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Sem espaço no Barcelona, lateral Douglas pode ir para a Roma

No futebol europeu desde 2014, o lateral Douglas não conseguiu se firmar no Barcelona, e após ficar um ano emprestado ao Sporting Gijón, pode ser o novo reforço da Roma. O clube italiano estaria disposto a pagar o salário anual do atleta, de 1,2 milhões de euros (aproximadamente R$ 4,4 milhões) e quer trazer o jogador [?]
07:45 | Ago. 24, 2017 Autor - Tipo Notícia

No futebol europeu desde 2014, o lateral Douglas não conseguiu se firmar no Barcelona, e após ficar um ano emprestado ao Sporting Gijón, pode ser o novo reforço da Roma. O clube italiano estaria disposto a pagar o salário anual do atleta, de 1,2 milhões de euros (aproximadamente R$ 4,4 milhões) e quer trazer o jogador ainda nesta janela de transferências, que se encerra no dia 31 de agosto.

Além da Roma, o brasileiro também é pretendido pelo Benfica, que já demonstrou forte interesse em contratar o lateral. Segundo o site português A Bola, os atuais tetracampeões nacionais discutem a possibilidade de adquirir o atleta em definitivo, já que o valor de 5 milhões de euros (aproximadamente R$ 18 milhões) não é considerado elevado pela diretoria do clube.

A ida do lateral para o Barcelona ganhou destaque internacional por Douglas ser totalmente desconhecido pela mídia europeia e, principalmente, pelos veículos espanhóis. Para eles, a contratação do jogador foi uma negociação sem sentido realizada pela diretoria do clube catalão, já que o brasileiro estava em uma péssima fase pelo São Paulo, equipe em que o atleta estava anteriormente.

Revelado pelo Goiás em 2009, Douglas ficou quatro anos no clube até ser contratado pelo São Paulo, que procurava um lateral-direito titular há muito tempo. No entanto, o atleta não vingou no clube paulista, onde participou de 131 jogos e anotou apenas 6 gols. Além das atuações irregulares, o jogador não ganhou a confiança da torcida e aproveitou a proposta do Barcelona para começar sua carreira no futebol europeu

 

 

 

 

Gazeta Esportiva

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Guedes sobre sobre gastos inesperados: 'há fumaça no ar'

ECONOMIA
2021-07-30 13:20:33 Autor Agência Estado Tipo Notícia

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta sexta-feira, durante evento no Rio, que o Orçamento do próximo ano prevê recursos de R$ 25 bilhões a R$ 30 bilhões para acomodar um pagamento de R$ 250 a até R$ 300 de benefício do programa Bolsa Família. Ele acrescentou que existe, porém, "fumaça no ar" sobre possíveis despesas extraordinárias no orçamento, que podem forçar alguma reprogramação.
Sem especificar quais seriam essas possíveis despesas extraordinárias, Guedes exemplificou que, às vezes, decisões de outros Poderes podem ter "enorme impacto" no Orçamento. "Até o momento, sabemos que a programação para o Bolsa Família estava perfeitamente enquadrada na Lei de Responsabilidade Fiscal e nos limites do teto. Temos sempre receio. Há fumaça no ar, mas prefiro já estarmos trabalhando num ataque direto a esse possível fator", disse Guedes.
O ministro acrescentou que trabalhava para enviar uma primeira versão do Orçamento no fim deste mês, com a programação de 2022. Ele não deixou claro a mudança que as novas demandas orçamentárias podem provocar.
Reforma tributária
Guedes reiterou durante o evento que o Estado brasileiro é uma "fábrica de desigualdade", com pesada carga tributária sobre empresas e assalariados, ao passo que os "super-ricos", donos de empresas, tem isenção no recebimento de lucros dividendos.
"Os dividendos são tributados no mundo inteiro, em até 40%. E, no Brasil, pagavam zero de imposto. Os super-ricos pagam zero de imposto. No ano passado, foram R$ 380 bilhões de dividendos que não tiveram incidência de Imposto de Renda. É uma máquina de desigualdade, de produção de desigualdade, como todo o Estado no Brasil", disse o ministro.
Guedes reafirmou que a proposta de reforma tributária vai reduzir os impostos para empresas e assalariados. Segundo ele, a carga tributária sobre pessoas jurídicas está em crescimento há 40 anos, de modo a financiar o "descontrole de gastos" do setor público. "Enquanto o dinheiro estiver na empresa, gerando emprego e renda, o imposto vai ser reduzido para 21,5%, uma redução dramática", afirmou o ministro.
Sobre as pessoas físicas, Guedes acrescentou que são isentados 15 milhões de brasileiros de pagar imposto de renda. "Fizemos isenção bastante forte. Assalariados de baixa renda estavam pagando. Isentamos os mais frágeis e todos que declaram Imposto de Renda vão pagar menos impostos", disse o ministro.
Guedes lembrou que, quando o governo obtém sustentação parlamentar, consegue rapidamente aprovar suas reformas, como foi com o Banco Central independente, a Lei de Saneamento, a Lei do Gás Natural, a Lei de Falências e com a privatização dos Correios e desestatização da Eletrobras. "Reformas e vacina, é para onde o Brasil precisa caminhar", disse.
Nesta sexta-feira, o ministro participou do lançamento de um aplicativo chamado SPUApp. O aplicativo reduz a burocracia para que donos de terrenos em áreas de marinha possam realizar a chamada remição (quitação) de foro, tornando-se 100% proprietários do terreno.
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Contas públicas têm déficit de R$ 65,5 bilhões em junho

