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Dortmund empata com Werder Bremen e segue em terceiro

O Borussia Dortmund ficou no empate por 1 a 1 com o Werder Bremen e perdeu a chance de assumir a segunda colocação do Campeonato Alemão. Reus abriu o placar no Weserstadion e Delaney deixou tudo igual no jogo da 32ª rodada, que foi realizado neste domingo. Com o resultado, a equipe aurinegra vai a [?]
15:00 | Abr. 29, 2018
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O Borussia Dortmund ficou no empate por 1 a 1 com o Werder Bremen e perdeu a chance de assumir a segunda colocação do Campeonato Alemão. Reus abriu o placar no Weserstadion e Delaney deixou tudo igual no jogo da 32ª rodada, que foi realizado neste domingo.

Com o resultado, a equipe aurinegra vai a 55 pontos e continua na terceira colocação da Bundesliga. Já os mandantes, que não têm mais ambições no campeonato, foram a 38 pontos e ficam no meio da tabela

O Borussia Dortmund iniciou melhor a partida e, depois de ter assustado o goleiro Pavelenka aos 13 minutos, conseguiu marcar o seu gol aos 19. Após inversão, Sancho recebeu a bola no meio e finalizou em cima do marcador. Na sobra, Reus pegou a bola dentro da área e fuzilou para o fundo da meta adversária.

O Werder Bremen quase conseguiu responder em seguida, entretanto o empate só saiu no último minuto da primeira etapa. Após cruzamento, a bola ficou viva na área, o goleiro Burki saiu estranho do gol e, na sobra, Delaney empurrou do meio da área para deixar o jogo em 1 a 1.

O time aurinegro voltou melhor na segunda etapa e até comemorou gol aos 20 minutos, mas o bandeirinha anulou bem o lance. Na jogada, Reus recebeu em posição de impedimento na área e Toprak empurrou para dentro do gol depois do cruzamento. Dois minutos depois, Reus acertou na trave em bela finalização.

Os visitantes cresceram na partida e pararam na trave aos 30 minutos. Akanji arrancou pela esquerda, cortou para dentro da área e seu arremate parou no travessão após defesa de Pavlenka.

O time de Peter Stoger pressionou no final da partida, mas não conseguiu achar o gol da partida.

Na próxima rodada, o Borussia Dortmund irá receber o Mainz, no sábado, dia 5 de maio, às 10h30 (de Brasília). Por sua vez, o Werder Bremen receberá o Bayer Leverkusen no mesmo dia e horário.

Gazeta Esportiva

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Olimpíada: Alison dos Santos é bronze nos 400 m com barreiras

Esportes
01:02 | Ago. 03, 2021
Autor Agência Brasil
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O brasileiro Alison dos Santos conquistou a medalha de bronze na prova dos 400 metros (m) com barreiras da Olimpíada de Tóquio (Japão), na noite desta segunda-feira (2) no Estádio Olímpico.

Olimpíada: Martine Grael e Kahena Kunze trazem ouro para o Brasil na vela

Tóquio 2021
00:58 | Ago. 03, 2021
Autor Bemfica de Oliva
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A dupla de velejadoras Martine Grael e Kahena Kunze trouxe mais um ouro olímpico para o Brasil. Com terceiro lugar na regata final, a medal race, da categoria 49er, as brasileiras terminaram em primeiro lugar na colocação geral da modalidade.

Com o resultado, a dupla consegue o bicampeonato olímpico da categoria. Martine e Kahena já haviam sido campeãs da vela 49er na Olimpíada do Rio, em 2016.

Nas competições de vela, o ranking é decidido em uma série de regatas, que acontecem no decorrer de vários dias. As dez equipes com melhor posicionamento avançam para a final, que vale pontuação dobrada.

Martine Grael e Kahena Kunze chegaram à medal race em segundo lugar no ranking. A dupla tinha a mesma pontuação que a equipe holandesa, porém perderam no critério de desempate. Na regata final, porém, todas as equipes que poderiam tirar o primeiro lugar do Brasil ficaram em colocações piores.

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Ceará conta com compra direta de 3 milhões de doses da Coronavac para atingir meta de vacinação até agosto

covid-19
00:38 | Ago. 03, 2021
Autor Ana Rute Ramires
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O secretário da Saúde do Ceará, Carlos Martins Rodrigues Sobrinho, o Dr. Cabeto, reiterou que a meta de vacinar todos os adultos do Ceará até o final de agosto está mantida. Para isso, ele conta com a aquisição direta de 3 milhões de doses da Coronavac com a empresa Sinovac. A negociação está sendo realizada por meio do Instituto Butantan, que pertence ao governo de São Paulo.

