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Corinthians não descarta reforços, mas divida faz buscar opções que já pertencem ao clube

O Timão dá uma atenção especial aos atletas que já pertencem ao time por questões financeiras

13:56 | 20/03/2021
Wesley Melo falou sobre possibilidade de reforços e da dívida do clube (Foto: Divulgação / agência corinthians)
Wesley Melo falou sobre possibilidade de reforços e da dívida do clube (Foto: Divulgação / agência corinthians)

Após um 2020 decepcionante, o Corinthians inicia a temporada de 2021 buscando resultados melhores. No entanto, para isso, o Timão terá que focar nos jogadores que já estão no elenco, já que o momento financeiro do clube é delicado.

Em entrevista coletiva realizada nesta sexta-feira, o diretor financeiro Wesley Melo destacou que o Alvinegro não pode "dar um passo maior que a perna", mas não descartou a contratação de reforços pontuais.

"Se você ver as entrevistas do presidente Duílio e do professor Mancini, eles já vêm falando sobre a nossa capacidade limitada de fazer investimentos no futebol neste momento. Estamos usando jogadores da base, a gente sabe que não pode dar um passo maior que a perna. A disciplina financeira e orçamentária também cabe para o futebol. Agora, pode ser que tenha a possibilidade de um jogador vir para cá com um custo que a gente possa pagar. Pode ser que a gente contrate, que a análise técnica do professor Mancini indique que precisamos fazer contratações. Mas também tem outra análise técnica que é a financeira, que vai contribuir para essa contratação ser efetiva ou não", disse.

Segundo o dirigente, o Corinthians tem uma divida de aproximadamente R$ 900 milhões, sem contar com os gastos da Neo Química Arena. Com isso, o clube firmou uma parceria com a empresa Falconi para receber um auxilio na administração financeira.

"A gente vai ser sempre transparente. A dívida é em torno de R$ 900 milhões, com exceção da Arena. Temos os gastos sendo reduzidos em cerca de 20%, um trabalho sendo conduzido para que tenha uma economia. Cada departamento do clube já recebeu seu orçamento, sabe o que pode gastar. Esse orçamento já é reduzido com esses 20%. Temos um sistema de governança para garantir que não tenha nenhum estouro", completou.