Economia
2021-07-30 13:20:21 Autor Agência Brasil Tipo Notícia

As contas públicas registraram saldo negativo em junho, com piora em relação ao mês anterior devido ao aumento de despesas com precatórios e antecipação do 13º salário dos aposentados. O setor público consolidado, formado por União, estados e municípios, apresentou déficit primário de R$ 65,508 bilhões no mês passado. Os dados foram divulgados hoje (30) pelo Banco Central (BC).

Houve aumento do déficit em relação a maio, quando foi registrado resultado negativo de R$ 15,541 bilhões. O chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, explicou que o déficit do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) passou de R$ 27,416 bilhões em maio para R$ 55,141 bilhões em junho, devido à antecipação a aposentados e pensionistas. Além do aumento de R$ 16 bilhões na comparação mensal de gastos do governo federal com despesas judiciais e precatórios.

“Esses dois fatores exclusivamente explicam 87% dessa piora no resultado do déficit primário no setor público na passagem de maio para junho. São dois fatores pontuais que explicam a mudança e a trajetória fiscal do país segue a mesma”, disse, durante coletiva virtual para apresentar os dados.

Por outro lado, o resultado de junho é melhor em relação ao déficit primário de R$ 188,682 bilhões de junho de 2020. Rocha destacou que junho de 2020 foi, provavelmente, o ponto mais alto dos gastos fiscais de combate aos impactos econômicos, sociais sanitários da pandemia de covid-19. “Naquele mês tivemos déficit primário recorde em termos mensais. E esses impactos são menores agora”, disse, para explicar a redução significativa na comparação interanual.

Em 12 meses, encerrados em junho, as contas acumulam déficit primário de R$ 305,456 bilhões, o que corresponde a 3,81% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país). Para o chefe do departamento do BC, a situação fiscal ainda precisa de bastante melhora e é o esperado que aconteça.

O déficit primário representa o resultado negativo das contas do setor público (despesas menos receitas) desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública. No ano, de janeiro a junho, há déficit de R$ 5,208 bilhões, ante resultado negativo de R$ 402,703 em junho do ano passado. Segundo Rocha, os números positivos precisam ser contextualizados com a situação econômica de época (pico da pandemia) e com a recuperação que se observa atualmente.

A meta para as contas públicas deste ano, definida no Orçamento Geral da União, é de déficit primário de R$ 251,1 bilhões para o setor público consolidado. Em 2020, as contas públicas fecharam o ano com déficit primário recorde de R$ 702,950 bilhões, 9,49% do PIB. Foi o sétimo ano consecutivo de resultados negativos nas contas do setor público.

Dados isolados

No mês passado, o Governo Central (Previdência, Banco Central e Tesouro Nacional) apresentou déficit primário de R$ 75,083 bilhões ante o déficit de R$ 195,180 bilhões de junho de 2020. Além da diminuição de 35% nas despesas, antes os gastos com a pandemia no resultado de 2020, no mês passado, a União registrou aumento da receita líquida em 57% em comparação a junho de 2020. “Em junho do ano passado estávamos no momento mais agudo, com a recessão que diminuiu a atividade econômica e também a arrecadação”, disse Rocha, destacando ainda que o pagamento de muitos impostos foram adiados para auxiliar o setor produtivo naquele momento.

O montante difere do resultado divulgado ontem (29) pelo Tesouro Nacional, de déficit de R$ 73,553 bilhões em junho, porque, além de considerar os governos locais e as estatais, o BC usa uma metodologia diferente, que leva em conta a variação da dívida dos entes públicos.

