PUBLICIDADE
Futebol
NOTÍCIA

Tite fala sobre Thiago Silva como capitão e explica novo rodízio: "Temos lideranças muito fortes"

Após Casemiro ser capitão na goleada sobre a Bolívia, o zagueiro é quem vai usar a faixa contra o Peru, nesta terça-feira, 13

17:55 | 13/10/2020
Tite fala sobre escolha de Thiago Silva como capitão do Brasil diante do Peru, pelas Eliminatórias da América do Sul (Foto: Lucas Figueiredo/CBF)
Tite fala sobre escolha de Thiago Silva como capitão do Brasil diante do Peru, pelas Eliminatórias da América do Sul (Foto: Lucas Figueiredo/CBF)

Desde que chegou ao comando da Seleção Brasileira, o técnico Tite instituiu um rodízio de jogadores na função de capitão. A situação mudou na Copa América de 2019, quando Daniel Alves usou a faixa, levantou o troféu e se estabeleceu no cargo. Com a ausência do jogador do São Paulo na convocação para os primeiros jogos das Eliminatórias Sul-Americanas, no entanto, o rodízio da braçadeira retornou.

Na goleada contra a Bolívia, na última sexta-feira, Casemiro foi o capitão do Brasil. Já contra o Peru, nesta terça-feira, o zagueiro Thiago Silva é quem vai usar a faixa.

O defensor é justamente quem tem mais experiência como capitão da Seleção. Thiago usou a braçadeira durante a Copa do Mundo de 2014, disputada no Brasil, e em duas partidas da Copa de 2018, na Rússia. Em entrevista coletiva, Tite explicou a escolha para o duelo contra o Peru e disse que a função não está definida.

"Nós temos alguns jogadores que tem lideranças muito fortes. Não tem nada definido, como vai ser, como não vai ser. Nós temos jogadores importantes que podem assumir essa responsabilidade Com Thiago estamos bem representados, assim como com o Casemiro e antes com o Daniel Alves", afirmou.

Com 36 anos, Thiago Silva participou das últimas três edições da Copa do Mundo, sendo titular nas edições de 2014 e 2018. Perguntado sobre o que o zagueiro deveria fazer para que disputasse seu quarto mundial, Tite não titubeou em dizer que um bom desempenho é o que coloca qualquer jogador em sua convocação, independente da idade.

" O que vai dizer aonde ele vai, é o desempenho, é a forma, a qualidade e o nível da competição que ele enfrenta. É humanamente impossível projetar a Seleção Brasileira daqui 2 anos. Quero sim e torço que ele mantenha esse nível que ele está tendo com a qualidade que ele tem, independentemente de nós. Dando um exemplo, mesmo voltando de lesão, o Daniel Alves foi escolhido o melhor da Copa América. Não há nem um preconceito contra o jovem e nem um preconceito contra uma idade mais avançada. Qualidade técnica te determina", concluiu.