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Com pênalti polêmico, Real Madrid empata com o Tottenham

Em uma partida marcada por um pênalti polêmico, o Real Madrid empatou com o Tottenham nesta terça-feira. A partida no Bernabéu, que era válida pela terceira rodada da fase de grupos da Liga dos Campeões, terminou em 1 a 1, com gols de Harry Kane e Cristiano Ronaldo. Com o resultado as duas equipes vão a sete [?]
17:45 | Out. 17, 2017
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Em uma partida marcada por um pênalti polêmico, o Real Madrid empatou com o Tottenham nesta terça-feira. A partida no Bernabéu, que era válida pela terceira rodada da fase de grupos da Liga dos Campeões, terminou em 1 a 1, com gols de Harry Kane e Cristiano Ronaldo. Com o resultado as duas equipes vão a sete pontos e continuam dividindo a liderança. O Borussia Dortmund, que empatou com o Apoel, foi a um ponto assim como seu adversário.

Na próxima rodada, o Real Madrid volta a enfrentar o Tottenham na quarta-feira, dia 1 de novembro, às 17h45 (de Brasília), só que desta vez em Wembley. O outro confronto do grupo será entre os auri-negros e o Apoel no mesmo dia e horário, no Signal Iduna Park.

O jogo

A primeira chance da partida foi do Real Madrid. Aos quatro, Hakimi recebeu lançamento de Marcelo e cruzou para dentro da área. Cristiano Ronaldo mandou a bola na trave e, no rebote, Benzema finalizou para fora. O time da casa voltou a assustar aos 17. Modric rolou para Benzama, que deixou a bola para Cristiano Ronaldo. O gajo chutou da meia-lua e a bola passou raspando a trave.

Um minuto depois, Kane cabeceou na marca do pênalti e Navas fez uma grande defesa após a bola quicar. Logo em seguida, o atacante inglês fez o cruzamento, Llorente divide com o goleiro merengue, fica com a sobra e Casemiro chegou bloqueando para impedir o primeiro gol da partida.

O Tottenham abriu o placar aos 27 minutos do primeiro tempo. Aurier arrancou pela direita e cruzou para a área. Harry Kane tocou de letra e a bola desviou no zagueiro Varane antes de entrar na meta adversária.

Aos poucos os comandados de Zinedine Zidane começaram a crescer na partida. Aos 42, o juiz marcou um pênalti, no mínimo, polêmico após Aurier dar um carrinho e Kross cair na área. Na cobrança, Cristiano Ronaldo converteu.

Os merengues voltaram bem para a segunda etapa e quase viraram aos oito minutos. Após cruzamento da direita, Benzema cabeceou para baixo e Lloris fez uma grande defesa com o pé quando já estava batido.

O goleiro francês voltou a salvar o Tottenham aos 17 minutos. Cristiano Ronaldo mandou uma pancada no alto e Lloris fez uma mais uma defesa, dessa vez de mão trocada. Um minuto depois ele fechou o gol em outro chute de CR7.

Aos 25 minutos, Kane recebeu a bola na área e ficou cara a cara com Navas. O atacante finalizou e o goleiro costa-riquenho fez a defesa com a ponta dos dedos. Logo em seguida, Ericksen chutou no alto e o goleiro merengue fechou o gol.

Borussia Dortmund empata e se complica na Champions

Jogando fora de casa, Borussia Dortmund empatou com o Apoel por 1 a 1 nesta quarta-feira, no estádio GSP, em Nicosia. O time da casa abriu o placar aos 17 minutos com pote. Cinco minutos depois, Sokratis empatou o placar.

Gazeta Esportiva

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OAB diz que mudança em pagamento de precatórios é 'calote' com fins eleitoreiros

