerda conseguiu a sua primeira assistência no Campeonato Brasileiro. Com o passe de cabeça para Cléber virar o placar, o defensor chegou a três participações diretas em gols – dois tentos e um passe – e é o terceiro no quesito dentre os atletas do Vovô, empatado com o atacante Rick que balançou as redes três vezes na Série A.

Apesar de se um defensor, Lacerda tem ganhado destaque na parte ofensiva. As três participações diretas em gols do zagueiro foram determinantes para vitórias do Ceará. Foram o tento da virada nos minutos finais contra o Atlético-MG, o segundo gol enfrentando o Juventude e agora o passe para Cléber no Clássico-Rei.

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Além da participação ofensiva, o zagueiro tem tido atuações seguras na defesa e afastado as críticas sobre o seu desempenho. Dentre todos os jogadores do Vovô, Gabriel é o segundo em rebatidas (79), cometeu apenas quatro faltas - obtendo média de uma infração a cada quatro partidas -, três cartões amarelos e nenhum vermelho. Dos 12 embates que esteve em campo, em cinco o time não sofreu gol.

Devido ao terceiro cartão amarelo, o Ceará não poderá contar com Gabriel Lacerda para fazer dupla de zaga com Messias. Contra o Atlético-GO, no domingo, 4, às 18h15min, na Arena Castelão, pela 15ª rodada da Série A, Guto Ferreira poderá promover o retorno de Luiz Otávio aos gramados ou escolher o zagueiro Jordan para a função.

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Guto celebra triunfo em Clássico-Rei e exalta sequência invicta na Série A

Palavra do chefe
2021-08-02 00:50:00
Autor Afonso Ribeiro
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Em entrevista coletiva após a vitória por 3 a 1 sobre o Fortaleza, de virada, no último domingo, 1º, na Arena Castelão, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro, o técnico do Ceará, Guto Ferreira, explicou a formação inicial da equipe, comemorou o resultado positivo e enalteceu a sequência de dez jogos de invencibilidade na competição.

"Foi um jogo extremamente disputado, em que as duas equipes tiveram muito espírito de luta, e o Ceará foi mais preciso nas jogadas que criou, conseguiu fazer três gols e venceu", resumiu o comandante.

Em cinco confrontos diante do Tricolor em 2021, o Alvinegro ainda não tinha vencido - eram três empates e duas derrotas até então. O treinador celebrou o primeiro triunfo - inclusive no duelo pessoal com o argentino Juan Pablo Vojvoda - e destacou a importância dos três pontos somados para a campanha no Brasileirão.

"Esse ano foi a primeira (vitória). Para mim, pessoalmente, foi mais um jogo de três pontos, importante, um clássico. Mantivemos a sétima colocação, chegamos a 22 pontos e, o principal, a décima partida sem derrota, fazendo, mais uma vez, o dever de casa como mandante. Clássico todo mundo quer ganhar, e eu também quero ganhar os clássicos, mas o efeito final é para o torcedor. Para mim, foi mais um jogo. Um jogo importante, sim, porque foi a décima partida invicto", ponderou.

Guto Ferreira também falou sobre a escalação do Vovô para o duelo. Com a intenção de fortalecer o sistema defensivo, Fernando Sobral atuou na lateral direita, com William Oliveira como volante, Kelvyn no meio-campo e Vina na referência do ataque. As mudanças no segundo tempo retomaram o esquema tradicional e contribuíram para a vitória.

"O jogo do Fortaleza é muito forte pelas alas, além do meio, e nós dobramos lateral e meio-campo dos dois lados, com jogadores de força e com chegada à frente. No início do jogo, o rival marcou muito forte, nós tivemos dificuldade de propor o jogo de frente, mas essa situação não prosseguiu. O rival foi cansando, abrindo os espaços. No início, eles conseguiram o gol, foi em uma bola parada, a maioria das finalizações deles foram de fora da área, a nossa defesa esteve bem postada, ou situação que não foram claríssimas de gol, com exceção da bola parada que eles conseguiram o gol. Mas nós conseguimos, mesmo não tendo feito um bom primeiro tempo, o empate, já tínhamos conseguido algumas jogadas. No segundo tempo, fizemos uma mudança, voltamos ao nosso sistema mais usual. O Cléber entrou muito bem no jogo, e nós conseguimos ser mais agressivos a partir das mudanças também e conseguimos fazer os gols que nos deram a vitória", avaliou.

