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Capitão do Brasil, Marcelo combate acomodação após classificação

O lateral esquerdo Marcelo foi contemplado com a faixa de capitão da Seleção Brasileira contra o Equador, na quinta-feira, na Arena do Grêmio ? o técnico Tite adota um rodízio na função. Em seu primeiro ato como líder, o jogador do Real Madrid pregou contra a acomodação na única equipe sul-americana já classificada para a [?]
21:30 | Ago. 30, 2017
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O lateral esquerdo Marcelo foi contemplado com a faixa de capitão da Seleção Brasileira contra o Equador, na quinta-feira, na Arena do Grêmio ? o técnico Tite adota um rodízio na função. Em seu primeiro ato como líder, o jogador do Real Madrid pregou contra a acomodação na única equipe sul-americana já classificada para a Copa do Mundo de 2018.

?Não existe tranquilidade por já estarmos classificados. Sabemos o que temos que melhorar. O professor Tite sempre vem com uma coisa nova. Nunca está bom. É um caminho duro porque queremos colocar a Seleção no lugar mais alto, onde ela deve estar. Para chegar lá, temos que sofrer. Então, a mentalidade não muda?, discursou Marcelo, para quem o Brasil ?não ganhou absolutamente nada?.

Ouvindo com atenção as palavras do seu lateral esquerdo, Tite se encheu de orgulho principalmente quando ele falou sobre o prazer de defender o time nacional. ?Fico muito feliz por ter ganhado a Champions League, mas o que não tem preço é representar o meu país, ver o povo feliz, a minha família sorrindo. Isso é muito maior do que uma Champions?, bradou Marcelo. ?Essa foi a resposta que ele me deu por telefone?, interrompeu o técnico.

Com essa postura, na visão de Tite, Marcelo está pronto para ser mais um jogador a usar a braçadeira do Brasil. ?Sou o décimo que vestirá essa faixa nessa Seleção, mas não muda muita coisa. Cada um tem a sua parcela de ajuda aqui dentro. O Tite sempre deixa isso bem claro para a gente?, disse.

O que também não muda, segundo Marcelo, é o comportamento dos jogadores do Brasil. Contestador diante de jornalistas, o jogador não gostou de ouvir que o elenco era menos brincalhão antes de confirmar presença no Mundial da Rússia.

?Vocês não viam brincadeiras porque não queriam. A gente era igual quando o Brasil não estava classificado ? ria, ficava triste, irritado? Essa tranquilidade não é agora. O professor passa a tranquilidade para a gente executar o nosso trabalho?, concluiu o capitão do Brasil.

Gazeta Esportiva

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Preço das vacinas de Pfizer e Moderna sobe após adaptação a cepas

ECONOMIA
2021-08-02 07:41:08
Autor AFP
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As farmacêuticas Pfizer e Moderna aumentaram os preços de sua vacina contra a Covid-19 para a União Europeia, após sua adaptação às variantes do vírus - disse o secretário de Estado francês para Assuntos Europeus, Clément Beaune, confirmando uma notícia publicada pelo jornal Financial Times.

 

"Tem que olhar tudo isso com racionalidade, não se deixar enganar, obviamente, sem ter contratos mais exigentes, com produtos adaptados às variantes. Não apenas para a União Europeia, mas para todos os compradores será um pouco mais caro", declarou Clément Beaun, em entrevista à Rádio France Internationale (RFI), sem especificar o montante do aumento.

 

Segundo o jornal financeiro britânico, que teve acesso ao contrato concluído com a UE, o preço da vacina da Pfizer aumentou de 15,50 euros (18,39 dólares) para 19,50 euros (23,14 dólares) a unidade, e a da Moderna, de 19 (22,50 dólares) para 21,50 euros (25,50 dólares).

 

"Eles estão fazendo adaptações para as variantes, como se pede nos contratos que estão sendo negociados. Também pedimos que a maior parte da produção, quase 300 componentes da vacina, seja produzida na Europa", acrescentou Beaune.

 

Isso ocorre em pleno aumento de casos no Velho Continente por causa da variante Delta, contra a qual as vacinas das americanas Pfizer e Moderna devem ser eficazes para evitar formas graves da doença, conforme os primeiros estudos.

 

Bruxelas sempre se opôs a revelar o preço de seus pedidos do imunizante. Em dezembro, um ministro belga revelou no Twitter, apagando pouco depois, um relatório que indicava o preço prometido por cada unidade pela UE: 1,78 euro (2,11 dólares) para a vacina da AstraZeneca, e 18 dólares, para a da Moderna.