ECONOMIA
2021-07-31 09:37:31
Autor Agência Estado
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O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) divulgou nota com uma crítica pesada à possibilidade de mudança na regra de pagamento de precatórios devidos pela União. A medida está em estudo no governo, como antecipou o Estadão/Broadcast. A OAB diz que a medida é uma tentativa de institucionalização do "calote" para fins eleitoreiros.
Na nota, a entidade afirma ainda que essa é uma tentativa de desmontar a sistemática constitucional de pagamento, que revela "contornos antidemocráticos e amplo desrespeito aos direitos dos cidadãos brasileiros". Assinada pelo presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, a nota fala em investida do governo federal contra o sistema constitucional de pagamento de precatórios. Para a OAB, a medida colide diretamente com a Constituição e com os eixos de sustentação do Estado democrático de direito.
O Conselho da OAB lembrou uma tentativa recente de mudança, no ano passado, e cita que a mera cogitação de alteração na sistemática de pagamento de dívidas para bancar o programa social do governo levou à queda imediata da Bolsa de Valores e a uma firme resposta de instituições públicas e privadas, além de parlamentares.
"Novamente, o governo federal invoca o montante da dívida da União como obstáculo ao pagamento de suas obrigações constitucionais e ao financiamento de programa social definindo-o como meteoro", diz a nota, em referência direta à fala hoje do ministro da Economia, Paulo Guedes, de que há meteoros de outros poderes que atingiria o orçamento.
O governo discute uma PEC para alterar o fluxo de pagamento de precatórios devidos pela União, após identificar que esses gastos chegarão a quase R$ 90 bilhões em 2022, bem acima dos já expressivos R$ 54,75 bilhões programados para este ano. Nesta sexta-feira, 30, em evento no Rio, Guedes referiu-se à despesa como um "meteoro" que vem de "outros poderes". A pressão vinda desse gasto ameaça o espaço reservado no Orçamento para a reformulação do Bolsa Família e tem encorajado integrantes da ala política a defender mudanças no próprio teto de gastos.
A OAB ressalta os precatórios representam o pagamento de dívidas do Estado para com o cidadão, devidamente reconhecidas pelo Poder Judiciário brasileiro, após longo percurso processual, "dentro das balizas da legalidade".
"A OAB está certa de que qualquer tentativa dessa natureza não encontrará respaldo no Congresso, tampouco subsistirá a um eventual controle de constitucionalidade pelos órgãos do Poder Judiciário, firmemente comprometidos com as bases democráticas", diz a nota, que é assinada também pelo presidente da Comissão Especial de Precatórios, Eduardo de Souza Gouvea.
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Autorização de viagem para menores de 16 anos poderá ser feita online

Geral
2021-07-31 09:37:20
Autor Agência Brasil
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A partir de segunda-feira (2), os pais poderão emitir pela internet uma autorização para que seus filhos menores de 16 anos possam viajar sozinhos em voos nacionais.

O novo procedimento foi regulamentado neste ano pela Corregedoria Nacional de Justiça e implementado pelo Colégio Notarial do Brasil, que congrega mais de 9 mil cartórios espalhados pelo país.

Até agora, para que um menor de 16 anos pudesse viajar desacompanhado era necessário preencher um formulário em papel, que deveria ser assinado e ter firma reconhecida em cartório, para depois poder ser apresentado às empresas de transportes.

Agora, a Autorização Eletrônica de Viagem (AEV) permite realizar o procedimento inteiramente online, por meio da plataforma e-Notariado, que dispensa o comparecimento ao cartório para diversos serviços.

Na plataforma, os pais poderão realizar uma videoconferência com o notário, que após confirmar a autorização para a viagem, por prazo ou por trecho apontado. Um QR Code para verificação será então emitido e poderá ser apresentado nos guichês das companhias aéreas pelo celular ou impresso em papel.

Por essa via, a autorização poderá ser cancelada a qualquer momento pelos pais ou responsáveis, e o QR Code deixa de funcionar.

Nesse primeiro momento, a opção pela Autorização Eletrônica de Viagem (AEV) é disponibilizada apenas para as viagens aéreas nacionais. A previsão, contudo, é que a facilidade seja ampliada para voos internacionais e meios rodoviários e hidroviários, embora ainda não haja prazo para a expansão.

Desde 2011 a autorização de viagem para menores pode ser feita extrajudicialmente, diretamente nos cartórios, após uma regulamentação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Nos casos mais complexos, com conflito entre os pais, por exemplo, pode ser necessário uma decisão judicial para permitir o embarque.

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Polícia captura trio e resgata família feita de refém na Caucaia

Iparana
2021-07-31 09:34:03
Autor Mateus Brisa
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Tipo Noticia

Uma família feita de refém foi resgatada na manhã dessa sexta-feira, 30, no bairro Iparana, em Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). Um trio de homens com duas armas de fogo foi capturado por agentes da Polícia Militar do Ceará (PMCE), que tiveram apoio da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (Ciopaer) da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Estado do Ceará (SSPDS).

