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Para Sergio Ramos, Liga dos Campeões vale mais que o doblete

No último domingo, o Barcelona venceu o Deportivo La Coruña por 4 a 2, e confirmou o título espanhol. Antes disso, Messi e cia, tinham conquistado a Copa do Rei. Na véspera do confronto decisivo diante do Bayern de Munique, pela Liga dos Campeões, o zagueiro e capitão Sergio Ramos foi questionado sobre o que [?]
18:45 | Abr. 30, 2018
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Tipo Notícia

No último domingo, o Barcelona venceu o Deportivo La Coruña por 4 a 2, e confirmou o título espanhol. Antes disso, Messi e cia, tinham conquistado a Copa do Rei. Na véspera do confronto decisivo diante do Bayern de Munique, pela Liga dos Campeões, o zagueiro e capitão Sergio Ramos foi questionado sobre o que é mais importante: conquistar o doblete ou a Champions:

?Depende para quem. O Barça fez um doblete, ganharam dois títulos, o que não é nada fácil. Depende do ponto de vista. Ganhar a Champions, equivale aos dois, e, para mim, vale mais. Seriam duas grandes temporadas para eles e para nós?, afirmou o jogador.

O atleta ainda falou sobre a expectativa do confronto diante dos Bávaros, com a possibilidade de alcançar mais uma decisão: ?Para o Real Madrid, ter uma oportunidade de jogar outra final é um extra de motivação, um prêmio ao sacrifício e a constância. Temos essa experiência de haver jogado, sabemos o que significa jogar essa final?, disse o capitão dos blancos.

Nesta terça-feira, Real Madrid e Bayern de Munique se enfrentarão, no segundo jogo da semifinal da Liga dos Campeões. Na ida, melhor para os comandados de Zidane, que venceram por 2 a 1. Um empate, garante os espanhóis na terceira final de Champions consecutiva.

Gazeta Esportiva

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O indefinível irrefutável

Música
2021-08-01 01:30:00
Autor Marcos Sampaio
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Marcos Sampaio Autor
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Tipo Análise

Quando, há 48 anos, o trio Secos&Molhados surgiu no cenário nacional, foi difícil compreender o que era aquilo tudo. Três homens, corpos muito magros de peito nu, com os rostos abusivamente pintados, roupas coloridas extravagantes e rebolando sem pudores. Ao centro, o único não barbado do grupo, cantava - com voz agudíssima e delicada - versos agressivos sobre bomba atômica, autoritarismo e necessidade de ir à luta.

O dono dessa voz é Ney de Sousa Pereira, rebatizado artisticamente como Ney Matogrosso. E se já era difícil enquadrar os Secos&Molhados dentro de um estilo musical, o que dizer daquele vocalista de peito peludo que parecia querer devorar a plateia? Fugir de definições, rótulos, do óbvio foi o caminho que ele seguiu desde então, a começar por passar ao largo de movimentos musicais. Embora sua trajetória se aproxime do rock, da psicodelia, do tropicalismo, ele sempre fez o próprio movimento. Nunca aderiu a nenhuma turma e até foi evitado por algumas delas.

O visual exuberante, os figurinos feitos de chifres, penas, maquiagem pesada e tapa-sexo viraram marcas-registradas de suas apresentações e cada nova capa de disco era um escândalo. Certa vez, durante um show, a plateia resolveu implicar com sua figura e gritar "bicha! bicha!". Ele ouviu o agravo, mandou a banda parar de tocar e encarou o público. Calado. Sem ter uma resposta do artista, mais a turba gritava. Ele permaneceu imóvel até que, por cansaço, todos calaram. Chegou a vez de Ney: "vão tomar no cu", disse, virou-se e foi embora.

Tanta originalidade causou estranhamento em uma sociedade que vivia sobre as botas da ditadura militar. Para a ala à direita, aquela figura era uma ofensa direta aos homens de bem e à família tradicional. E para a esquerda, a mensagem também não foi clara (como assim juntar Odair José e Chico Buarque no mesmo disco?) e a reação, num primeiro momento, foi isolá-lo. Já as crianças gostaram de cara e não foram poucas as que se divertiram quando ele cantou "O vira" com os Secos. Atração frequente no programa dos Trapalhões, Ney também parecia se divertir muito com as brincadeiras em cena. Anos depois, ele participou do especial infantil de TV "A Arca de Noé", baseado na obra de Vinicius de Moraes, cantando "São Francisco". E uma curiosidade: a faixa "Açúcar candy", gravada em seu primeiro disco solo, foi feita para uma peça infantil. Seus versos dizem: "Tua pistola dispara baunilha na minha boca, no meu corpo. Ai, precipício".

