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Futebol
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Neymar 'celebra' ausência de Messi e descarta favoritismo da seleção brasileira

Na véspera da partida diante da Argentina, Neymar foi o escolhido da Seleção Brasileira para conceder a última entrevista coletiva antes do clássico sul-americano, programado para às 15 horas (de Brasília), desta terça-feira.

15:30 | 15/10/2018
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[FOTO1] Na véspera da partida diante da Argentina, Neymar foi o escolhido da Seleção Brasileira para conceder a última entrevista coletiva antes do clássico sul-americano, programado para às 15 horas (de Brasília), desta terça-feira. Capitão da equipe de Tite, o atacante ‘celebrou’ a ausência de Lionel Messi, ex-companheiro de Barcelona.

“Para quem é amante de futebol, ter Messi fora de um jogo como esse é ruim, mas para nós, é bom. Sempre ressaltamos a qualidade da Argentina, dos jogadores que existem na seleção argentina hoje. É um jogo muito difícil, temos que fazer nosso papel, nosso trabalho, e é sempre gostoso de jogar”, disse.

No entanto, o astro do Barça não foi a única estrela argentina a ficar de fora da convocação para o embate contra a Seleção Brasileira. Di María, Agüero e Higuaín também não foram chamados pelo treinador interino Lionel Scaloni, que ainda deve deixar Dybala no banco de reservas. Apesar disso, Neymar descartou o favoritismo diante de uma Albiceleste repleta de ‘desconhecidos’.

“Favoritismo não existe. Brasil e Argentina é difícil. O que você espera é que seja um jogão. Da nossa parte, a gente vai entrar para vencer. A gente gosta de vencer. Mas, quando se fala de Brasil e Argentina, é um clássico, eles vão querer vencer também. A gente quer fazer nosso papel e está trabalhando para isso”, declarou.

Com a chegada de Thomas Tuchel ao Paris Saint-Germain, o camisa 10 canarinho tem alternado o posicionamento, atuando ‘de falso 9’ a meia-armador, além do habitual lugar na ponta esquerda do campo. Agora, na Seleção Brasileira, o jogador se colocou à disposição de Tite para flutuar em diversas posições, como faz no time parisiense.

“Acho que, dependendo da ocasião, pode ser necessário mudar um pouco o posicionamento, mas não sou eu que mudo, e sim o treinador. No Paris, venho jogando mais centralizado e, aqui, o professor Tite me dá mais liberdade, não só para ficar no meio, mas também aberto na ponta. Com o passar dos anos, o jogador vai buscando seu melhor posicionamento, por causa de velocidade. Faz parte do futebol, mas acho que ainda tenho gás para dar”, comentou.

Sem mais treinamentos, o Brasil encara a Argentina, no estádio The King Abdullah Sports City, em Jidá, às 15 horas (de Brasília). Após essa partida, os comandados de Tite só voltam aos gramados no dia 16 de novembro, quando enfrentam o Uruguai, em Londres.

 

 

 

 

 

 


Gazeta Esportiva

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