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Buscando aclimatação, Seleção enfrentará a Rússia em março

A Seleção Brasileira anunciou, nesta terça-feira, que irá realizar amistoso contra a Rússia, país sede da Copa do Mundo de 2018, no dia 23 de março, em Moscou. O local da partida ainda não foi definido pelos anfitriões do próximo Mundial. De acordo com o coordenador de seleções, Edu Gaspar, a ideia é começar a [?]
14:30 | Out. 17, 2017
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A Seleção Brasileira anunciou, nesta terça-feira, que irá realizar amistoso contra a Rússia, país sede da Copa do Mundo de 2018, no dia 23 de março, em Moscou. O local da partida ainda não foi definido pelos anfitriões do próximo Mundial.

De acordo com o coordenador de seleções, Edu Gaspar, a ideia é começar a se aclimatar com a Rússia. ?Achamos importante sentir o clima da Rússia, do torcedor, do estádio, e dos jogadores neste ambiente antes de a comissão técnica definir a lista final. Estar no país da Copa nos proporcionará um nível interessante de observação dos atletas, de como será nosso trabalho no país sede?.

O confronto marcará o final do trabalho do Brasil antes da Copa do Mundo. ?Era nosso objetivo quatro jogos de alto nível. Enfrentaremos o Japão, Inglaterra, Alemanha e a Rússia. Essa será uma ótima base de trabalho para a comissão na construção e consolidação da equipe?, completou Edu Gaspar.

Como está na segunda colocação do ranking da Fifa, a equipe comandada por Tite será uma das cabeças de chave da competição. Nas Eliminatórias, o Brasil terminou na primeira colocação com 41 pontos, dez a mais do que o segundo colocado Uruguai.

Gazeta Esportiva

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Na volta, CPI mira sites que divulgaram conteúdos falsos