Uma das pessoas da família estava saindo de casa, por volta de 7 horas, quando foi abordada pelos homens armados, que adentraram a residência, anunciaram assalto e mantiveram as vítimas sob ameaça. Após registro de ocorrência pela Coordenadoria Integrada de Operações de Segurança (Ciops) da SSPDS, as equipes de segurança foram acionadas e começaram a cercar a casa da família e outras residências para a captura do trio.

Os homens tentaram fugir, mas foram capturados. Ninguém ficou ferido durante a ação. Os itens subtraídos foram recuperados. Com o trio, foram apreendidos um revólver calibre 38, uma espingarda calibre 12, um simulacro de pistola, munições, dois telefones celulares, além de joias e uma quantia em dinheiro tomada da família. O material foi conduzido para a sede 22º Distrito Policial (DP) da Polícia Civil do Estado do Ceará (PC-CE), no bairro Icaraí, em Caucaia.

Residentes de Fortaleza, os suspeitos foram identificados como Djalma da Silva Almeida, de 24 anos, com antecedentes criminais por roubo qualificado, associação criminosa, posse ilegal de armas e tráfico de drogas; Daniel Sousa Cruz, 28, respondendo por roubo qualificado e corrupção de menores; e Francisco Lucivaldo Barbosa Pereira, 23, sem antecedentes.

Os três também foram conduzidos ao 22º DP e autuados em flagrante por roubo qualificado pela restrição da liberdade da vítimas, resistência e porte ilegal de arma de fogo. A unidade policial lidera as investigações e apura a participação de outras pessoas no crime.

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Pandemia destrói 7,7 milhões de vagas

ECONOMIA
2021-07-31 09:12:18
Autor Agência Estado
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A geração insuficiente de empregos mantém o desemprego em níveis recordes quando se considera o mercado de trabalho como um todo, incluindo a economia informal, mostram os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Além disso, o total de ocupados aponta para o corte de 7,7 milhões de vagas na comparação com o quadro anterior à pandemia. Na virada de 2019 para 2020, o total de ocupados oscilava entre 94 milhões e 94,5 milhões. Agora, são 86,7 milhões.
Conforme o IBGE, a taxa de desocupação de 14,6% no trimestre móvel até maio, com 14,795 milhões de desempregados, nas máximas históricas, sobe para 29,3%, incluindo desalentados (que simplesmente desistiram de procurar emprego) e subocupados (que trabalham menos do que gostariam). Está faltando trabalho para 32,946 milhões no País, o equivalente às populações de Angola ou da Malásia.
O desemprego se manteve em níveis recordes porque mais pessoas estão em busca de uma ocupação. Um ano atrás, a taxa de desemprego estava em 12,9%. Segundo Adriana Beringuy, analista da Coordenação de Trabalho e Rendimento do IBGE, a alta se deve a uma particularidade da crise da covid-19.
Em um primeiro momento da pandemia, trabalhadores que perderam seus empregos, formais ou informais, ficaram em casa, sem procurar trabalho, por causa das restrições ao contato social. Pelas metodologias internacionais seguidas pelo IBGE, só é considerado desempregado quem busca emprego. "Muitas pessoas, embora não estivessem trabalhando, não estavam procurando", afirmou Adriana.
A flexibilização das medidas de restrição e a necessidade de buscar renda levaram os trabalhadores a voltar ao mercado, buscando emprego ativamente. Ou seja, o desemprego não está nas máximas históricas por causa de mais demissões. Pelo contrário, a evolução da população ocupada aponta para a criação de 840 mil vagas, entre formais e informais em um ano.
Cenário
A expectativa de economistas é que o desemprego recue no segundo semestre, com o avanço da vacinação favorecendo a retomada da atividade econômica, mas o País ainda deve conviver com níveis de desocupação altos por bastante tempo.
"À medida que a economia vai retomando, a demanda por emprego aumenta, mas a volta da atividade econômica também gera um aumento da demanda por parte dos trabalhadores. Tem um período no qual a taxa vai ficar basicamente parada e, daqui a pouco, ela começa a cair", disse José Márcio Camargo, economista-chefe da Genial Investimentos, prevendo a queda da taxa de desemprego a um nível entre 12,5% e 13% no fim de 2021.
Em nota, o economista Rodolfo Margato, da XP Investimentos, previu que a população ocupada só deverá retornar ao nível pré-pandemia no terceiro trimestre de 2022.
Daniel Xavier, economista sênior do banco ABC Brasil, também vê a redução do desemprego como um movimento gradual. Para o ano que vem, por exemplo, ele estima uma taxa de desocupação de 12,5% no último trimestre e média do ano em torno de 13%.
A economista Lisandra Barbero, do Banco Original, espera taxa de desemprego média de 14,0% em 2022. Ela está mais pessimista porque o avanço da vacinação e a reabertura da economia podem levar o crescimento do número de trabalhadores em busca de emprego a um ritmo superior ao da geração de vagas.
Para Lisandra, em parte os movimentos no mercado de trabalho são graduais por causa de particularidades próprias do Brasil. A economista lembra que a taxa de desemprego está em dois dígitos desde 2014. "Uma das justificativas é que contratar e demitir no Brasil é um processo muito caro, demorado. Precisa de muita confiança para decidir", disse. (Colaboraram Guilherme Bianchini e Cícero Cotrim)
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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Desempregado tem dificuldade para se recolocar em nova vaga

