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Pela Champions, Liverpool goleia; Besiktas permanece na liderança

Nesta terça-feira, o Liverpool goleou o Maribor, da Eslovênia, pelo placar de 7 a 0 pela disputa do Grupo E da Liga dos Campeões, e conquistou sua primeira vitória no torneio. Com gols de brasileiros e uma ótima atuação do egípcio Salah, os ingleses não tiveram nenhuma dificuldade de construir o placar elástico. Na tabela [?]
17:45 | Out. 17, 2017
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Nesta terça-feira, o Liverpool goleou o Maribor, da Eslovênia, pelo placar de 7 a 0 pela disputa do Grupo E da Liga dos Campeões, e conquistou sua primeira vitória no torneio. Com gols de brasileiros e uma ótima atuação do egípcio Salah, os ingleses não tiveram nenhuma dificuldade de construir o placar elástico.

Na tabela de classificação da chave, os Reds assumiram a liderança, com cinco pontos: uma vitória e dois empates. O Spartak Moscou vem logo atrás, também com cinco pontos, seguidos do Sevilla, que tem quatro, e o Maribor, lanterna, com apenas um.

Na próxima rodada da competição internacional, o Liverpool volta a encarar o Maribor, dessa vez, em Anfield, no dia 1º de novembro (quarta-feira), às 17h45 (horário de Brasília). Também pelo Grupo E, no mesmo dia e horário, o Sevilla enfrenta o Spartak Moscou, na Espanha.

O jogo ? Logo no início da partida, o time inglês já abriu o placar. Salah ganhou dividida com o defensor, disparou em velocidade pela lateral e só rolou para o brasileiro Roberto Firmino completar para o fundo das redes, inaugurando o marcador.

Aos 12 minutos de confronto, foi a vez de outro brasileiro marcar. Capitão dos Reds, Milner recebeu passe em profundidade de Salah e cruzou para a entrada da área, na altura da meia-lua. Philippe Coutinho apareceu para chutar, pegando de primeira, e marcou um belo gol.

Antes mesmo dos 20 minutos da primeira etapa, o Liverpool marcaria o terceiro. Firmino saiu bem da marcação e tocou para Salah. O egípcio avançou pela lateral e tocou na ligeira saída do goleiro, fazendo o 3 a 0 e dando uma grande vantagem aos visitantes.

Pouco antes do apito parcial do juiz, sinalizando o fim do tempo inicial, o time inglês ainda fez mais um. Sempre pelas laterais, principal arma da equipe no jogo, Moreno recebeu passe e cruzou rasteiro, de primeira, para a pequena área. Com o gol livre, Salah e Firmino trombaram, fazendo o movimento do chute, e a bola foi para o fundo das redes. A comissão de arbitragem atribuiu o gol para o jogador do Egito.

No segundo tempo, Roberto Firmino voltou a marcar. Após cobrança de falta na lateral de Coutinho, o brasileiro só deslocou a bola com a cabeça para fazer o 5 a 0. Ainda sobrou tempo de mais dois: Oxlade-Chamberlain recebeu passe no meio e marcou, enquanto Alexander-Arnold contou com desvio da zaga em seu chute para dar números finais à partida.

Também pelo Grupo E, o Spartak Moscou enfrentou o Sevilla em seus domínios e goleou pelo placar de 5 a 1. Os gols da partida foram marcados por Promes (duas vezes), Melgarejo, Glushakov e Luiz Adriano para os donos da casa, e Kjaer, para os visitantes. Com o resultado, a equipe espanhola caiu para o terceiro lugar da chave, sofrendo seu primeiro revés.

Besiktas permanece na liderança do Grupo G

No Grupo G da competição internacional, o Besiktas permaneceu na liderança da chave ao derrotar o Monaco, pelo placar de 2 a 1, e ver o Porto perder para o Leipzig por 3 a 2.

Os franceses abriram o placar com um golaço de Falcao. O colombiano recebeu passe de Keita, avançou para a área, fintou o marcador e tocou de bico para o fundo das redes. Entretanto, Cenk Tosun garantiu a virada para os turcos, anotando dois tentos na partida.

Por outro lado, o confronto entre portugueses e alemães foi movimentado. Na ida para o intervalo, o placar já estava plenamente construído. Orban, Forsberg e Augustin marcaram para o Leipzig, enquanto Aboubakar e Marcano descontaram para o Porto.

