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Futebol

Fernando Diniz é trunfo do Atlético-PR em decisão contra o São Paulo

Depois de vencer o São Paulo por 2 a 1 em casa, o Atlético Paranaense vai ao Morumbi enfrentar o Tricolor paulista pelo jogo de volta da quarta fase da Copa do Brasil. Para o duelo, assim como na ida, o Furacão leva a campo o estilo de jogo implantado pelo técnico Fernando Diniz, conhecido [?]

09:15 | 19/04/2018

Depois de vencer o São Paulo por 2 a 1 em casa, o Atlético Paranaense vai ao Morumbi enfrentar o Tricolor paulista pelo jogo de volta da quarta fase da Copa do Brasil. Para o duelo, assim como na ida, o Furacão leva a campo o estilo de jogo implantado pelo técnico Fernando Diniz, conhecido por priorizar a posse de bola e evitar os ?chutões? da defesa.

Como se espera de um time comandado por Fernando Diniz, o jogo do Furacão é baseado no domínio da posse de bola. Em cinco jogos pela Copa do Brasil, o time tem, em média, 56% da posse de bola. A maior marca foi no jogo de nove gols contra o Tubarão, pela segunda fase. Na Arena da Baixada, o Atlético venceu por 5 a 4 e teve 65% da posse de bola. A maior marca da temporada, no entanto, foi na vitória por 3 a 0 sobre o Newells Old Boys, na última quinta-feira, quando a posse de bola foi de 67%.

O domínio da posse de bola passa também pela eficiência nos passes. O Atlético acertou 94% dos passes que tentou nos cinco jogos pela Copa do Brasil, sendo o empate por 1 a 1 contra o Ceará, no jogo de volta da terceira fase, o melhor jogo da equipe no quesito. Foram 96,5% de passes certos na partida após apenas 21 erros no fundamento. Assim como no quesito posse de bola, a pior partida do time em relação a passes certos é a vitória sobre o Tricolor, quando o Furacão acertou 93% dos passes.

Além da capacidade de manter a bola nos pés, um dos triunfos atleticanos é o ataque. Apesar de ter passado em branco em duas partidas nesta Copa do Brasil, o Atlético soma oito gols em cinco jogos. Apesar do bom número, a equipe não tem um jogador entre os artilheiros da competição, com Guilherme sendo o melhor marcador com dois gols. Os outros seis são de Matheus, Felipe, Pablo, Bergson, Thiago Heleno e Paulo André.

A defesa do rubro-negro paranaense também não deixa a desejar. O time cedeu seis gols nos cinco jogos da copa, número inflacionado pela chuva de gols contra o Tubarão, na qual sofreu quatro gols. No entanto, nos outros quatro jogos são apenas dois gols gols sofridos. Um fator importante é a forte marcação do Atlético, que não permite infiltrações do ataque adversário. Por exemplo, no jogo de ida da quarta fase, somente duas das 17 finalizações do São Paulo tiveram a direção do gol. A qualidade defensiva também reflete no resultado dos cruzamentos: dos 19 cruzamentos do Tricolor, apenas um foi correto.

Gazeta Esportiva

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