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Diego Souza não viaja com o São Paulo para duelo na Argentina

O meia-atacante Diego Souza não embarcou com a delegação do São Paulo para a Argentina durante a manhã desta terça-feira. A equipe estreia na Copa Sul-Americana nesta quinta, às 21h30 (de Brasília), diante do Rosario Central. O jogador de 32 anos não viajou por opção do técnico Diego Aguirre, que só pode relacionar 18 atletas [?]
12:00 | Abr. 10, 2018
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O meia-atacante Diego Souza não embarcou com a delegação do São Paulo para a Argentina durante a manhã desta terça-feira. A equipe estreia na Copa Sul-Americana nesta quinta, às 21h30 (de Brasília), diante do Rosario Central. O jogador de 32 anos não viajou por opção do técnico Diego Aguirre, que só pode relacionar 18 atletas para cada partida do torneio continental.

Assim, durante o período em que o time estiver fora do País, ele treinará no CT da Barra Funda junto com os demais que não integraram a lista de relacionados. Na última segunda-feira, Aguirre indicou o time titular para o duelo com o Rosario, com Nenê, Valdívia e Tréllez formando o ataque.

Para preencher a vaga deixada por Lucas Pratto, negociado com o River Plate em janeiro, o São Paulo gastou R$ 10 milhões para tirar Diego Souza do Sport. O jogador, com a expectativa de disputar a Copa do Mundo como centroavante, recebeu a camisa 9 e se tornou a principal esperança de gols do time tricolor.

No entanto, Diego Souza ainda não correspondeu às expectativas. Com Dorival Júnior no comando, não conseguiu brilhar como referência na área. E, sob os olhares de Aguirre, entrou mal contra o Corinthians e ainda desperdiçou um dos pênaltis que determinaram a eliminação da equipe nas semifinais do Campeonato Paulista. Ele soma apenas três gols em 16 partidas disputadas com a camisa tricolor.

Gazeta Esportiva

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Rede pede ao STF multa de R$ 500 mil para Bolsonaro a cada fala sobre fraude

POLÍTICA
2021-07-30 21:05:29
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O partido Rede Sustentabilidade pediu nesta sexta-feira, 30, ao ministro do Gilmar Mendes, decano do Supremo Tribnal Federal, a ‘imediata aplicação’ de multa de R$ 500 mil a cada vez que o presidente Jair Bolsonaro, seus ministros ou familiares se manifestem sobre a ‘inverídica existência’ de fraudes nas eleições. Em live nesta quinta, 29, o presidente admitiu não ter provas sobre as alegações que faz desde março do ano passado.
A solicitação da Rede se deu no âmbito de mandado de segurança que a legenda havia impetrado no STF para que Bolsonaro apresentasse evidências sobre seus ataques à urna eletrônica. Foi no âmbito de tal ação que Gilmar havia determinado, em junho, que o presidente prestasse informações sobre as declarações recorrentes de que houve fraudes nas eleições.
Na live desta quinta-feira, 29, no entanto, Bolsonaro disse não ter "provas", mas apenas "indícios" de fraudes nas urnas eletrônicas. Mostrou vídeos que circulam há anos as redes sociais, que já foram classificados como falsos por agências de checagem, entre as quais o Estadão Verifica, e expôs análises enviesadas sobre apuração dos votos. Em um dos vídeos exibidos aparece o astrólogo Alexandre Chut, que diz fazer acupuntura em árvores.
O partido classificou a live do presidente como um ‘absurdo’, argumentando que Bolsonaro ‘não respeita os demais Poderes da República’ e frisando que é ‘imperativo que se coloque um freio nos anseios autoritários’ do presidente. A solicitação da legenda é a de que as multas eventualmente impostas a Bolsonaro sejam cobradas do patrimônio pessoal do presidente, com o valor revertido ao controle da pandemia, especialmente em relação às pessoas em situação de vulnerabilidade.
Também nessa sexta-feira, após Bolsonaro admitir que não tem provas sobre suas alegações, o presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), disse que a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) sobre o voto impresso não terá apoio para chegar ao plenário da Casa. A PEC do voto impresso está em comissão especial da Câmara, que retomará os trabalhos na próxima semana, após o recesso parlamentar. A tendência é que a proposta, defendida por Bolsonaro e seus aliados, seja derrotada.
A afirmação de Lira se deu durante live realizada pelo site Consultor Jurídico, transmissão da qual o ministro Gilmar Mendes também participou. Na ocasião, o decano da corte disse ver uma ‘intenção subjacente’ em torno das discussões sobre o voto impresso e as alegações de fraudes nas eleições, classificando o assunto como uma ‘conversa fiada’.
"A questão do voto impresso está tramitando na comissão especial. O resultado da comissão impactará se esse assunto vem ao plenário ou não. Na minha visão, tudo indica que não", afirmou o presidente da Câmara, em live realizada pelo Conjur. A transmissão também contou com participação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, para quem esse assunto é uma "conversa fiada".
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MP prorroga vigência de medidas excepcionais durante a pandemia