Por outro lado, os governos estaduais contribuíram para melhora do resultado no mês passado registrando superávit de R$ 7,547 bilhões, ante superávit de R$ 5,592 bilhões em junho de 2020. Os governos municipais também anotaram superávit de R$ 850 milhões em junho deste ano. No mesmo mês de 2020, o superávit foi de R$ 187 milhões para esses entes.

Da mesma forma, houve melhora na arrecadação desses entes, principalmente do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), além do aumento nas transferências regulares do governo federal no âmbito do compartilhamento de impostos e outras normas federativas, fruto natural do aumento da arrecadação.

As empresas estatais federais, estaduais e municipais, excluídas as dos grupos Petrobras e Eletrobras, também tiveram superávit primário de R$ 1,183 bilhão no mês passado.

Despesas com juros

Os gastos com juros ficaram em R$ 10,086 bilhões em junho, contra R$ 21,897 bilhões no mês anterior e R$ 21,480 bilhões em junho de 2020. De acordo com Rocha, essa despesa tende a ser estável e diversos fatores contribuíram para melhorar o resultado no mês.

Houve crescimento nas despesas influenciado pela elevação dos índices de preços, em especial a inflação, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Além disso, houve aumento do estoque nominal da dívida, montante sobre o qual incidem os juros.

No sentido contrário, houve uma contribuição positiva na conta pela influência das operações do Banco Central no mercado de câmbio (swap cambial, que é a venda de dólares no mercado futuro). Os resultados dessas operações são transferidos para o pagamento dos juros da dívida pública, como receita, quando há ganhos, e como despesa, quando há perdas. Segundo Rocha, em junho deste ano, os ganhos com swap foram de R$ 21,7 bilhões. Já em maio, os ganhos foram menores, de R$ 11 bilhões, e em junho de 2020 houve perdas de 4,9 bilhões com swap.

Em junho, o déficit nominal, formado pelo resultado primário e os gastos com juros ficou em R$ 75,595 bilhões, contra o resultado negativo de R$ 210,161 bilhões em igual mês de 2020.

Em 12 meses, acumula R$ 589,695 bilhões, ou 7,36% do PIB. O resultado nominal é levado em conta pelas agências de classificação de risco ao analisar o endividamento de um país, indicador observado por investidores.

Dívida pública

A dívida líquida do setor público (balanço entre o total de créditos e débitos dos governos federal, estaduais e municipais) chegou a R$ 4,878 trilhões em junho, o que corresponde a 60,9% do PIB. Em maio, o percentual da dívida líquida em relação ao PIB estava em 59,8%.

O aumento tem como principais fatores, primeiro, o próprio resultado deficitário do mês, e segundo, a desvalorização cambial de 4,4% que ocorreu no período. A dívida pública sobe quando há alta do dólar, porque o Brasil também é credor em moeda estrangeira. Ainda assim, o resultado é menor do que o registrado em dezembro de 2020, quando a dívida líquida chegou a 62,7% do PIB, o recorde histórico.

Em junho de 2021, a dívida bruta do governo geral (DBGG) – que contabiliza apenas os passivos dos governos federal, estaduais e municipais – chegou a R$ 6,729 trilhões ou 84% do PIB, contra 84,6% (R$ 6,696 trilhões) no mês anterior, quando a dívida bruta chegou no maior percentual da série histórica do BC, iniciada em dezembro de 2006. Assim como o resultado nominal, a dívida bruta é usada para traçar comparações internacionais.

Um dos fatores para a redução da dívida bruta do governo geral é o crescimento do PIB nominal do país nos últimos meses. Além disso, no caso da DBGG, só se contabiliza os passivos no país, sem impacto das reservas internacionais, e a desvalorização cambial contribui para reduzir as dívidas dos governos.

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Brasil bate recorde sul-americano, mas não avança no revezamento misto

Esportes
2021-07-30 13:19:59 Autor Agência Brasil Tipo Notícia

No primeiro dia do atletismo na Olimpíada de Tóquio, o revezamento 4x400 metros misto brasileiro (Anderson Henriques, Tiffani Marinho, Tabata Vitorino e Pedro Burmann) bateu o recorde sul-americano, mas não se classificou para as finais da competição. As competições de atletismo estão sendo disputadas no Estádio Olímpico de Tóquio, na capital japonesa.

Com o tempo de 3min15s89, o Brasil encerrou a participação na 12ª posição, entretanto apenas os oito melhores colocados avançaram. O revezamento 4x400 misto de atletismo estreia em Jogos Olímpicos nesta atual edição do evento.

