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Kleina lamenta expulsões, mas não joga a toalha na Libertadores

O técnico Gilson Kleina foi para a entrevista coletiva após a derrota da Chapecoense por 1 a 0 para o Nacional na Arena Condá aparentemente conformado e sereno. Para o treinador do Verdão do Oeste não há motivo para não dizer que os uruguaios foram melhores no primeiro duelo válido pela segunda fase da Copa [?]

23:45 | 31/01/2018

O técnico Gilson Kleina foi para a entrevista coletiva após a derrota da Chapecoense por 1 a 0 para o Nacional na Arena Condá aparentemente conformado e sereno. Para o treinador do Verdão do Oeste não há motivo para não dizer que os uruguaios foram melhores no primeiro duelo válido pela segunda fase da Copa Libertadores da América.

?Um jogo de muita marcação. Eles colocaram quatro laterais em campo, o time deles se portou melhor. No segundo tempo, melhoramos, mas criamos pouco. O gol que tomamos temos que analisar bem. Tivemos também duas chances claras, com Apodi e Bruno?, avaliou o comandante da Chape.

A principal lamentação de Kleina diz respeito aos cartões vermelhos. O Nacional foi o primeiro a ficar com um jogador a menos logo após ter marcado o gol. Mas, em dois minutos, Perotti e Eduardo, que haviam entrado na etapa final, foram advertidos com expulsões diretas por causa de uma solada e um braço no rosto do adversário, respectivamente.

?A do Perotti poderia ser (cartão) amarelo. Aconteceram outras vezes no jogo. O Eduardo realmente abriu o braço. Acho que ele (o árbitro) foi rígido na do Perotti. Na do Eduardo é interpretação?, comentou o técnico, antes de completar. ?Falamos muito da catimba, eles (jogadores) estavam cientes. Minha frustração é de não poder aproveitar mais a vantagem numérica?.

De ponto positivo ficaram as atuações de Bruno Silva, de apenas 17 anos, e Perotti, que vinha bem até ser expulso. Ambos entraram e mudaram o panorama do jogo. Bruno Silva chegou a acertar uma bola no travessão.

Gilson Kleina fez questão de deixar claro que acredita na classificação à terceira fase em Montevidéu, quarta-feira que vem, às 21h45 (horário de Brasília), e não descartou mudar o time para dar oportunidade aos garotos que apareceram com destaque.

?Tanto o Perotti como o Bruno conquistaram oportunidades com muito treino. Bruno foi muito bem, criou boas chances. Temos mais um jogo. Eles (os uruguaios) estão comemorando essa batalha, e vamos fazer de tudo para comemorar lá. O Bruno está disputando espaço e pode, sim, começar uma partida, mas temos que avaliar bem?, avisou, evitando cravar a escalação.

Gazeta Esportiva

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