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Guto Ferreira quebra jejum e vence Vojvoda pela primeira vez em 2021

DUELO TÁTICO
2021-08-02 00:37:00
Autor Mateus Moura
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Além de vencer o Clássico-Rei por 3 a 1 e engatar uma sequência invicta de 10 jogos na Série A do Campeonato Brasileiro, Guto Ferreira encerrou um incômodo jejum neste ano. Nos quatro primeiros encontros entre o treinador alvinegro e o argentino Juan Pablo Vojvoda, o comandante do Vovô não havia vencido nenhum duelo, com duas derrotas e dois empates.

No duelo tático entre os treinadores, Guto tentou surpreender na escalação inicial, promovendo o volante Willian Oliveira e o polivalente Kelvyn à equipe titular. O comandante do Vovô também modificou a posição de alguns jogadores. Fernando Sobral, volante de origem, iniciou a partida como lateral-direito, enquanto o meia-campista Vina atuou de forma centralizada, como um falso nove.

Vojvoda, por sua vez, utilizou a mesma estratégia que o fez ter sucesso nos clássicos anteriores. Distribuído em um 3-5-2, com Tinga formando a linha de zaga ao lado de Titi e Benevenuto, o Leão fez um primeiro tempo intenso, com muitas finalizações e domínio da partida. Apesar de sair na frente do placar, logo no início do jogo, a equipe comandada pelo argentino não conseguiu manter o ritmo.

Kelvyn, aposta de Guto, foi o autor do gol de empate do Ceará, no fim do primeiro tempo, igualando a partida em 1 a 1. Na etapa final, foi o Ceará quem comandou as ações. O treinador alvinegro fez duas trocas que mudaram o rumo da partida: Cléber e Rick, responsáveis pelos gols da virada. O resultado colocou fim a invencibilidade de 19 jogos do Fortaleza jogando na Arena Castelão.

Treinador mais longevo do Brasileirão, Guto completou 92 jogos à frente do Vovô. São 40 vitórias, 28 empates e 24 derrotas, com 53,6% de aproveitamento. Foram 132 gols marcados e 92 gols sofridos. Durante este período, em clássicos disputados na Série A, o comandante alvinegro venceu todos, dois em 2020 e um neste ano.

SÉRIE A: Gols de Ceará 3 x 1 Fortaleza

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De virada, Ceará vence Fortaleza, mantém invencibilidade e quebra sequências do rival

Clássico-Rei
2021-08-02 00:30:00
Autor Brenno Rebouças
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Brenno Rebouças Autor
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O Ceará matou a fome de vitória sobre o maior rival ontem à noite, ao bater o Fortaleza por 3 a 1, pela 14ª rodada da Série A do Brasileiro. Além de interromper o hiato de cinco Clássicos-Rei sem triunfo, o Alvinegro quebrou a sequência invicta do Tricolor no Castelão, que já durava 19 partidas. Para completar, o Vovô chegou a dez jogos consecutivos no certame sem derrotas.

Se tudo isso já não fosse o bastante, o Ceará construiu o placar de virada e para quem tinha sofrido uma pressão enorme no primeiro tempo, reverter a situação foi ainda mais saboroso. No fim das contas, a eficiência deu a vitória. O Alvinegro finalizou menos da metade de vezes que o adversário, mandando apenas quatro chutes na meta, mas converteu três em gols. Ao Tricolor, faltou justamente aproveitar as oportunidades criadas.

E olha que não foram poucas. O Fortaleza teve 28 conclusões, sendo oito no gol, enquanto o Ceará chutou 11 vezes ao todo. Só nos primeiros dez minutos, o Leão já tinha feito cinco arremates, tendo duas intervenções do goleiro Richard, um desvio na zaga, uma bola para fora — que levou perigo — e o gol de Tinga, na marca dos 10. Ele aproveitou o rebote que Richard deu após defender cabeçada de Benevenuto, depois de cobrança de escanteio. Na grande área, apenas chutou forte para abrir o placar.

À frente no marcador, o Tricolor continuava chutando bolas ao gol do Ceará. O Vovô só tinha escapado duas vezes, primeiro com Vina, que nem chegou a concluir a jogada, e depois com Lima, em cobrança de falta que gerou escanteio. Por fim, em esquinado que ele bateu fechado e Felipe Alves espalmou.