POLÍTICA
08:18 | Ago. 03, 2021
Autor Agência Estado
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O núcleo da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, no Senado, que investiga a disseminação de fake news sobre o enfrentamento à pandemia, avança e deve pedir, nesta semana, a quebra de sigilo bancário de ao menos oito sites que propagaram conteúdos falsos. Desde ontem, o grupo conta com o auxílio do delegado da Polícia Federal Carlos Eduardo Miguel Sobral, especialista em crimes cibernéticos, que investigará exclusivamente a disseminação de mensagens enganosas.
Após 15 dias de recesso, a CPI retoma os trabalhos nesta terça-feira, 3, quando também retoma a apuração sobre intermediários de venda de supostas vacinas contra a covid-19. A comissão convocou para falar, hoje, o reverendo Amilton Gomes de Paula. Ele é presidente de uma empresa chamada Secretaria Nacional de Assuntos Humanitários (Senah), com sede em Águas Claras (DF), e tentou negociar supostas doses da vacina AstraZeneca com o Ministério da Saúde.
Amanhã, os senadores ouvem o coronel Marcelo Blanco, ex-assessor do Ministério da Saúde, exonerado da pasta em 19 de janeiro. Áudios em posse da CPI, revelados pelo Estadão, mostram o coronel orientando Cristiano Alberto Hossri Carvalho, representante da Davati Medical Supply, a acessar o Departamento de Logística do Ministério da Saúde e negociar supostas 400 milhões de doses da vacina da AstraZeneca.
Está marcado para quinta-feira o depoimento do ex-assessor do Ministério da Saúde, Airton Antonio Soligo, nomeado em 23 de junho do ano passado pelo ex-ministro Eduardo Pazuello. Ele foi exonerado em 24 de março, um dia depois da saída de Pazuello do ministério.
A pauta da Comissão para hoje tem mais de 130 requerimentos para análise. O item número um é a proposta do vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues (Rede-AP) de afastamento de Mayra Pinheiro da secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, do Ministério da Saúde. Em entrevista à rádio Eldorado, ontem, o presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), cobrou o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, a demissão de Mayra do cargo.
A secretária é entusiasta do suposto tratamento precoce contra a covid, composto por medicamentos contraindicados para a doença, como cloroquina e ivermectina. O "kit covid" tem como incentivador o presidente Jair Bolsonaro.
No domingo, o Estadão mostrou, com base em estudo da consultoria LLYC, que Bolsonaro foi o principal influenciador no apoio ao kit covid nas redes sociais no primeiro ano da crise sanitária. A LLYC rastreou cerca de 20 milhões de menções a cloroquina, hidroxicloroquina e ivermectina na rede social Twitter. No total, 1,85 milhão de contas foram analisadas.
Negacionismo
O núcleo de senadores que apura o negacionismo na pandemia catalogou as principais fake news da covid e identificou, na semana passada, sites, pessoas físicas, influenciadores e políticos que disseminaram conteúdo falso.
"A desinformação e as campanhas negacionistas também mataram brasileiros. Pessoas físicas, influenciadores e sites criados apenas para disseminar fake news e atacar adversários do governo foram aliados do vírus e agravaram o morticínio", afirmou o relator da CPI, Renan Calheiros (MDB-AL), um dos senadores que lideram a investigação sobre fake news. "A CPI tem o compromisso de investigar e cobrar as responsabilidades. E é isso que vamos fazer."
A CPI da Covid já identificou de que forma as fake news disparadas durante a pandemia se estruturaram. Os senadores descobriram que as mentiras eram produzidas para induzir as pessoas a acreditarem no suposto tratamento precoce.
As mensagens falsas são disparadas de duas formas, simultaneamente. Há um conteúdo que ataca a vacina, o uso de máscara e o distanciamento social, e outro que dissemina o suposto tratamento precoce com dados falsos e pesquisas distorcidas. A CPI suspeita que robôs tenham sido usados para estimular a disseminação das mensagens.
O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) afirma que os parlamentares aguardam uma confirmação técnica sobre o assunto. "A priori, sim, você teve a mistura bem típica da desinformação, que utiliza perfis que são operados por seres humanos e impulsiona, dá volume, com robôs", disse.
A investigação dos senadores já identificou ao menos 76 perfis, em redes sociais como Instagram e Twitter, que se dedicavam a propagar notícias enganosas. A CPI também deve pedir às plataformas que revelem quem são as pessoas por trás dos perfis. A apuração pretende também identificar pessoas, inclusive do governo federal, "que tiveram papel efetivo na desinformação dos brasileiros", e responsabilizá-los no relatório final.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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Olimpíada: Após lesão, Flávia Saraiva fica em 7º na trave da ginástica

tóquio 2020
08:17 | Ago. 03, 2021
Autor Gazeta Esportiva
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A ginasta brasileira brasileira Flávia Saraiva terminou sua participação na Olimpíada de Tóquio como a 7º melhor atleta na prova da trave. Após sofrer uma lesão no tornozelo durante as competições classificatórias, ela sofreu um grande desequilíbrio no aparelho que comprometeu sua nota, ficando na sétima colocação com 13.133.

A jovem de 21 anos se recuperou parcialmente da torção e competiu não estando com 100% de suas condições. A prova teve domínio das chinesas. Chenchen Guan foi medalha de ouro, com 14.633 pontos. A prata foi conquistada pela também chinesa Xinging Tang, com 14.233. A estrela da ginástica mundial, Simone Biles teve a nota de 14.000, ficando em terceiro lugar.

LEIA MAIS| Ginastica: Simone Biles fica com bronze na trave e chinesas completam pódio na Olimpíada

A nota de Flavia Saraiva teve descontos por um desequilíbrio grande logo após suas primeiras acrobacias. Ela teve que se apoiar com as mãos na trave para não cair, uma infração que tirou muitos pontos de sua apresentação.