 

Em maio, a UE fechou um novo contrato com a Pfizer/BioNTech para comprar 1,8 bilhão de doses de sua vacina da covid-19 até 2023, mas não informou o preço.

 

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, anunciou em julho que alcançou seu objetivo de contar com o número de doses suficiente para vacinar 70% dos europeus adultos (336 milhões de pessoas).

 

O programa de compra conjunta de vacinas dos países europeus totalizou 330 milhões de doses da vacina da Pfizer, 100 milhões da AstraZeneca, 50 milhões da Moderna e 20 milhões da Johnson & Johnson.

 

No final de julho, a Pfizer esperava vender vacinas contra a covid-19 por 33,5 bilhões de dólares (28,23 bilhões de euros) este ano, muito acima dos 26 bilhões (21,91 bilhões de euros) que a empresa havia previsto dois meses antes. Em maio, a Moderna previa vendas anuais de 19,5 bilhões de dólares (16,43 bilhões de euros).

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Alemanha: PMI industrial (final) sobe a 65,9 em julho

ECONOMIA
2021-08-02 07:38:58
Autor Agência Estado
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O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) da indústria da Alemanha avançou de 65,1 em junho a 65,9 em julho, na leitura final do dado, informou nesta segunda-feira a IHS Markit. Analistas ouvidos pelo Wall Street Journal previam 65,6. A consultoria afirma em relatório que o crescimento dos componentes de novas encomendas e emprego ampararam os ganhos, no segundo mês consecutivo de alta do índice no país. (Com informações da Dow Jones Newswires).
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Covid-19: escolas reiniciam ensino presencial em nove estados

Educação
2021-08-02 07:38:39
Autor Agência Brasil
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No segundo semestre deste ano, mais escolas públicas e particulares deverão retomar as atividades presenciais. A volta às salas de aula ocorrerá de forma diferente em cada localidade. O ensino remoto ainda deve seguir, mesmo que junto com o presencial, para evitar aglomerações. Para que as escolas sejam reabertas da forma mais segura possível, segundo especialistas, além de cumprir os demais protocolos de segurança, uma atitude faz toda a diferença: que todos usem máscaras da maneira correta, cobrindo o nariz e a boca.  

Segundo levantamento feito pelo Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), atualizado na última quinta-feira (26), pelo menos nove estados e o Distrito Federal definiram os calendários ou sinalizaram a volta ao ensino presencial ao menos para uma parcela dos estudantes neste segundo semestre. Esses estados são Acre, Alagoas, Ceará, Sergipe, Goiás, Piauí, Roraima, Tocantins e Mato Grosso do Sul. 

Eles se somam a Amazonas, Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Bahia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, que já retomaram este ano alguma atividade presencial. Os demais estados ainda estão sem definição. As redes públicas estaduais concentram as matrículas do ensino médio e dos anos finais do ensino fundamental, do sexto ao nono ano. 

Entre as redes municipais, o último balanço divulgado pela União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) mostrou que cerca de 16% das redes já retomaram o ensino presencial em 2021. A maioria em modelo híbrido, ou seja, mesclando aulas presenciais com o ensino remoto. As redes municipais são responsáveis, por sua vez, pela creche, pré-escola e ensino fundamental até o quinto ano. 

Entre as escolas particulares, a reabertura, de acordo com balanço da Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep), já é permitida em todos os estados. Cabe às escolas, de acordo com o contexto local, definir como se dará a retomada conforme as necessidades dos alunos e das famílias.

Orientações para a reabertura  

Visando orientar escolas e redes de ensino no retorno às atividades presenciais, o Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou, em julho deste ano, um parecer com esclarecimentos sobre cumprimento de carga horária, formação de professores e outras questões. O documento, aprovado por unanimidade, aguarda a homologação do Ministério da Educação (MEC). 

“O CNE reconhece, em primeiro lugar, que a pandemia não acabou”, disse o conselheiro Mozart Neves Ramos. “A primeira [recomendação] é o controle sanitário e a vacinação, para o retorno seguro ao presencial. Recomendamos fortemente esse retorno presencial, porque os danos de aprendizagem que estão aí são muito preocupantes”, acrescentou. 

O Conselho recomenda, ainda, que seja feita uma avaliação diagnóstica para saber a situação de cada estudante e o que pode ser aprendido até o momento. A orientação é que as escolas sigam a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), documento que reúne o mínimo que deve ser aprendido a cada ano, como o essencial que deve ser passado aos estudantes. 

O ensino remoto, segundo Ramos, deverá permanecer, seja para que estudantes intercalem aulas presenciais com a distância para evitar aglomeração, seja para recuperar conteúdos que não foram aprendidos até o momento. Para isso, os professores devem também ser formados. 