Saúde
2021-07-30 20:56:10
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O governo federal editou hoje (30) a Medida Provisória No 1.059 de 2021, que garante a continuidade de medidas excepcionais para aquisição de vacinas, medicamentos e insumos para o combate à covid-19 autorizadas pela Lei No 14.124, aprovada em março deste ano.

O texto da lei previa as medidas excepcionais até amanhã (31). Pela MP, a Lei 14.214 passa a ter vigência enquanto durar a Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional declarada em razão da pandemia.

A Lei permitiu, por exemplo, a dispensa de licitação para que a administração pública direta e indireta possa celebrar contratos de aquisição de vacinas e insumos voltados ao combate da covid-19.

A norma também autorizou que estados e municípios adquirissem imunizantes com autorizações excepcionais para importação, o que acabou ocorrendo no caso da Sputnik V a partir de pedido de governos do Nordeste.

Passaram a ser reconhecidas autorizações de autoridades sanitárias de outros países e blocos, como União Europeia, Estados Unidos, Rússia, China, Argentina, Austrália, Japão, Índia, Canadá e Reino Unido.

A lei também permitiu medidas excepcionais em outras áreas, como na contratação de bens e serviços de tecnologia da informação e comunicação.

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Decreto oficializa desbloqueio do Orçamento de 2021

Economia
2021-07-30 20:55:39
Autor Agência Brasil
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Um decreto assinado hoje (30) pelo presidente Jair Bolsonaro oficializou o desbloqueio de todo o Orçamento de 2021. A liberação dos recursos havia sido divulgada há uma semana, quando o governo enviou ao Congresso o Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas.

Ao todo, foram liberados os R$ 4,522 bilhões que estavam contingenciados desde a sanção do Orçamento, em abril. A pasta mais beneficiada foi o Ministério da Educação, com R$ 1,558 bilhão liberados. Em seguida, vêm os ministérios da Economia (R$ 830,5 milhões), da Defesa (R$ 671,7 milhões) e do Desenvolvimento Regional (R$ 382,7 bilhões).

Em seguida, vêm os Ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovações (R$255,4 milhões); da Cidadania (R$ 204,7 milhões); das Comunicações (R$ 145,4 milhões); das Relações Exteriores (R$ 143,2 milhões); de Minas e Energia (R$ 89,7 milhões); da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (R$ 80 milhões); do Turismo (R$ 56 milhões); da Infraestrutura (R$ 40,3 milhões); a Presidência da República (R$ 35,6 milhões); o Ministério da Saúde (R$ 25,8 milhões) e o Ministério da Justiça e Segurança Pública (R$ 3,2 milhões).

Da verba que estava bloqueada, R$ 2,8 bilhões poderão ser liberados para gastos discricionários (não obrigatórios), como investimentos (obras e compras de equipamentos). O relatório também aumentou em R$ 25,44 bilhões, de R$ 99,495 bilhões para R$ 124,935 bilhões, a previsão de créditos extraordinários.

Fora do teto de gastos, os créditos extraordinários estão relacionados aos gastos com o enfrentamento da pandemia de covid-19. A ampliação de R$ 25,44 bilhões está relacionada à prorrogação do auxílio emergencial por três meses. O benefício, que acabaria neste mês, foi estendido até outubro.