Flávia teve uma torça no tornozelo direito durante sua apresentação no solo na etapa classificatória. Ela desistiu das provas restantes no dia, mas se classificou para a final da trave. O tornozelo já vinha incomodando a ginasta desde sua chegada em Tóquio. 

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Dona do iFood recebe aporte de mais de R$ 1 bilhão

ECONOMIA
08:07 | Ago. 03, 2021
Autor Agência Estado
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A dona do iFood acaba de receber mais de R$ 1 bilhão (US$ 200 milhões) para investir em seu próprio crescimento. A Movile, que além do aplicativo de entregas também é dona das fintechs Movile Pay e Zoop e da startup de games Afterverse, fez mais uma captação e recebeu o seu maior investimento primário em única rodada desde a sua fundação. O responsável foi o grupo global de internet Prosus, principal investidor da Movile desde 2008.
"Esse valor será utilizado na nossa expansão para os próximos 12 meses e esse R$ 1 bilhão é uma aposta de que nossos mercados irão crescer", diz Patrick Hruby, presidente da Movile.
O dinheiro, segundo Hruby, será destinado a todas as empresas do grupo, mas a companhia não abriu quais serão as parcelas direcionadas para cada negócio. O iFood, no entanto, ficará com a maior fatia em um momento em que o mercado fica cada vez mais disputado, com o crescimento do Rappi, do Uber Eats e também de novos entrantes, como a Merqueo.
O iFood quer expandir os seus negócios no segmento de supermercados, mas também nos serviços financeiros que a empresa fornece especialmente para os restaurantes. De acordo com o executivo, até agora já foram concedidos R$ 250 milhões em créditos para parte dos 150 mil estabelecimentos vinculados à plataforma. Uma fatia do valor do aporte, portanto, também será para aumentar esses empréstimos.
Além disso, o iFood também está de olho na sua operação colombiana. Em 2020, a companhia se fundiu com a Domicilios, que possui mais de 12 mil restaurantes em 30 cidades no país vizinho, o que representa uma fatia de quase 40% do mercado, de acordo com Hruby. "A Colômbia é a nossa grande aposta de crescimento em outros países", diz o executivo.
Fintech
Os serviços financeiros também devem receber uma considerável fatia dos investimentos e boa parte dos negócios da Movile envolvem diretamente o iFood. No fim do mês passado, a Zoop recebeu um aporte de R$ 170 milhões do grupo. A companhia, que tem entre os seus principais serviços o sistema de meios de pagamento e o crédito, transacionou R$ 20 bilhões - boa parte do valor relacionada ao iFood. Somente no ano passado, a fintech cresceu 150%.
Um dos negócios que mais movimentaram as contas da Zoop foi a Conta Digital iFood, criada em parceria com a MovilePay, que também é responsável por conceder e gerenciar os créditos dados pelo aplicativo de entregas. "A tendência de que todas as empresas precisarão oferecer serviços financeiros está ganhando cada vez mais força", diz Hruby.
Segundo Marcelo Nakagawa, professor de empreendedorismo do Insper, existe um movimento de as startups terem um pé nos serviços financeiros. "Todas as empresas que têm um volume relevante de transações financeiras podem pensar em ser fintechs hoje. Haverá cada vez mais soluções financeiras de empresas tipicamente não financeiras", diz.
Outro negócio que visa complementar o serviço é o de logística. Na Colômbia, por exemplo, a companhia fez um aporte na plataforma de entrega Mensajeros Urbanos no ano passado e, em 2021, realizou um investimento na startup argentina Moova, que tem como seu principal cliente a operação do Mercado Livre.
"O consumo por meio do e-commerce aumentou e as pessoas, mesmo fazendo mais compras, não querem mais esperar duas semanas para receber um pacote. Elas querem receber no mesmo dia e o mercado ainda não se mostra preparado para esse serviço de última milha", diz o executivo da Movile.
Em todas as vertentes também devem ser esperadas aquisições e novos aportes, de acordo com Hruby. "Estamos sempre buscando negócios interessantes, até mesmo para se criar novas verticais", afirma.
Para dar conta da expansão dos negócios, a companhia se prepara para contratar. Por ora, são 600 vagas abertas. O último aporte na Movile havia sido em 2018, quando os fundos Naspers Ventures e Innova Capital injetaram US$ 124 milhões. Já o aplicativo iFood recebeu mais dinheiro de lá para cá. Em novembro de 2018, o app recebeu US$ 500 milhões.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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CVM cria área para avaliar reclamações por perdas na Bolsa