Com os resultados e o fim da rodada, a situação do Grupo G fica com o Besiktas na liderança, com nove pontos em três partidas e 100% de aproveitamento. O Leipzig assumiu a segunda colocação, com quatro pontos, seguido do Porto, com três, e o Monaco, na lanterna com apenas um ponto conquistado.

Gazeta Esportiva

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‘Über dos ônibus’, FlixBus estreia no País para concorrer com a Buser

ECONOMIA
2021-07-31 17:37:04
Autor Agência Estado
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As estradas brasileiras estão prestes a receber mais um competidor no ramo de ônibus interestaduais. O unicórnio alemão FlixBus, que é uma espécie de Uber dos ônibus, está pronto para iniciar a operação no País, esperando apenas a liberação de órgãos reguladores, como a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Concorrente direta da brasileira Buser, a empresa separou US$ 100 milhões (cerca de R$ 507 milhões no câmbio atual) para investimentos por aqui.
"O Brasil é um dos maiores mercados do mundo e estamos à espera apenas de licenças, pois em todos os lugares do mundo operamos de maneira regular", diz Edson Lopes, diretor-geral da FlixBus no País.
Estima-se que o mercado brasileiro de viagens interestaduais por via rodoviária seja próximo de 50 milhões de operações por ano. Em 2020, por causa da pandemia, o número caiu 54%, mas neste ano já há uma recuperação. Lopes calcula que também com as viagens intermunicipais, o mercado é de 80 milhões de viagens por ano.
Por isso, no longo prazo, ele acredita que é possível que a FlixBus se torne líder de mercado e com uma fatia acima de 10 milhões de passageiros. Para que esse número seja possível, a startup vai entrar no País com promoções agressivas, como aconteceu em outros mercados em que ela estreou. Recentemente, a companhia estreou no Reino Unido com viagens por menos de € 1.
Além de viagens mais baratas, a companhia vai apostar em um segmento premium, com ônibus mais confortáveis e com possibilidade de oferecer mais viagens em ônibus com acomodações leito e semileito. Para isso, a companhia tem feito parceria com montadoras e empresas financeiras para oferecer financiamentos para interessados.
"Isso está em discussão e queremos utilizar a nossa escala e marca para facilitar as operações", afirma Lopes.
A companhia também está em negociação para ocupar espaços em terminais rodoviários e quer ter também guichês para vendas físicas de passagem para democratizar o acesso. Os ônibus da FlixBus, apesar de serem de propriedade de terceiros, serão inteiramente adesivados com a logomarca da empresa para potencializar a estratégia de marketing.
Concorrência
Rival da FlixBus já em operação, a Buser inaugurou esse mercado em 2016 e de lá para cá amealhou mais de 1 milhão de passageiros, mas também sofreu com processos na Justiça por falta de regulação específica. É por isso que a FlixBus decidiu esperar a liberação desse tipo de serviço pela ANTT.
Assim como a Uber quando começou a operar no Brasil, a companhia mexeu em um mercado regulado e diversas empresas do setor reprovaram a entrada de uma concorrente que sequer tinha um ônibus e, segundo eles, não cumpria as normas estabelecidas pela ANTT. A Associação Brasileira das Empresas de Transporte Terrestre de Passageiros (Abrati), por exemplo, moveu ações para barrar o funcionamento da Buser, mas desistiu delas em abril de 2021.
O mercado avalia que esse tipo de serviço vai ser uma realidade em breve. Em junho, a Buser recebeu aportes de R$ 700 milhões e afirmou que queria crescer dez vezes em dois anos com mais de R$ 1 bilhão em investimentos.
A FlixBus vai entrar em um mercado que já está mais acostumado com esse tipo de serviço. E vem com bastante dinheiro por trás. Os US$ 100 milhões que serão investidos por aqui virão de um aporte de US$ 650 milhões recebidos no mês passado. Agora, a companhia tem um valor de mercado de US$ 3 bilhões.
Para Renato Mendes, sócio da F5 Business Growth, especializada em inovação, a entrada da FlixBus pode representar uma guerra de preços. Ele compara o negócio exatamente com os aplicativos de transporte, onde houve diversos entrantes e poucos sobreviventes, como Uber e 99. "Vai ter uma grande perda de rentabilidade do setor e virará uma briga de cachorro grande. Para as empresas se manterem competitivas, terão de investir muito dinheiro", afirma. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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Ferroviário e Botafogo-PB empatam em 0 a 0 pela Série C 2021

SÉRIE C
2021-07-31 17:34:07
Autor Mateus Moura
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Tipo Noticia

O duelo entre Ferroviário e Botafogo-PB pela Série C do Campeonato Brasileiro ficou no 0 a 0, em partida válida pela 10ª rodada da competição, disputada na tarde deste sábado, 31, no estádio Elzir Cabral, em Fortaleza.