A pressão do Leão, porém, não se convertia em gols e em paralelo a isso, o Ceará começou a ficar mais tempo com a bola. O problema é que o jogo coletivo do Vovô não funcionava. A solução foi uma jogada individual. Aos 36, Lima invadiu a grade área adversária pela direita e protegeu a bola da marcação, conseguiu um drible e partiu para a linha de fundo. De lá, cruzou rasteiro e a bola passou na pequena área, sem que Felipe Alves conseguisse afastar, mesmo tocando na bola. Nas costas do goleiro, Kelvyn vinha fechando e desviou para a rede.

O gol de empate foi o sinal de que o Clássico-Rei não seria tão fácil como estava parecendo. Assim, para a segunda etapa, o técnico Guto Ferreira voltou com Cléber na vaga Kelvyn, escolha que se provaria acertada.

A etapa complementar, porém, ainda começou com o Fortaleza pressionando. Pikachu e David, arriscando de fora da área, e Benevenuto, em cabeçada, fizeram o goleiro Richard trabalhar. Pouco a pouco, porém, a intensidade foi diminuindo e o Ceará foi ganhando espaço no meio de campo. As investidas do Vovô aconteciam principalmente em velocidade. O treinador alvinegro, então, apostou em Rick.

Antes do jogo mudar por completo, o Leão teve uma última chance, com David, aos 28, recebendo bola na grande área e finalizando. Richard espalmou.

Depois disso, o Ceará emendou sequência de ataques. Rick tentou chute colocado de fora da área, Felipe Alves defendeu. Pouco depois, aos 35 minutos, após uma cobrança de escanteio, a defesa do Fortaleza não conseguiu afastar e Cléber disputou com Wellington Paulista, subindo mais alto e mandando para o gol. O árbitro interpretou o lance como falta, mas foi ao monitor do VAR, reviu o lance e validou o tento.

O Tricolor sentiu o gol. A pressa na construção das jogadas resultava na perda da bola ou chutes para qualquer direção. O Alvinegro notou e passou a se aproveitar dos espaços que o adversário oferecia. Num desses, aos 40, Rick partiu para cima de Crispim e Jussa, passando em velocidade no meio dos dois, invadiu a grande área e foi à linha de fundo. Ele chutou rasteiro, a bola passou por debaixo das pernas de Felipe Alves e cruzou a linha do gol.

O triunfo não alterou as posições de Ceará e Fortaleza na classificação, mas o Vovô está a um ponto do G-6 — e reduziu para 4 a margem do rival. Já o Tricolor viu Atlético-MG e Palmeiras abrirem mais de três ponto de distância, além de RB Bragantino e Flamengo-RJ terem encostado.

Ceará 3 x 1 Fortaleza

Ceará
4-3-3: Richard; F. Sobral, Messias, Gabriel Lacerda e Bruno Pacheco; William Oliveira (Fabinho), Marlon (Buiú) e Vina (Jorginho); Lima, Kelvyn (Cléber) e Mendoza (Rick). Técnico: Guto Ferreira

Fortaleza
3-5-2: Felipe Alves; Tinga, Marcelo Benevenuto e Titi (Torres); Yago Pikachu, Matheus Jussa, Éderson (Felipe), Matheus Vargas (Romarinho) e Lucas Crispim; David (Luiz Henrique) e Robson (W. Paulista). Técnico: Juan Pablo Vojvoda

Local: Castelão, em Fortaleza-CE
Data: 1º/8/2021
Árbitro: Denis da Silva Serafim-AL
Assistentes: Esdras Mariano de Lima Albuquerque-AL e Brígida Cirilo Ferreira-FIFA/AL
VAR: Rafael Traci-FIFA/SC
Cartões amarelos: M. Vargas, David, Titi (FOR) Marlon, Lacerda (CEA)
Renda e público: não houve, devido a pandemia do novo coronavírus
Gols: 10min/1T - Tinga; 36min/1T - Kelvyn; 35min/2T - Cléber; 40min/2T - Rick

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ATÉ QUE ENFIM...

Opinião
2021-08-02 00:30:00
Autor Alan Neto
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Alan Neto Autor
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Tipo Opinião

- CINCO Clássicos-Rei sem perder do Fortaleza, há muito estavam atravessados na garganta do Ceará. Precisava dar um jeito de vencer, ao menos uma, antes que virasse complexo de inferioridade ou o tradicional freguês de caderno, como o torcedor costuma chamar em suas gozações.

- ENFIM, aconteceu ontem à noite, pleno domingo um tanto tarde da noite, quando o Alvinegro finalmente logrou uma vitória (3 a 1). Veio um pouco tarde, mas veio, para alivio da sua torcida, já espantada com outro fiasco.