O secretário comentou sobre o cenário epidemiológico em entrevista no programa Domingo Debate, na rádio Assunção, nesse domingo, 1º. Ele garante que o Estado tem capacidade de vacinação suficiente para atingir a meta prevista.

"O que o Estado está esperando? As previsões do Ministério da Saúde são de que isso vá até final de setembro. O Estado do Ceará tem uma tratativa direta com a Sinovac, a empresa que fornece vacina para o Butantan", detalha.

Nesse acordo, a previsão é de entrega de doses extras em relação ao que é disponibilizado por meio do Plano Nacional de Imunização (PNI). "Se isso se concretizar agora na segunda quinzena de agosto, a gente espera terminar a vacinação até 18 anos até o final de agosto. É essa a ideia inicial", prospecta.

No mês passado, o governador Camilo Santana (PT) disse que um secretário do governo foi enviado à China para contatos diretos com a companhia do País.

Na semana passada, a secretária executiva de Vigilância e Regulação da Secretaria da Saúde do Ceará, Magda Almeida, chegou a alertar para a quantidade insuficientes de doses que o Estado tem recebido, com "grandes chances de a meta de vacinação em agosto não ser atingida no Estado por falta de imunizantes".

Conforme Vacinômetro Estadual, atualizado às 17h desse domingo, 1º, já foram aplicadas 3.855.400 primeiras doses e 148.495 doses únicas de vacinas contra a Covid-19.

Considerando a estimativa populacional do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Estado tem 6.898.000 pessoas acima de 18 anos. Dessa forma, Ceará ainda precisa aplicar 2.894.105 doses até o final deste mês para atingir a meta estabelecida.

Conforme a assessoria de imprensa da pasta, contudo, a meta se refere apenas aos já previamente cadastrados para a imunização.

"A Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) informa que, de acordo com o número de pessoas cadastradas no Saúde Digital com idade entre 18 e 59 anos, considerando o recebimento regular de imunizantes distribuídos pelo Ministério da Saúde, existe uma projeção de vacinar a população em geral dessa faixa etária, com primeira dose, até o fim do mês de agosto."

Em meio a discussões sobre a aplicação de terceira dose da vacina contra a Covid-19, o secretário acredita que deve haver revacinação em 2022.

"A gente está fazendo alguns estudos, o próprio Butantan está fazendo, sobre a necessidade de fazer uma revacinação. Os estudos ainda não estão prontos, mas me parece prudente. A gente não tem ainda a ideia de quanto tempo dura a imunidade. Então, acredito sim que vamos revacinar no ano que vem", afirmou.

Dr. Cabeto destacou ainda que a população precisa se vacinar com qualquer uma das vacinas disponíveis. "A realidade é que todas as vacinas são seguras. Dependendo de detalhes da faixa etária e do tipo de doença pré-existente, pode ter alguma mais ou menos eficiente. Mas quando você fala em termos globais, o que é eficiente? Vacinar muito. Quando se vacina muito, diminui-se o número de casos positivos, a chance de transmissão cai, e a carga viral fica pequena", acrescentou.

 

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Isaquias Queiroz e Jacky Godmann ficam em 4º em Tóquio

Esportes
00:32 | Ago. 03, 2021
Autor Agência Brasil
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Os brasileiros Isaquias Queiroz e Jacky Godmann terminaram a prova do C2 1000 metros (m) da canoagem de velocidade da Olimpíada de Tóquio (Japão) na 4ª posição, com o tempo de 3min27s603, na noite desta segunda-feira (2) no Canal Sea Foreste.

Da margem às Olimpíadas: conheça cultura do skate no Brasil e no Ceará

Estilo de vida
00:30 | Ago. 03, 2021
Autor Clara Menezes
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"A vida te pede, mas a vida não te dá. Devagar com meu skate um dia eu cheguei lá". O cantor e compositor Chorão (1970 - 2013), da banda Charlie Brown Jr., foi - e ainda é - um dos grandes nomes do rock nacional. Com letras que revelavam suas experiências e seu estilo de vida urbano, tornou-se um dos maiores símbolos brasileiros da cultura do skate. Mas essa atividade extrapola os limites do esporte e ganha significados simbólicos. É, desde o início, uma identidade. Como o vocalista do grupo de Santos entoou várias vezes: "De skate eu vim, de skate eu vou. É desse jeito que eu sou. É o que tenho, é o que quero, é o que sei, é o que faço".