Com o resultado, o Ferroviário caiu para a terceira colocação do Grupo A, com 16 pontos, sendo ultrapassado pelo novo líder da competição, o Volta Redonda-RJ, que agora soma 17 pontos após vencer o Altos-PI por 2 a 1. O Coral ainda pode perder uma posição e ser ultrapassado por Paysandu-PA ou Tombense-MG, que jogam entre si neste sábado, às 17 horas, no estádio Curuzu, no Pará.

Na próxima rodada, o Tubarão vai até o Piauí enfrentar o Altos, na sexta-feira, 6 de agosto, às 20 horas, no estádio Albertão, em Teresina-PI.

O jogo

O primeiro tempo foi movimentado, com chances reais de gol para ambos os lados. O Coral, no entanto, foi quem tomou a iniciativa nos primeiros minutos da partida. O Ferrão entrou em campo pressionando a saída de bola do Botafogo-PB, fazendo com que a equipe paraiba errasse diversos passes.

Logo aos cinco minutos, a primeira boa chegada do Ferroviário no campo de ataque. Após bom lançamento de Lázaro para Adilson Bahia, o camisa 9 chegou livre pela esquerda da grande área e tentou o cruzamento para Gabriel Silva. O defensor do Botafogo, Gabriel Yanno, fez boa cobertura e afastou a bola.

O Tubarão seguiu pressionando e aos 13 minutos, Adilson Bahia finalizou dentro da área, obrigando o goleiro Lucas a realizar uma boa defesa, evitando o primeiro gol do Ferrão. Sem diminuir o ritmo, o Coral teve novamente uma boa chance três minutos depois. Na entrada da grande área, Adilson Bahia, bastante participativo no jogo, ajeita para a chegada de
Wesley Dias, que solta o pé de fora da área. A bola sobe e sai por cima do gol.

Apenas aos 24 minutos, o Botafogo-PB conseguiu sua primeira finalização. Esquerdinha conduziu bem a bola e foi derrubado por Emerson Souza perto da entrada da área. Na cobrança da falta, Gabriel Araújo bateu colocado, por cima da barreira, mas o goleiro Rafael defendeu em dois tempos.

A partir dos 30 minutos, o jogo passou a ficar mais equilibrado. O Ferroviário tentou aproveitar as bolas paradas, sem sucesso. Aos 38, Mauri recebeu uma bola que sobrou na entrada da área após a defesa do Belo afastar errado. O camisa 7 bateu cruzado, mas a finalização saiu pela linha de fundo.

Apesar da pressão do Tubarão durante boa parte do primeiro tempo, a melhor chance do jogo foi dos paraibanos. Aos 41, Gabriel Araújo cobrou escanteio e colocou a bola na cabeça de Juba, que entrou sozinho. A cabeçada passou rente à trave.

O segundo tempo começou da mesma forma que a primeira etapa, com o Ferroviário pressionando para abrir o placar. Com quatro minutos, Roni invadiu a área e bateu com força. O arqueiro do Belo fez uma boa defesa.

O camisa um do Botafogo-PB seguiu sendo requisitado. Aos 16 minutos, Gabriel Silva cabeceou dentro da pequena área e Lucas realizou um verdadeiro milagre, buscando a bola no canto esquerdo com a ponta dos dedos.

Com 23 minutos jogados, o técnico Francisco Diá precisa realizar duas mudanças na equipe. Adilson Bahia, principal destaque Coral no jogo, com cãibras, saiu para a entrada de Edson Cariús. A segunda substituição foi a troca do meia Mauri por Reinaldo, que atua na mesma posição.

E foi com o próprio Edson Cariús a última grande chance do confronto. O centroavante recebeu dentro da área, ganhou na força dos defensores do Belo e finalizou muito perto do gol. O Ferrão ainda tentou pressionar nos minutos finais, mas sem eficiência. Em dia inspirado do goleiro alvinegro Lucas, o Coral não conseguiu sair do 0 a 0 com o Botafogo-PB.