Brasil bate recorde sul-americano, mas não vai à final no revezamento 4x400 misto
Revezamento 4x400 metros misto estreou no atletismo olímpico nos Jogos de Tóquio 2020. - Phil Noble/ Reuters / Direitos Reservados

No arremesso de peso feminino, o Brasil foi representado por Geisa Arcanjo. A paulista, de 29 anos, ficou na 15º colocação na classificatória. Esta posição não lhe deu a oportunidade de avançar à final. No seu primeiro arremesso, ela alcançou 16,46 m, entretanto queimou os dois outros. Esta é a terceira participação de Geisa em Jogos Olímpicos, ela competiu em Londres-2012 e Rio-2016.

No salto triplo feminino, a mineira Núbia Soares terminou na 17ª colocação na classificatória. Como somente as 12 melhores classificadas avançavam, ela não conseguiu ir adiante. Na primeira tentativa, ela queimou. Em seguida, Núbia obteve 14,04m no segundo salto e 14,07 na terceira e última oportunidade.

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Japão prorroga estado de emergência por Covid-19 uma semana após início da Olimpíada

olimpíadas
2021-07-30 13:15:00 Autor AFP Tipo Notícia

O Japão prorrogou nesta sexta-feira, 30, a emergência sanitária por Covid-19 em Tóquio e a ampliou para outras quatro regiões, após o aumento dos contágios, uma semana depois do início dos Jogos Olímpicos. Na quinta-feira, 29, o Japão registrou mais de 10.000 casos de coronavírus pela primeira vez, o que levou autoridades e especialistas a advertirem para o risco que implica a propagação da variante Delta.

LEIA MAIS: Olimpíadas de Tóquio tem o primeiro W.O. por causa da Covid-19

O recorde de casos acontece em pleno desenvolvimento dos Jogos Olímpicos de Tóquio. Nas últimas 24 horas, foram registrados 27 novos contágios entre credenciados na Olimpíada, o maior número diário desde o início do evento esportivo, segundo o comitê organizador. O número de infectados está em mais de 200.

O surto no país é comparativamente pequeno. Desde o início da pandemia, foram registradas 15.000 mortes, e o governo nunca adotou medidas de confinamento rígido. Apenas 25% da população está completamente vacinada.

"Decretamos o estado de emergência para Saitama, Chiba, Kanagawa e Osaka", afirmou o primeiro-ministro Yoshihide Suga, antes de acrescentar que a medida, já em vigor em Tóquio e Okinawa (sul), foi estendida até 31 de agosto. "O contágio está se espalhando a uma velocidade nunca antes vista", especialmente dentro e ao redor da região de Tóquio, disse o primeiro-ministro Suga.

LEIA MAIS: Tóquio registra recorde de casos de coronavírus em plenos Jogos Olímpicos

"A variante delta altamente contagiosa se impõe rapidamente e, se o aumento de infectados, não parar é possível que os hospitais fiquem lotados", alertou. Anteriormente, a ministra da Saúde, Norihisa Tamura, afirmou que o governo queria enviar uma "mensagem forte" ao prorrogar o estado de emergência, já que a variante Delta agora responde por "mais de 50% dos casos" em Tóquio.

O atual estado de emergência em Tóquio restringe o horário de funcionamento de bares e restaurantes e proíbe a venda de bebidas alcoólicas. Os especialistas alertam para um relaxamento de seu cumprimento e um aumento de casos entre os jovens.

 

bur-sah/mtp/mar/tjc/fp/tt/aam

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Bolsonaro agradece a Cabo Verde por apoio à entrada do Brasil no CS da ONU

INTERNACIONAL
2021-07-30 13:14:49 Autor Agência Estado Tipo Notícia

O presidente Jair Bolsonaro agradeceu, nesta sexta-feira (30), ao presidente de Cabo Verde, Jorge Carlos Fonseca, pelo apoio na votação para a entrada do Brasil no Conselho de Segurança (CS) da ONU, no qual agora ocupa cadeira não permanente. Os dois líderes tiveram reunião a portas fechadas no Palácio do Planalto após o chefe de estado do país estrangeiro ser recebido com solenidade militar.
"Agradeço ao presidente Jorge por todos os momentos em que nos ajudou nas eleições para organismos internacionais, como a última, a nossa cadeira não permanente no Conselho de Segurança da ONU, uma marca da nossa diplomacia", disse em discurso.
A visita, segundo Bolsonaro, serviu para reafirmar a cooperação entre as duas nações e avançar no acordo de mobilidade entre os países, que "facilitará o trânsito dos nossos povos". Fonseca ressaltou as semelhanças culturais de Brasil e Cabo Verde e demonstrou desejo de aproximação econômica. "Esta visita simboliza a vontade de Cabo Verde e do Brasil de cimentar este relacionamento, estendê-lo, alargá-lo e chegarmos também a uma cooperação econômica e empresarial mais visível", disse.
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