- ALIÁS, até podia ter acontecido no primeiro tempo, quando o Fortaleza foi o senhor das ações, dominou inteiramente, mas acabou perdendo uma série de ótimas chances de balançar as redes. Só o atacante Robson perdeu no mínimo duas. Por ruindade, bem entendido.

PRATO CHEIO

- FORTALEZA propôs o jogo, diante de um Ceará acovardado, naquela de entrar em campo pra não perder só pensando em empatar. Foi um prato cheio para o adversário, que se mandou para o ataque em busca do gol.

- TANTO que aconteceu logo aos 10 minutos, através de Tinga, que saiu da sua área, atravessou o campo, aproveitou o rebote do goleiro Richard num lance de outro zagueiro, o Benevenuto. O Ceará estava aparvalhado.

- A PARTIR daí, o Fortaleza dominou o campo de jogo, atacando em massa. Menos mal que a bola só entrou naquele gol do Tinga, caso contrário o vexame podia ser repetido.

- CEARÁ parece não se emendar, quando não busca alternativas pra se tornar uma equipe aguda, ofensiva e ágil. Explica-se: Guto adora o rame-rame dele.

MUDANÇA DOS VENTOS

- CANSADO de perder chances, o Fortaleza resolveu recolher as armas, permitindo que o maior rival conseguisse, com algumas mudanças, mudar o rumo dos ventos.

- POR exemplo. Entrada de Cléber, colocado de frente para o gol, como atacante referência, foi o caminho da mina. Não só este. As boas atuações de Kelvyn e principalmente Rick, deram novo alento ao Alvinegro na busca de ao menos empatar. Foi, isto sim, compensado com três gols, virando o jogo.

- CEARÁ precisava desta vitória pra aliviar a barra do seu treinador. Uma derrota ontem à noite, Guto Ferreira já não estaria no Ceará. Não tem torcedor que consiga engolir seis clássicos sem triunfo.

UNHAS & DENTES

- CLARO que as mudanças feitas o ajudaram, aliadas à queda de produção do Fortaleza, como por encanto. Talvez imaginasse que aquele 1 a 0 já bastasse, o que não foi bem assim. Havia do outro lado um adversário que, com unhas e dentes, buscava reverter a situação.

- GUTO andou acertando, não só com as entradas de Cléber, mesmo não sendo esses balaios, mas preferível ele, que atua centralizado, do que improvisar o Vina, quebrando a bola e não é de agora. Se tivesse público no Castelão, ele seria vaiado o tempo todo.

CORRIDA DE PRADO

- AS mudanças surtiram efeitos, somado ao cansaço do time tricolor, pois não é fácil jogar o tempo todo com intensidade, como se uma partida de futebol fosse uma corrida de prado. Não é bem assim, nunca foi, jamais será.

- ALIE-SE a isso o fato de mudanças feitas na defesa, com Fernando Sobral, mesmo improvisado na lateral direita, porém com a missão de barrar as arrancadas de Crispim pelo setor. Só teria de fazer isso. Como é ótimo marcador, missão cumprida. Crispim não fez nada.

- OUTRA boa modificação, que também surtiu efeito, foi a escalação de William Oliveira na cabeça da área. Tipo pau puro, a bola passa, mas o adversário fica. Não esquecer Marlon voltar a sua posição de origem, na meia, onde sempre jogou no Sampaio Corrêa, formando com William Oliveira e Fernando Sobral um trio de ouro.

EGO & VAIDADE

- GUTO escalou os três ontem à noite. Devia ser sempre assim. No futebol não se inventa a roda, muito menos complica-se o óbvio. E por qual razão não faz sempre assim? Por teimosia, só pode. Técnico de futebol, quando começou a ser chamado de "professor", foi fatal para a sua imensa vaidade e seu monumental ego.

- QUANDO as peças se engrenaram o Ceará cresceu e o Fortaleza encolheu-se em campo. Talvez por cansaço, certamente surpreendido pela reação do rival maior. Foi cedendo terreno, enquanto o Ceará virou o jogo, acabou vencendo e bem por 3 a 1. Justamente via, Kelvyn, Cleber e Rick, da nova geração de Porangabuçu.

A CASA CAIU...

- FORTALEZA, como não muda seu figurino, atacar sempre, dá chance a que os adversários armem seus botes fatais. Ontem à noite, Guto acertou a mão. Mais por conta da atuação dos atletas em campo do que por estratégia receosa, de ter pavor a vencer. Mas ganhou e isso já satisfez seu ego, aliviou a barra da torcida alvinegra. Um dia a casa do Pici, cairia. E caiu...

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