O próprio mercado duvidava de até onde Ney poderia ir sem os Secos&Molhados. Não eram poucos o que o consideravam só uma bunda rebolante. Sua resposta, mais uma vez, foi um tapa. No disco "Pescador de pérolas" (1987), ele se despiu daquela persona andrógina e se cercou de alguns dos mais classudos músicos brasileiros. Arthur Moreira Lima no piano, Rafael Rabello no violão, Paulo Moura nos sopros e Chacal na percussão levaram Ney para o mundo erudito. De terno branco e rosto limpo, ele cantou modinhas do início do século passado, cirandas e o trecho de uma ópera de Georges Bizet. Quatro anos depois, seria só com Rafael Rabello que ele faria o disco "À flor da pele", com sambas clássicos, bossas e dores de cotovelo interpretados com elegância e personalidade.

Quando achou que estava na hora, retomou à extravagância com o show "Olhos de Farol", época em que descobriu a obra de Pedro Luis. Voltou às plumas, tapas-sexo e à postura de grande frontman pop. O momento em que ele trocava de roupa em cena era um dos mais aguardados, arrancando muitos gritos da plateia. Criando revoluções, viajando pelo passado da música brasileira, apontando para o futuro, passeando pelo repertório latino-americano e fugindo de todos os modismos, Ney Matogrosso impôs seu trabalho dentro de um ambiente arisco. E assim segue. Sem nunca ter cantado em inglês, se apresentou pela primeira vez em Londres aos 78 anos, com seu show mais roqueiro.

Neste domingo, 1º, Ney completa 80 anos. Os planos seguem um filme biográfico ("Homem com H", previsto para 2023), um livro sobre sua vida (lançado pela Cia. Das Letras) e um novo disco, "Nu como minha música". O álbum conta com composições de Roberto e Erasmo ("Sua estupidez"), Accioly Neto ("Espumas ao vento"), Raul Seixas ("Gita") e Caetano Veloso (a faixa-título). Inclassificável, indefinível, livre, Ney Matogrosso seguirá fazendo sua caminhada enquanto o tempo estiver ao seu favor.

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Jogo de aparências

Cinema
2021-08-01 01:30:00
Autor Agência Estado
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Tipo Notícia

Influenciadora digital, com uma multidão de seguidores aficionados por suas dicas de aeróbica, alimentação e moda fitness, Sylwia Zajac, uma popstar das redes sociais que bombou na web de Varsóvia para o mundo, leva uma vida aparentemente exemplar nas primeiras sequências de "Sweat". O segundo longa-metragem do diretor sueco (radicado na Polônia) Magnus von Horn estreou na sexta no Brasil online, via Mubi, após arrebatar vários prêmios mundo afora. A palavra "aparência" é o termo central para entender a personagem encarnada por Magdalena Kolesnik nesse drama existencial que foi chancelado com a logo de Cannes, em 2020, mas não teve como ser exibido na Croisette, pelo adiamento da edição presencial do evento do ano passado, por causa da pandemia.

Em seu mundo de faz de conta, regado a suor (que, em inglês, é o tal "Sweat", do título), Sylwia faz parecer que sua alma está tão saudável quanto seu físico, talhado pela cartilha do "saúde é o que interessa, o resto não tem pressa", em horas e horas de malhação e em refeições sem glúten. Mas a lógica do "assim é, assim lhe parece" não é tão cartesiana no dia a dia dela. Sylwia tem um coração devastado, que reflete uma certa solidão universal, inerente ao isolamento crescente (mesmo anterior à covid-19) em uma sociedade que cultua o corpo.

"Ser solitário é uma condição tratada como tabu, mas, não necessariamente, é um problema, pois pode ser uma opção. O problema aqui é o fato de Sylwia ser uma pessoa que quer ser autêntica em suas performances. Mas ela não é uma atriz.

Nós, atrizes, podemos ter várias abordagens para uma performance, oferecendo essa tal autenticidade. Não é o caso de uma influenciadora digital como Sylwia. Ela é alguém que está na Polônia, uma sociedade mais racional que, embora esteja no centro da Europa, parece estar distante do continente", diz Magdalena ao Estadão, em entrevista via Zoom, tentando entender o drama da protagonista de um longa laureado com o prêmio de melhor filme nos festivais de Trieste e de Chicago.

Filme esse que parte da percepção da angústia de uma mulher que é "amada" por milhões de pessoas que seguem e curtem suas postagens, mas não fazem ideia alguma de seus conflitos com sua mãe e com seus demais familiares.