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Guedes quer PEC contra ‘meteoro’ de precatórios

ECONOMIA
2021-07-31 17:27:04
Autor Agência Estado
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O governo Jair Bolsonaro voltou a discutir mudanças nas regras de pagamento de precatórios (valores devidos a empresas e pessoas físicas após sentença definitiva na Justiça) depois de identificar um crescimento expressivo dessa despesa na elaboração da proposta de Orçamento para 2022.
A elevação nos gastos com precatórios é o que o ministro da Economia, Paulo Guedes, chamou ontem de "meteoro" que vem de "outros Poderes", segundo apurou o Estadão/Broadcast. Conforme fontes ouvidas pela reportagem, o valor dessas sentenças é calculado entre R$ 80 bilhões e R$ 90 bilhões para 2022 - bem mais do que os R$ 54,75 bilhões previstos no Orçamento deste ano.
O ministro da Economia disse também que o governo precisa disparar um míssil para impedir que o "meteoro" acerte a Terra - neste caso, as finanças da União. O pagamento dos precatórios fica sob o guarda-chuva do teto de gastos, a regra que limita o avanço das despesas à inflação, e o governo já tem outras pretensões para o espaço disponível, como a reformulação do Bolsa Família.
Guedes usou a figura de linguagem sem entrar em detalhes porque o desenho de uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) ainda está em elaboração. Uma das alternativas pode ser a extensão do prazo para o pagamento de sentenças de maior valor, um mecanismo que já existe hoje na Constituição e poderia ser ampliado para abarcar volume maior de precatórios. As discussões, porém, estão em andamento.
Uma tentativa de atacar a conta elevada dos precatórios foi feita no ano passado, durante a tramitação do Orçamento de 2021, com o objetivo de liberar espaço para lançar o Renda Cidadã, programa social turbinado do governo. Sem sucesso, discutiu-se limitar o pagamento das sentenças a um porcentual da receita corrente líquida.
A proposta, apresentada no Palácio do Alvorada aos líderes da base do governo, foi classificada de "pedalada" por adiar o pagamento de uma dívida da União, repercutiu mal no mercado financeiro e sofreu críticas por prejudicar pessoas e empresas - parte significativa dos precatórios está relacionada a aposentadorias e pensões.
O problema, segundo fontes do governo, é que esse gasto continua subindo em escala explosiva e precisa ser contido com um "freio de arrumação para o seu pagamento". A preocupação agora é construir uma proposta tecnicamente robusta, que afaste a avaliação de que se trata de uma pedalada fiscal para postergar pagamentos e abrir espaço no teto de gastos.
Uma das preocupações é mostrar que essa mudança é necessária independentemente da reformulação do Bolsa Família, embora integrantes da equipe econômica reconheçam, reservadamente, que antes do meteoro "tinha" espaço para o programa social dentro do teto. O próprio presidente Jair Bolsonaro, em tom misterioso, em entrevista no início desta semana, pediu apoio dos congressistas para aprovar uma PEC para resolver o problema do Bolsa Família. A reportagem ouviu cinco integrantes do governo que confirmaram os estudos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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‘Analista’ de Bolsonaro atuou como secretário de Ramos

