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Mascherano pede fim das polêmicas e prega união na Argentina

Após ganhar sobrevida na Copa do Mundo com a vitória da Nigéria sobre a Islândia, a Argentina tenta amenizar a crise que lhe ronda com a possível eliminação precoce na Rússia. Em entrevista coletiva concedida neste domingo, em Bronnitsy, o presidente da Associação de Futebol Argentino (AFA), Claudio Tapia, e dois dos líderes da equipe, [?]

09:15 | 24/06/2018

Após ganhar sobrevida na Copa do Mundo com a vitória da Nigéria sobre a Islândia, a Argentina tenta amenizar a crise que lhe ronda com a possível eliminação precoce na Rússia. Em entrevista coletiva concedida neste domingo, em Bronnitsy, o presidente da Associação de Futebol Argentino (AFA), Claudio Tapia, e dois dos líderes da equipe, Javier Mascherano e Lucas Biglia, trataram de passar uma imagem de união entre jogadores e comissão técnica após os rumores que davam conta de um suposto motim contra Jorge Sampaoli.

Antes de os atletas falarem, o dirigente máximo da AFA pegou o microfone para criticar os jornalistas. ?Muito do que disseram é mentira. Isso não acontece. Eles são o quarto poder. Existem diferentes formas de exercer o poder. Não se esqueçam que são comunicadores. Nem todos são iguais, há alguns diferentes, mas deturpam com esta função de comunicar?, esbravejou Tapia.

O mandatário da entidade que regula o futebol argentino também pediu um voto de confiança do torcedor com a seleção atual vice-campeã mundial. ?Para todos que choram por um resultado, peço que apoiem esta equipe e o sonho que temos de conquistar a classificação?, discursou.

Na sequência, Mascherano assumiu a conferência de imprensa e confirmou que houve uma reunião entre jogadores e técnico para cada parte dar a sua versão dos fatos. O volante, que atualmente joga na China, disse que se falou ?sobretudo? de futebol e as impressões dos atletas dentro de campo, mas ?sempre com o objetivo de ajudar e resolver a situação?.

?Estamos conscientes de todo o barulho que existe e, infelizmente, isso não nos ajuda em nada. Nunca ajuda, principalmente quando esse barulho tem a ver com diferenças ou quando não resulta em união?, explicou o meio-campista.

Mascherano também disse que Messi, aniversariante neste domingo?, ?está bem?, mas voltou a comentar os rumores de problemas internos na Argentina: ?Vivemos com isso no passado e vivemos com isso no presente?.

Para sobreviver na Copa do Mundo, a Argentina deve encarar a Nigéria com mudanças no esquema e na escalação. No treino deste domingo, Sampaoli trocou o 3-4-3 pelo 4-4-2 e promoveu as entradas do goleiro Armani, do meio-campista Banega e do centroavante Higuain, além do retorno de Di María.

A Argentina ocupa a lanterna do Grupo D com apenas um ponto. Para avançar às oitavas de final, os pupilos de Jorge Sampaoli precisam derrotar a Nigéria e de um tropeço da Islândia contra a Croácia. Os dois jogos acontecem simultaneamente nesta terça-feira, às 15 horas (de Brasília). ?Apareceu uma nova oportunidade. E ela é muito boa para revertermos a situação e seguirmos em frente?, projetou Biglia.

Gazeta Esportiva

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Mascherano pede fim das polêmicas e prega união na Argentina

Após ganhar sobrevida na Copa do Mundo com a vitória da Nigéria sobre a Islândia, a Argentina tenta amenizar a crise que lhe ronda com a possível eliminação precoce na Rússia. Em entrevista coletiva concedida neste domingo, em Bronnitsy, o presidente da Associação de Futebol Argentino (AFA), Claudio Tapia, e dois dos líderes da equipe, [?]

09:15 | 24/06/2018

Após ganhar sobrevida na Copa do Mundo com a vitória da Nigéria sobre a Islândia, a Argentina tenta amenizar a crise que lhe ronda com a possível eliminação precoce na Rússia. Em entrevista coletiva concedida neste domingo, em Bronnitsy, o presidente da Associação de Futebol Argentino (AFA), Claudio Tapia, e dois dos líderes da equipe, Javier Mascherano e Lucas Biglia, trataram de passar uma imagem de união entre jogadores e comissão técnica após os rumores que davam conta de um suposto motim contra Jorge Sampaoli.

Antes de os atletas falarem, o dirigente máximo da AFA pegou o microfone para criticar os jornalistas. ?Muito do que disseram é mentira. Isso não acontece. Eles são o quarto poder. Existem diferentes formas de exercer o poder. Não se esqueçam que são comunicadores. Nem todos são iguais, há alguns diferentes, mas deturpam com esta função de comunicar?, esbravejou Tapia.

O mandatário da entidade que regula o futebol argentino também pediu um voto de confiança do torcedor com a seleção atual vice-campeã mundial. ?Para todos que choram por um resultado, peço que apoiem esta equipe e o sonho que temos de conquistar a classificação?, discursou.

Na sequência, Mascherano assumiu a conferência de imprensa e confirmou que houve uma reunião entre jogadores e técnico para cada parte dar a sua versão dos fatos. O volante, que atualmente joga na China, disse que se falou ?sobretudo? de futebol e as impressões dos atletas dentro de campo, mas ?sempre com o objetivo de ajudar e resolver a situação?.

?Estamos conscientes de todo o barulho que existe e, infelizmente, isso não nos ajuda em nada. Nunca ajuda, principalmente quando esse barulho tem a ver com diferenças ou quando não resulta em união?, explicou o meio-campista.

Mascherano também disse que Messi, aniversariante neste domingo?, ?está bem?, mas voltou a comentar os rumores de problemas internos na Argentina: ?Vivemos com isso no passado e vivemos com isso no presente?.

Para sobreviver na Copa do Mundo, a Argentina deve encarar a Nigéria com mudanças no esquema e na escalação. No treino deste domingo, Sampaoli trocou o 3-4-3 pelo 4-4-2 e promoveu as entradas do goleiro Armani, do meio-campista Banega e do centroavante Higuain, além do retorno de Di María.

A Argentina ocupa a lanterna do Grupo D com apenas um ponto. Para avançar às oitavas de final, os pupilos de Jorge Sampaoli precisam derrotar a Nigéria e de um tropeço da Islândia contra a Croácia. Os dois jogos acontecem simultaneamente nesta terça-feira, às 15 horas (de Brasília). ?Apareceu uma nova oportunidade. E ela é muito boa para revertermos a situação e seguirmos em frente?, projetou Biglia.

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