ECONOMIA
08:07 | Ago. 03, 2021
Autor Agência Estado
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Com a disparada de recursos de investidores pedindo ressarcimento de prejuízos na Bolsa de Valores, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) decidiu criar uma área específica para tratar do assunto. A autarquia também lança uma cartilha para orientar os investidores sobre como obter o ressarcimento.
Conforme publicado no Estadão na semana passada, a CVM recebeu no primeiro semestre deste ano 100 recursos de investidores solicitando acesso ao Mecanismo de Ressarcimento de Prejuízos (MRP), que assegura ressarcimento de até R$ 120 mil por prejuízos por erros ou omissões de intermediários. Trata-se de uma alta de 810% ante o mesmo período do ano passado.
Bruno Baitelli Bruno, gerente de estrutura de mercado e sistemas eletrônicos da CVM, explica que a criação da Seção de Mecanismos de Ressarcimento, que ficará vinculada à Superintendência de Mercados Intermediários (SMI), vai agilizar a análise dos pedidos. Existe hoje um estoque de 137 processos para serem avaliados - 60% das solicitações são de 2021.
"No primeiro momento, pensamos que era um choque, alguma demanda reprimida ou pontual. Depois percebemos que não era um choque, mas estrutural. Por isso, estudamos formas de alterar dinâmicas internas e as estruturas, para corresponder e tratar esses processos num prazo razoável para o investidor", disse Bruno.
A nova área da CVM terá inicialmente apenas dois funcionários dedicados ao tema. Atualmente, as avaliações são feitas por funcionários de duas gerências ligadas à SMI, que acumulam outras funções. Bruno acredita que a avaliação dos pedidos deve ser realizada, em breve, em até seis meses. Hoje, em média, leva-se de seis a sete meses para se ter uma resposta.
Com o grande crescimento do número de investidores pessoas físicas na Bolsa de Valores, que se aproxima de 4 milhões, as queixas de prejuízos também tiveram forte alta. Os casos mais comuns envolvem ordens de compra ou venda que acabaram não sendo cumpridas corretamente, por falhas humanas ou da plataforma das corretoras.
Mantido pela B3, controladora da Bolsa, o MRP é inicialmente solicitado para a BSM, braço autorregulador do mercado de capitais. Se o pedido do investidor for negado, ele pode recorrer da decisão à CVM. Segundo Bruno, 90% dos pedidos de recursos acabam negados pela autarquia. Por isso, a autarquia lançou a cartilha orientando os direitos dos investidores.
Outra iniciativa da CVM para agilizar as análises do MRP, divulgada recentemente, foi a edição de uma resolução, temporária e experimental, que muda a forma como os pedidos de recursos são avaliados na autarquia. A resolução concedeu mais competência para a área técnica decidir sobre as ações, submetendo ao colegiado só casos de provimento do ressarcimento ou considerados mais relevantes.
Ativos incluídos
Os ativos cobertos pelo MRP são negociados e listados em Bolsa, como ações, derivativos e fundos imobiliários. Títulos de renda fixa e mercado de balcão não estão inclusos. Um exemplo de pedido de ressarcimento é uma ordem de compra ou venda que não foi cumprida corretamente porque o home broker da corretora estava fora do ar, por exemplo. Outra situação prevista é o caso de liquidação de uma corretora de valores.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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