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Eleição não define presidente da Federação Italiana: 59% de votos brancos

Há 15 dias, a Federação Italiana de Futebol divulgou os três candidatos que concorreriam à presidência da entidade que rege o futebol italiano: Damiano Tommasi, Cosimo Sibilia e Gabriele Gravina. Em novembro passado, o então presidente, Carlo Tavecchio, renunciou ao cargo uma semana após a eliminação da Itália na repescagem da Copa de 2018. No [?]

20:45 | 29/01/2018

Há 15 dias, a Federação Italiana de Futebol divulgou os três candidatos que concorreriam à presidência da entidade que rege o futebol italiano: Damiano Tommasi, Cosimo Sibilia e Gabriele Gravina. Em novembro passado, o então presidente, Carlo Tavecchio, renunciou ao cargo uma semana após a eliminação da Itália na repescagem da Copa de 2018. No entanto, após votação realizada nesta segunda-feira, não houve escolha de candidato ao posto por conta da porcentagem de votos brancos: 59,09%.

Com esse número não é possível eleger nenhum dos nomes, já que a maioria absoluta (50% mais 1) não foi alcançada. Por ora, conforme divulgado no site oficial da Federação, o Comitê Olímpico da Itália assumirá o controle enquanto o impasse não é resolvido.

Foram três tentativas realizadas. Tommasi foi o menos votado, então Sibilia e Gravina participaram de um segundo turno, no qual o primeiro recebeu 1,85% dos votos e o segundo 39,06%. O total de votos brancos foi de 59,09%, o que não permite ao mais votado, Gravina, ocupar o cargo, pois não obteve mais que 50%. Uma nova eleição será feita em breve.

O futebol italiano está em crise, tanto em sua liga nacional, com clubes sem dinheiro e perda de grandes nomes para outros da Europa, quanto na seleção principal. A Itália foi eliminada pela Suécia na repescagem para a Copa de 2018 e ficou de fora da competição pela primeira vez após 60 anos. Em 2006 ganhou o título, mas nas duas edições passadas, em 2010 e 2014, foi eliminada na fase de grupos.

Gazeta Esportiva

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