ECONOMIA
2021-07-31 09:12:17
Autor Agência Estado
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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou na sexta-feira, 30, que a taxa de desocupação no País alcançou 14,6% no trimestre encerrado em maio de 2021, mantendo os 14,8 milhões de desempregados constatados na medição do trimestre finalizado em abril. Com isso, o cenário é de adaptação forçada, principalmente, para quem perdeu o emprego por conta da pandemia do novo coronavírus.
Esse foi o caso de Mariane da Silva Carvalho, de 33 anos. Ela trabalhava como cozinheira e "bartender" para uma empresa terceirizada que prestava serviços para o resort Costa do Sauípe, na Bahia. Conta que estava no emprego havia dois anos e sete meses e ficou muito triste com a notícia do desligamento.
Paulistana e sem família na Bahia, voltou para São Paulo com o filho de cinco anos. Morando em Paraisópolis, doações feitas por instituições à comunidade ajudam a passar o mês. Para equilibrar as despesas, ela conta com o auxílio emergencial, que recebe desde o ano passado, e um auxílio merenda, dado pela escola.
Desde a demissão, Mariane não parou de procurar emprego. Mas as oportunidades são poucas e, além de tudo, ela ressalta que sofre preconceito no mercado de trabalho por ter criança pequena. Enquanto isso, tem feito alguns cursos técnicos gratuitos para não ficar parada. "Vou manter a esperança."
Diferentemente de Mariane, José Matias Vicente Júnior, de 20 anos, nunca teve emprego registrado em carteira. Ele está à procura da primeira vaga, mas critica as oportunidades de vagas. "As empresas buscam profissionais graduados, com inglês fluente e experiência, eles querem você grande, mesmo que o cargo seja de nível mais baixo."
Vicente Júnior mora na Cidade Ademar, zona sul de São Paulo, com o pai, de 61 anos, que trabalha assentando pedra. No período de maior crise, no ano passado, a renda da família foi complementada pelo auxílio emergencial do pai e por bicos que faz. Recentemente, ele começou um pequeno negócio, vendendo camisetas por meio de plataformas na internet. "Trabalho por encomenda. Ainda está no começo, mas espero conseguir alguma renda. Não podemos ficar parados."
Já Alexandre dos Santos Verçosa, de 35 anos, é barbeiro, e notou queda no número de clientes. Quando a clientela começou a cair por causa da pandemia, logo no ano passado, ele parou de alugar uma cadeira no salão onde trabalhava e fez uma vaquinha online para comprar os próprios equipamentos.
"Alugar uma cadeira" significa que, se o corte de cabelo custava R$ 50, Verçosa pagava R$ 30 ao estabelecimento, que acabou fechando. "Os cortes têm caído bastante, e não tenho outro trabalho. A única fonte de renda é da minha mãe, que trabalha de carteira assinada, como babá. Nossa prioridade tem sido a cesta básica e as contas. A gente paga as contas, e o dinheiro acaba em uma semana. Tem sido bem difícil." (Colaborou Felipe Siqueira)
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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