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Com presença de Biro-Biro e Eder Aleixo, PV recebe jogo beneficente com craques do passado

17:58 | Dez. 01, 2017
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[FOTO1] Craques que fizeram história no futebol cearense e brasileiro desfilarão pelo gramado do estádio Presidente Vargas neste sábado (2) para a 1ª edição do Encontro Maestros da Bola. Na escalação dos times, presenças ilustre, como as ex-volante Biro-Biro (que marcou época no Corinthians) e o meia Éder (da Seleção da Copa de 82), além de nomes de apelo local, como os ex-jogadores Fábio Vidal, Sérgio Alves e Geraldo. A programação começa as 14h30min.

Na partida preliminar, o time dos Maestros da Bola encaram a equipe da Associação de Garantia ao Atleta Profissional do Ceará (Agap-CE). Na sequência, a partida principal reunirá os Maestros da Bola e a equipe do Sindicato dos Atletas de Futebol do Estado do Ceará (Safece).

O ingresso para acompanhar o evento custa R$ 10. Toda a renda será revertida para instituições filantrópicas e apoio a ex-atletas, como o ex-goleiro, Salvino, e o treinador Argeu dos Santos.

Além das partidas no gramado do PV, o Encontro também será marcado por homenagens a desportisas que apoiam o esporte: o governador Camilo Santana, o prefeito Roberto Cláudio, os secretários Mauro Filho, Ferruccio Feitosa, o treinador Argeu dos Santos, Valmir Araújo (presidente do Ferroviário), Salvino (ex-atleta), Fares Lopes (ex-presidente da Federação, já falecido) e Edilmar Norões (in memoriam).
 
SERVIÇO
1º Encontro Maestros da Bola
Data: 02 de dezembro (sábado)
Local: Estádio Presidente Vargas
Horário: 14h30
Ingressos: R$ 10
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Alison e Álvaro vencem mexicanos e vão às quartas do vôlei de praia

Esportes
2021-08-02 12:42:57
Autor Agência Brasil
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Alison e Álvaro Filho serão os representantes do Brasil nas quartas de final do vôlei de praia masculino na Olimpíada de Tóquio (Japão). A dupla avançou após vitória sobre os mexicanos Josue Gaxiola e Jose Rubio por 2 sets a 0, com parciais de 21/14 e 21/13, na manhã desta segunda-feira (2), no Parque Shiokaze, na capital japonesa.

CPI retoma trabalhos nesta terça e mira irregularidades na compra de vacinas

Política
2021-08-02 12:37:08
Autor Vítor Magalhães
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Tipo Noticia

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid no Senado retoma os trabalhos na próxima terça-feira, 3 de agosto, após o fim do recesso parlamentar de duas semanas. Para esta semana, estão previstos os depoimentos de intermediários que teriam negociado vacinas com o governo sem o aval dos fabricantes.

O primeiro a ser ouvido será o fundador da Secretaria Nacional de Assuntos Humanitários (Senah), reverendo Amilton, que teria negociado a venda da vacina AstraZeneca em nome do governo. O policial militar Luiz Paulo Dominguetti, que ofereceu 400 milhões de doses do imunizante sem autorização, disse ter contado com a intermediação do reverendo para ser atendido pelo governo federal.

Francisco Maximiano, presidente da empresa Precisa Medicamentos, que atuou como intermediária durante a negociação para a compra da vacina indiana Covaxin, deveria depor na quarta-feira, mas disse que não poderá ir porque está fora do País. Essa será pelo menos a terceira vez que a oitiva é adiada.

Com isso, o coronel Marcelo Blanco, ex-diretor substituto do Departamento de Logística do Ministério da Saúde (MS) deve ser ouvido na quarta-feira. Ele participou de um jantar onde supostamente ocorreu pedido de propina em negociação para compra do mesmo imunizante (AstraZeneca).

O empresário Airton Soligo, o Airton Cascavel, presta depoimento na quinta-feira, 5. Nome próximo ao ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello, ele teria atuado no MS sem ter cargo oficial. De acordo com a CPI, há registros da participação do empresário em ações exclusivas daqueles que têm cargo na gestão pública, como ações com prefeitos e secretários estaduais da saúde.

 

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'Não podemos ver avanço no desmatamento ilegal em meio ao silêncio ensurdecedor'