Histórico

Sancionado no fim de abril, o Orçamento de 2021 enfrentou uma negociação tensa. A lei orçamentária foi sancionada com R$ 19,8 bilhões vetados e R$ 9,3 bilhões contingenciados (bloqueados). Em maio, o Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas permitiu a liberação de R$ 4,8 bilhões.

Com o relatório divulgado hoje, os cerca de R$ 4,5 bilhões que ainda estavam bloqueados foram definitivamente liberados, e todos os ministérios e órgão públicos tiveram a verba recomposta. Aprovado com cerca de R$ 30 bilhões remanejados de gastos obrigatórios para emendas parlamentares, o Orçamento de 2021 foi sancionado com vetos parciais, após um acordo político, para evitar o descumprimento de regras fiscais por parte do governo.

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EUA: Câmara não aprova extensão de moratória que evita despejos na pandemia

ECONOMIA
2021-07-30 20:50:32
Autor Agência Estado
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Uma moratória federal sobre o despejo de inquilinos, nos Estados Unidos que atrasaram o aluguel durante a pandemia de covid-19 está definida para expirar conforme programado neste fim de semana, depois que os legisladores não conseguiram adiantar uma extensão de última hora.
A administração do presidente Joe Biden pediu aos legisladores ontem que estendessem a moratória do Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) ainda mais, dizendo que o CDC não poderia estender a moratória por conta de uma decisão recente da Suprema Corte.
Os deputados da Câmara dos Representantes suspenderam a sessão hoje para o recesso de agosto sem ação sobre a medida, depois que a liderança democrata tentou e falhou em garantir votos. A moratória do CDC termina em um momento de vulnerabilidade para os inquilinos, já que a variante delta do vírus continua a se espalhar em muitas partes do país.
Os governos estaduais e locais têm lutado para distribuir US$ 47 bilhões em dinheiro federal para ajudar inquilinos que não podem pagar aluguel por causa da crise, deixando muitas pessoas em risco de serem forçadas a deixar suas casas quando a moratória terminar.
Os republicanos criticaram as extensões da moratória e pediram que o governo ajude a agilizar a distribuição do auxílio aluguel aprovado pelo Congresso. A moratória, que se originou de uma ordem executiva assinada pelo então presidente Donald Trump em agosto passado, protege os inquilinos que não realizaram o pagamento do aluguel mensal de serem forçados a deixar suas casas se declararem dificuldades financeiras. Eles ainda devem o aluguel atrasado.
A moratória foi originalmente definida para expirar em 31 de dezembro de 2020, mas o Congresso a prorrogou até o final de janeiro, e o CDC estendeu a ordem três vezes.
Fonte: Dow Jones Newswires.
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Mário Monjardim, dublador do Pernalonga, morre aos 86 anos

Luto
2021-07-30 20:50:29
Autor Clara Menezes
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O dublador brasileiro Mário Monjardim morreu nesta sexta-feira, 30 de julho, aos 86 anos. Ele já tinha sofrido um AVC no ano passado, mas a causa da morte não foi divulgada.

O profissional faleceu dias depois do amigo e parceiro de carreira Orlando Drummond (1919 - 2021). Os dois atuavam na profissão e, inclusive, concediam suas vozes no mesmo desenho animado: enquanto Drummond dava vida a Scooby-Doo, Monjardim interpretava Salsicha.

O profissional ainda ganhou maior destaque na dublagem por dar voz a Pernalonga, do Looney Tunes, outro personagem icônico e popular entre várias gerações. Também interpretou Frangolino e Capitão Caverna.

O dublador começou sua carreira na rádio em 1954, mas, uma década depos, migrou para a recém-inaugurada TV Globo. Na emissora, participou de programas humorísitcos como “Chico Anysio Show” e “Os Trapalhões”.

Comelou a dublar em 1958 e não parou até sofrer um AVC em 2020. Ele era pai do diretor de dublagem Júlio Monjardim e de outros quatro filhos: Marcus, André, Leyla e Mario.

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