"Os sentimentos não transbordam nas cenas em que ela se exercita Essas cenas estão lá para traduzir seu universo e dar dinamismo visual à narrativa. As emoções explodem quando ela enfrenta o fã stalker que a segue, que se masturba diante dela. Nas reações dela, vemos o que se passa em seu âmago para além do que ela mostra", diz Magnus von Horn ao Estadão.

Egresso de uma série de curtas-metragens, o diretor estreou em longas em 2015, com The Here After, rodado em sua Suécia natal, e fez "Sweat inspirado por uma percepção de uma polarização moral e política na Polônia, onde estudou cinema na prestigiada Escola de Lodz. "Eu passei 16 anos em solo polonês e encontrei, com meu olhar de estrangeiro, uma nação dividida entre as marcas do regime comunista do passado e o presente", diz o realizador, que leva o público às lágrimas numa cena em que Sywlvia é abordada por uma seguidora mais interessada em poder desabafar uma perda pessoal do que em fazer uma selfie com sua musa.

"Estamos discutindo a necessidade que as pessoas têm de se conectar e compartilhar vivências. Meu produtor brincou que um filme é um post que leva quatro anos para chegar às redes sociais. Nessa brincadeira, eu percebo uma questão sobre as formas de conexão que buscamos. E o quanto, a partir delas, tentamos ser mais verdadeiros com o que sentimos."

Elogiado em todos os festivais por onde passou, incluindo a Mostra de São Paulo de 2020, "Sweat" acabou encontrando um lar na Mubi em vez de chegar ao circuito exibidor. "Tirando a França, onde os cinemas seguem muito concorridos, não há muita gente frequentando salas neste momento de pandemia, o que é uma situação difícil, mas reveladora da importância que os streamings têm ao darem aos cineastas uma chance de seguir em frente, de continuar criando", elogia Magnus.

"Acredito que, no futuro, saber previamente onde o filme virá a ser exibido há de influenciar a feitura dos longas-metragens, dramaturgicamente. O meio vai interferir no que estamos criando". (Agência Estado)

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A arte da disciplina

COTIDIANO
2021-08-01 01:30:00
Autor Lara Montezuma
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Lara Montezuma Autor
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Tipo Notícia

Afinal, o que é disciplina? A palavra é recorrente nos discursos escolares, presente no ambiente educacional familiar, constante no âmbito do trabalho e valiosa para o planejamento de semestres como o que está por vir. Na literatura, o filósofo e educador estadunidense John Bradshaw afirma que a disciplina é a "arte de diminuir o sofrimento em vida". Já na música, o cantor Renato Russo entoa que a característica é "liberdade" na canção "Há Tempos", da banda de rock brasileira Legião Urbana.

Para a professora de psicologia da Universidade de Fortaleza (Unifor), Roberta Cavalcante, a disciplina pode ser conceituada no viés psicológico como "a capacidade que nós podemos desenvolver enquanto seres humanos através de uma prática, uma determinada ação, feita de maneira organizada e perseverante a fim de atingir um objetivo". Em tempos onde tudo parece se encontrar em descompasse, encontrar o equilíbrio disciplinar "norteia" o indivíduo.

A profissional não fala sobre a concepção de algo rígido e inflexível, que funciona sob a troca entre obrigações e punitividade. Ela ressalta a disciplina positiva, perspectiva desenvolvida pela escritora Jane Nelsen com base nas teorias do psicólogo Alfred Adler e do psicólogo Rudolf Dreikurs. "É uma filosofia em que ela nos suscita firmeza frente a educação dos filhos, porém com gentileza. Todas as ações que devemos ter com nossos filhos devem ser pautadas pelo respeito mútuo", defende.

De acordo com Roberta, a vertente está em movimento crescente, principalmente na área da educação de pais para filhos. "A disciplina nos ajuda a saber que a gente não vive só, que a gente vive em comunidade. O maior ganho é perceber que existem outras pessoas a partir dessa relação de respeito, você começa a compreender a questão até dos direitos e deveres", exemplifica a psicóloga. E o que pode o reforço deste elemento pode ocasionar? "Nós precisamos de limites na vida, até para lidar com algumas questões nas nossas escolhas. Isso pode resultar em cidadãos mais conscientes", argumenta Roberta.

A atleta de jiu-jitsu Ana Virgínia Maia, 23, consolidou o caminho no esporte por meio da perseverança. O início das práticas de atividades físicas foi ainda na infância, aos seis anos de idade, e a arte marcial japonesa foi a sua escolha junto com outras modalidades, como futebol e vôlei. "Desde criança, pratico esportes quase todos os dias, é algo que eu amo fazer e sempre me ajudou a controlar minha ansiedade", conta.

