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Tite minimiza choro de Neymar, novamente aquém das expectativas

Neymar foi aos prantos após o árbitro Bjorn Kuipers apitar o fim do confronto com a Costa Rica, nesta sexta-feira, em São Petersburgo. Para muitos, as lágrimas do craque brasileiro escancararam seu desequilíbrio emocional, mas o técnico Tite preferiu respeitar as reações do seu principal jogador, se dizendo também um "cara emotivo"

13:30 | 22/06/2018

Neymar foi aos prantos após o árbitro Bjorn Kuipers apitar o fim do confronto com a Costa Rica, nesta sexta-feira, em São Petersburgo. Para muitos, as lágrimas do craque brasileiro escancararam seu desequilíbrio emocional, mas o técnico Tite preferiu respeitar as reações do seu principal jogador, se dizendo também um “cara emotivo”.

Questionado sobe Neymar ter chorado após a partida, o treinador da Seleção Brasileira assegurou que não havia visto as imagens e também não conversou com o camisa 10 no vestiário.

“O único cara com quem falei [após a partida] foi o Coutinho, porque esse momento é do pessoal. Vou para o meu canto, fico quieto. Só tive contato com o Coutinho. Não tenho nem condição de fazer a avaliação, mas, seguramente, você pode perguntar para ele”, disse Tite.

“De uma coisa posso falar: a alegria, satisfação e orgulho em representar a Seleção Brasileira é muito grande. Cada um externa de forma que acha. Eu sou um cara emotivo, mas cada um tem sua característica. Respeito as características de cada um”, completou.

Apesar de ter marcado o segundo gol do Brasil nesta sexta-feira, aos 51 minutos do segundo tempo, Neymar mais uma vez não teve uma boa atuação e se destacou por cair demasiadamente no gramado após qualquer contato com seus rivais. O desempenho aquém das expectativas foi justificado por Tite, que apontou a lesão sofrida há mais de três meses pelo camisa 10 como o principal motivo de ele ainda estar um tanto quanto limitado em campo.

“Toda individualidade aparece se o conjunto estiver forte. É desumano colocar em apenas um atleta a responsabilidade de toda uma seleção. Cada um tem que assumir a sua responsabilidade para que o individual apareça. Ele ficou três meses e meio fora e jogou uma partida inteira no jogo anterior. Ele precisa de um tempo para retomar um padrão alto. Mas, antes de um padrão alto, tem uma equipe que precisa ser forte, não dependente”, finalizou.


Gazeta Esportiva

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