Talvez não seja possível afirmar em que ano específico o movimento surgiu, mas ganhou intensidade entre os surfistas da Califórnia na década de 1950. Eles, que tinham que esperar as boas ondas para surfar, se adaptaram da água para a terra. Mas aquele equipamento virou uma referência mundial: por ser visto em áreas urbanas, foi agregado às culturas consideradas marginalizadas, como o rap, o hip hop e o grafite. Foi associado, portanto, à simbologia da cidade.

Com esse processo, cresceu também a discriminação. No Brasil, mais especificamente em São Paulo no ano de 1988, o então prefeito Jânio Quadros chegou a proibir a prática na capital paulista. O principal motivo era que os praticantes se reuniam no Parque do Ibirapuera, onde a prefeitura funcionava na época. Os jovens fizeram passeata pedindo a liberação, mas a atividade só foi legalizada quando Luiza Erundina assumiu o cargo em 1989.

"O skate, de certa forma, é um ato político. A história do skate no Brasil, principalmente em São Paulo, foi voltada para a discriminação entre vários poderes e outras instituições", pontua Davi Gomes Barroso, coodernador responsável pela Coordenadoria Especial de Políticas Públicas de Juventude da Prefeitura de Fortaleza.

Na capital cearense, a ocupação dos espaços públicos aumentou na última década. "A importância desse esporte estar nas Olimpíadas, com atletas que inspiram novas gerações, é que a gente passa a enxergar o skate como uma potência. Em Fortaleza, por exemplo, apesar de já existirem algumas pistas de skate antes, elas tiveram um crescimento exponencial nos últimos 10 anos. Agora tem no Pici, José Walter, Mondubim…", cita Davi.

Leia também | Como o quadro de medalhas olímpico explica a geopolítica

Segundo ele, isso movimenta uma grande cadeia produtiva na economia, que envolve a produção de skates e até áreas artísticas. "Aqui, as pessoas se encontram, vão nas pistas, pedem melhorias, manutenções... Quando falamos de skate, falamos de toda uma cadeia produtiva, de um mercado que tem crescido em Fortaleza", comenta.

Além de esporte, andar de skate se tornou uma cultura nos espaços urbanos(Foto: Suzana Campos/ Rede Cuca)
Foto: Suzana Campos/ Rede Cuca Além de esporte, andar de skate se tornou uma cultura nos espaços urbanos

Apesar da movimentação de grupos, ainda há muito o que melhorar, principalmente, no âmbito político. "O processo de popularização ocorre de maneira lenta. Os políticos não valorizam esse esporte, que tem um cunho social e cultural muito grande no nosso Brasil. O skate é um esporte periférico, de custo-benefício baixo. Toda criança, quando vislumbra um esporte, seu primeiro contato ou é a bola ou é o skate", opina Renner Souza, professor de skate da Rede Cuca.

O profissional, que agora ganha a vida ensinando seus alunos, teve seu primeiro contato com o esporte e o estilo de vida ainda na adolescência. "Comprei um skate aos 13 anos. No começo, minha mãe não me apoiava porque via o skate como um esporte marginalizado, que ia me apresentar às drogas, que ia me apresentar à rua. Fui criado pela minha mãe, porque meu pai faleceu muito cedo, então ela tinha receio. Mesmo assim, minha avó apoiou, insistiu e deu certo", recorda.

Segundo ele, não havia apoio financeiro na sua época para que pudesse se manter no esporte. Por isso, encontrou outros jeitos de driblar a situação: formou-se em educação física e se especializou. "Não consegui me tornar um profissional, mas não desisti dos sonhos (...). Hoje o sustento da minha família vem do skate", diz.

Para o professor, a prática é mais do que um esporte, um lazer ou um meio de transporte. "O skate tem várias vertentes que envolvem um contexto cultural urbano e social muito grande. Vai do graffiti, do rap, da forma de se vestir, da identidade da pessoa e de sua sociabilidade. Não existe uma frase melhor pra contextualizar o skate a não ser dizer que é um estilo de vida".

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