A disciplina, destaca Virgínia, é "fundamental" para alcançar objetivos na área e deve ser aplicada na dieta, no treino e no sono. Estabelecer e seguir uma rotina foi essencial para que a atleta conseguisse manter bons resultados. "Em 2017, consegui uma bolsa de 100% no time de lutas da Universidade de Fortaleza (Unifor) pelos meus resultados obtidos nos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs), onde fui campeã da categoria de faixa roxa leve e das faixas azuis e roxas", relembra.

Posteriormente, Virgínia foi a primeira cearense adulta a conquistar 4 medalhas no Campeonato Brasileiro de Jiu-Jitsu e também obteve bons resultados em demais competições nacionais. Ela menciona que sempre buscou auxiliar pessoas por meio de aulas particulares como personal trainer e professora de luta. "Temos atletas fenomenais que mostram que não precisamos sair de casa para ter grandes resultados, campeões brasileiros, sul-americanos e, futuramente, tudo se encaminha para termos campeões mundiais", destaca.

Na teoria, pode ser fácil compreender a necessidade da disciplina em um cotidiano funcional. A prática, entretanto, parece ser um pouco mais difícil e lenta. Para quem busca aprimorar a organização e planejamento das tarefas, a internet conta com profissionais voltados para este tipo de conteúdo. Um exemplo é Rebeca Rosa, administradora do perfil "Organizando com a Deusa", que auxilia mais de 7 mil seguidores a estruturar uma rotina. A criadora de conteúdo também soma mais de 100 alunas e 20 mentoradas em cursos virtuais.

"Tanto a organização, como o planejamento, eu vejo como uma bússola, mas muita gente enxerga como um muro engessado. A gente vai se perder com um trabalho, um problema, o planejamento vai ajudar a continuar no mesmo caminho, não necessariamente na mesma velocidade", explica Rebeca. Formada em História, ela foi ensinada sobre o valor da organização desde cedo, mas apenas investiu no projeto na faculdade. "Eu criei um Instagram para falar sobre organização nos estudos, só que ninguém queria saber disso. Todo mundo queria saber de organização diária, como organizar a vida. Decidi focar no planejamento, mas só em 2020 o perfil se transformou numa empresa", lembra.

Dentre as suas clientes, a maior queixa é a exaustão, principalmente após a pandemia. Rebeca comenta que a rotina "tem capacidade de destruir a gente". Ela insiste na construção de hábitos equilibrados para os objetivos de cada indivíduo, o que implica incluir momentos prazerosos no dia-a-dia. "Não dá para colocar tudo de uma vez, é sempre aos poucos. Uma mudança por mês, como se você tivesse numa batalha, mudanças radicais não são permanentes", explica. Para visualizar melhor os objetivos e necessidades, ela indica o exercício de criação da Roda da Vida, ferramenta de análise das áreas pessoais, como relacionamentos e saúde. "Você vai analisar o seu nível de satisfação, o que você quer mudar, como você quer mudar em pequenos passos, o que ajuda a ter noção dos seus objetivos", detalha.

Para facilitar o processo existem alguns recursos físicos, como agendas, e virtuais, a exemplo de aplicativos como o Notion e Trello. Eles são úteis para sistematizar informações e facilitar a visualização dos planos. "É importante parar de querer a ferramenta perfeita, o método perfeito, a ferramenta pode ajudar, mas não vai salvar", esclarece. Assim, é possível começar aos poucos - Rebeca indica iniciar pelo planejamento semanal - e ir construindo uma rotina mais disciplinada focada nos objetivos mensais e semestrais.

 

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Dicas para o planejamento semestral

2021-08-01 01:30:00
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Por Rebeca Rosa, do perfil "Organizando com a Deusa".

01. Para planejar o que está por vir, deve-se analisar as intenções do começo do ano para identificar o que já foi conquistado e o que precisa ser modificado.

02. É recomendável avaliar o que ainda é desejado e traçar metas.

03. O próximo passo é entender quais vão ser as pequenas atividades diárias necessárias para alcançar os objetivos.

04. Mantenha por perto um mural de inspiração. Pode ser um painel de imagens, lembretes na mesa, qualquer coisa que lembre o propósito e ajude a manter a disciplina dos hábitos.

 

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Mais informações

2021-08-01 01:30:00
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Livro "Disciplina Positiva" (2015), de Jane Nelsen, por R$ 46,99.

Livro "O Poder do Hábito" (2012), de Charles Duhigg, por R$ 30,88.

Filme "Coach Carter - Treino para a vida" (2005), estrelado por Samuel L. Jackon.

Podcast "Eu Organizado", por Ana Carolina Queiroz, no Spotify.

 

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