ECONOMIA
2021-08-02 12:28:20
Autor Agência Estado
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O presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), Marcello Brito, abriu na manhã desta segunda-feira, 2, o Congresso Brasileiro do Agronegócio 2021 com um discurso no qual condenou a grilagem de terra e afirmou que não é possível se manter em silêncio. "Entramos no 9º ano seguido de aumento no desmatamento ilegal. Não podemos ver isso em meio a um silêncio ensurdecedor", afirmou ele durante o evento transmitido pela internet, com a presença prevista de ministros e importantes executivos do setor do agronegócio. "Chamamos responsabilidade dos governos e de nós, cidadãos de bem do País, que temos feito do silêncio nossa cumplicidade. A Amazônia não é só ativo ambiental, mas principalmente ferramenta de acesso a mercados e acordos internacionais. No mundo ESG, vence quem tem melhor ativo a negociar, e nós estamos destruindo o nosso."
Brito afirmou, ainda, que a imagem negativa do Brasil no exterior está se consolidando. "Estamos quase chegando ao ponto em que, sozinhos, não poderemos facilmente reverter essa curva. Não precisa ser mestre em Relações Internacionais para entender a gravidade dessa situação e possíveis impactos de longo prazo sobre produtos com a marca Made in Brazil", disse ele. "O resgate da imagem tem de começar aqui dentro." Nesse sentido, Brito elogiou o trabalho da Sociedade Rural Brasileira (SRB) e da ministra da Agricultura, Tereza Cristina que, afirmou Brito, "tem trabalhado diuturnamente na melhoria da governança pública para o setor".
Um lado positivo citado por Brito foi que começou a se observar que a mídia internacional vem separando a maior parte da produção nacional em relação à Amazônia dos que desmatam ilegalmente - embora isso ainda não seja tão visto na pecuária.
Brito questionou se o Brasil será protagonista nos três grandes eventos que acontecerão este ano: a cúpula dos sistemas alimentares, em setembro, a conferência da biodiversidade, em outubro, e a conferência do clima, em novembro. "Qual será papel do Brasil nas três conferências? Seremos meros participantes ou protagonistas?", indagou o presidente da Abag. "Na cúpula dos sistemas alimentares, seremos liderança com a ministra Tereza Cristina. Ficamos na torcida pelas outras duas."
'Sustentabilidade tem guiado as ações'
A ministra Tereza Cristina reafirmou nesta segunda-feira que a sustentabilidade tem guiado as ações da pasta da Agricultura e que o Brasil será um dos principais fornecedores de alimentos de baixo carbono na próxima década. "A agropecuária brasileira é a solução para os desafios da produção sustentável que enfrentamos", disse ela no evento.
Tereza Cristina mencionou como parte desses esforços o lançamento de um Plano Safra "mais verde", especialmente em virtude da ampliação de 101% na linha de crédito do Programa ABC, o Plano Setorial de Mitigação e de Adaptação às Mudanças Climáticas para a Consolidação de uma Economia de Baixa Emissão de Carbono na Agricultura. "Estamos garantindo um financiamento para reflorestamento e também para sistemas de geração de energia renovável, como com biogás e biometano", acrescentou, ao dizer que o Plano Safra 2021/22 apresentou o ABC+, com diretrizes para a próxima década.
Outro projeto citado pela ministra foi o protocolo de carne carbono neutro ou de baixo carbono, lançado em parceria entre a Embrapa e o setor privado. Segundo ela, a empresa estatal de pesquisas já está desenvolvendo a mesma tecnologia para outras principais commodities agrícolas.
Do ponto de vista do produtor e do compromisso de avançar na efetiva implementação do Código Florestal, um destaque é o "Analisa CAR", um sistema que utiliza tecnologia de geoprocessamento para avançar na análise automatizada do Cadastro Ambiental Rural (CAR), a fim de regularizar as propriedades agrícolas. "Precisamos da ajuda dos Estados para implementar essa ferramenta. É fundamental para que o Brasil consiga conciliar a produção com a conservação ambiental", disse Tereza Cristina.
Quanto aos títulos verdes, a ministra acredita que o País pode se tornar líder da agenda global. Estima-se que, por enquanto, cerca de R$ 30 bilhões estejam investidos em gestão desses ativos no Brasil. No exterior, comenta a ministra, já são mais de US$ 1 trilhão de recursos investidos em fundos sustentáveis internacionais.
Tereza Cristina, que acabou de retornar de Roma, após a pré-cúpula dos sistemas alimentares, comentou que na reunião houve, pela primeira vez, um acordo e uma política única entre todos os países da América do Sul e do Caribe. "Essa é uma união importante para que a agenda que será debatida e lançada na Cúpula de setembro, em Nova York, englobe 16 pontos comuns que os países das Américas tiraram como principais", avaliou.
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Vôlei: Brasil vence Quênia e pega o Comitê Russo nas quartas em Tóquio

Esportes
2021-08-02 12:28:09
Autor Agência Brasil
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Invicta na Olimpíada, a seleção brasileira de vôlei feminino venceu nesta segunda-feira (2) o Quênia por 3 sets a 0, com parciais de 25/10, 25/16 e 25/8. A partida foi realizada na Arena de Ariake, na capital Tóquio. Com o triunfo, as brasileiras encerraram a fase de grupos na primeira posição do Grupo A e, consequentemente, avançaram às quartas de final.

Na próxima fase, as brasileiras vão enfrentar o Comitê Olímpico Russo na quarta-feira (4), em horário a ser definido.

Olimpíada: Izabela da Silva termina na 11ª posição na final do lançamento de disco

tóquio 2020
2021-08-02 12:21:38
Autor Gazeta Esportiva
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Nesta segunda-feira, 2, foi disputada a final do lançamento de disco feminino nos Jogos Olímpicos de Tóquio. A brasileira Izabela da Silva não conseguiu ficar entre as oito primeiras colocadas após três arremessos, finalizando na 11ª posição com 60,39m.

Izabela foi a primeira brasileira a chegar na decisão desta modalidade nas Olimpíadas. Na primeira rodada de lançamentos, ela fez a nona melhor marca, com 60,39m. Cada atleta ainda teve mais duas tentativas e as que terminaram nas oito primeiras colocações teriam mais três extras na briga pelo pódio.

Na rodada seguinte, o arremesso de Izabela foi invalidado após sair do círculo que determina a área de prova no momento de lançar o disco. Com isso, a brasileira caiu para a décima posição no geral, precisando de 61,80m no terceiro lançamento para ficar em as oito primeiras e seguir da disputa.

Porém, no último arremesso, Izabela da Silva não conseguiu atingir a marca necessária. A brasileira lançou para 59,56m e não conseguiu entre as oito melhores após três lançamentos para seguir na disputa pelo pódio.

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