POLÍTICA
2021-07-31 17:17:06
Autor Agência Estado
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"Ao meu lado, o analista de inteligência Eduardo." Apresentado sem nenhuma credencial por Jair Bolsonaro, o "analista Eduardo" foi peça-chave na live em que o presidente admitiu não ter provas de fraude na eleição passada, mas usou da emissora pública, a TV Brasil Gov, para disseminar dúvidas e informações falsas sobre as urnas eletrônicas.
Apesar do traje civil, terno e gravata, trata-se de mais um oficial verde-oliva a se envolver na pressão do governo por mudanças no sistema de votação, a pouco mais de um ano das eleições de 2022. Como o Estadão revelou, o ministro da Defesa, general de Exército da reserva Walter Braga Netto, mandou recado à cúpula do Congresso de que não haveria eleições sem voto impresso. Conhecido como "coronel Eduardo", o analista disse na live que as urnas têm "problemas" e precisam de "melhorias". Sem apresentar dados, referendou o discurso do presidente.
Coronel de Artilharia da reserva do Exército, Eduardo Gomes da Silva, de 54 anos, goza da confiança do ministro Luiz Eduardo Ramos, hoje na Secretaria-Geral da Presidência. Foi levado por Ramos para o Planalto em 2020, com outros oficiais com experiência na área de Inteligência do Exército. À época, Ramos estava prestigiado e chefiava a Secretaria de Governo (Segov).
Primeiro, Eduardo atuou como secretário adjunto na Secretaria Especial de Relações Institucionais. Participava da interlocução direta com parlamentares no Congresso. Ramos montou um esquema na Segov para monitorar a fidelidade de deputados e senadores em votações e declarações nas redes sociais, atrelando a ficha de cada um cargos de indicados e verbas liberadas. Em abril, quando o ministro foi deslocado para a Casa Civil, Eduardo acompanhou o chefe e passou a ter atuação mais discreta, com o cargo de assessor especial. São quase R$ 37 mil brutos de salário por mês.
Em uma rede dedicada a experiências profissionais, ele se apresenta como "assessor de inteligência" no governo federal. Eduardo foi oficial de inteligência do Centro de Inteligência do Exército (CIE), quando o general Eduardo Villas Bôas era o comandante-geral. O CIE faz parte do gabinete do comandante-geral, no Quartel-General do Exército em Brasília.
Eduardo é da turma de 1990 da Academia Militar das Agulhas Negras. Segundo oficiais contemporâneos, em 2018 ele já demonstrava simpatia por Bolsonaro enquanto estava na ativa. Em grupos virtuais de militares, "patrulhava" os críticos da partidarização. "É complicado um oficial que serviu no CIE ter esse tipo de postura como a de ontem (anteontem). É revelador de que, talvez, a política partidária já seja um assunto bem acompanhado pelo Centro", disse o coronel da reserva Marcelo Pimentel, que era amigo de Eduardo e colega de mestrado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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Partidos pedem ao TSE interpelação de Bolsonaro por ataque ao sistema eleitoral

POLÍTICA
2021-07-31 17:12:12
Autor Agência Estado
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Um grupo de 11 partidos acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para cobrar que o presidente Jair Bolsonaro seja obrigado a prestar esclarecimentos e apresentar provas sobre os ataques feitos às urnas eletrônicas. A petição é assinada por MDB, Solidariedade, PT, PDT, PSDB, PSOL, Rede, Cidadania, PV, PSTU e PCdoB.
O pedido de interpelação do presidente foi encaminhado pelas legendas ao corregedor-geral eleitoral, ministro Luís Felipe Salomão, responsável por acompanhar os serviços da Justiça Eleitoral no País, incluindo a realização das eleições. A maioria dos partidos que assina a petição é de oposição, mas o movimento também contou com legendas que têm aliados de Bolsonaro no Congresso, como o MDB e o Solidariedade.
Na transmissão ao vivo pela internet em que prometia apresentar provas de fraude nas urnas eletrônicas, na última quinta-feira, 29, Bolsonaro não mostrou fatos novos, exibiu vídeos que circulam há anos nas redes sociais e nada comprovam e expôs análises enviesadas sobre apuração dos votos. Além disso, admitiu não ter provas, mas, sim, "indícios" de irregularidades no sistema.
"Nesse contexto, não se pode ignorar as banalidades divulgadas pelo presidente Jair Bolsonaro na noite do dia 29.07.2021, quando afirmou 'não ter provas, mas indícios' e voltou a atacar as instituições, ignorando a gravidade de suas levianas palavras que, longe de prestar qualquer contribuição à segurança das eleições, busca desmerecer os pilares democráticos e uma forma de eleição cuja confiabilidade vem sendo observada por quase um século, garantindo a alternância democrática em estrito reflexo da vontade popular", diz o documento apresentado pelos partidos.
Bolsonaro já foi questionado formalmente pelo TSE sobre as declarações, mas não apresentou nenhuma prova de irregularidade. Em tom de ameaça, o presidente disse reiteradas vezes que não haverá eleição no Brasil sem o voto impresso, ameaça rechaçada pelos demais Poderes. A proposta patrocinada por Bolsonaro é considerada "enterrada" no Congresso pela própria base de apoio ao governo, incluindo o Centrão. Neste sábado, 31, em Presidente Prudente (SP), o chefe do Executivo voltou a atacar o sistema eleitoral e defendeu "eleições limpas, da forma que o povo deseja".
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