“Uma recomendação forte do CNE para o ensino híbrido [que mescla presencial e remoto]. Não dá para fazer como se fez no ano passado. No ano passado, era o que tinha. Os professores foram para a luta sem estar preparados. A consequência foi, mesmo para quem teve a oportunidade de acesso ao ensino híbrido, situações muito a desejar, porque não tínhamos nem material adequado para isso”. 

Uso de máscaras 

Usar máscaras de boa qualidade e da maneira correta, bem justas ao rosto, cobrindo o nariz e a boca, reduz o contágio por covid-19 nas escolas significativamente, de acordo com estudos do projeto ModCovid19. Por meio de simulações, o grupo de estudos concluiu que, sem os devidos cuidados, com o uso de máscaras de pano finas que não retêm as partículas apropriadamente, o risco de contrair a doença aumenta 1.141%. 

Caso os professores utilizem todos máscaras do modelo PFF2, adequadamente, cobrindo o nariz e a boca, e os estudantes usem corretamente máscaras de pano de boa qualidade - mais grossas, com duas camadas de tecido - o percentual de contágio cai para 39%. 

“Se estamos em um ambiente fechado, como são muitas salas de aula, a maior linha de infecção é inspirando partículas virais que estão no ar”, explicou o bolsista Marie Curie, na Universidade de Roma Guilherme Goedert, que integra o grupo de estudos e é responsável pelo desenvolvimento do modelo de simulação. “É a nossa recomendação de ouro, tudo que a gente testou funcionou muito melhor com professores com PFF2”, ressaltou. 

Goedert disse que os professores circulam entre as turmas e são também os que mais falam em voz alta, expelindo mais partículas no ambiente e facilitando a disseminação da covid-19 caso sejam contaminados, por isso precisam dessa proteção. 

A recomendação para os alunos é uma máscara de tecido grosso que se ajuste bem ao rosto. “Pode usar [máscara] de pano, mas tem que ser de boa qualidade e tem que se ajustar bem ao rosto, senão não é efetiva. Se puderem, havendo de pano e descartáveis, juntando ambas, estudos mostram que aumenta bastante o poder de filtragem com o uso das duas máscaras juntas”. 

Além do uso de máscaras, a circulação do ar nas salas, por meio de janelas e portas abertas; a divisão dos estudantes em grupos que se alternam entre aulas presenciais e remotas, para reduzir aqueles que ficam nas salas; e o rastreamento de casos - se houver caso na família, o estudante deve ser afastado por 14 dias. Se o aluno ficar doente, o grupo presencial dele deve ser todo afastado - são medidas que aumentam a segurança no retorno às aulas.  

“Estamos reabrindo as escolas quando uma nova variante está chegando. Precisamos reabrir? Precisamos. Mas, precisamos ter cuidado em como fazer isso”, disse o pesquisador.  

O ModCovid19 é um grupo de estudos formado por pesquisadores do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da Universidade de São Paulo (USP) de São Carlos (ICMC), Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica da Unicamp (Imecc), do Instituto de Matemática Pura e Aplicada do Rio de Janeiro (Impa), da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e da Fundação Getúlio Vargas (FGV-Rio). 

Cuidados com o emocional 

Além de todos os cuidados para evitar a disseminação, outro cuidado será necessário nesse retorno: o emocional. Para a gerente de projetos do Instituto Ayrton Senna e especialista na área de Formação de Educadores, Silvia Lima, a relação entre as escolas e as famílias será fundamental para o processo de readaptação dos estudantes no retorno às atividades escolares presenciais e servirá como importante ponto de apoio no cuidado emocional de todos. 

“Famílias e professores devem considerar não apenas como se dará a retomada dos conteúdos pedagógicos, que estará definida nos planos de retorno e readaptação à rotina escolar, mas também ao cuidado socioemocional. Contudo, será preciso cuidar das emoções e sentimentos da equipe escolar e dos estudantes, retomando os processos de ensino e aprendizagem com base no acolhimento e empatia”, disse.

Este é, de acordo com Silvia, um momento importante para que se trabalhe nas escolas as chamadas habilidades socioemocionais, que estão previstas inclusive na Base Nacional Comum Curricular. “Sendo as competências socioemocionais as capacidades individuais das pessoas que se manifestam por meio dos pensamentos, sentimentos e comportamentos, é possível aproveitar  para aliar as competências socioemocionais a uma rotina de sala de aula e trabalhar não só com os estudantes, mas também com os educadores. Foco, empatia, respeito, tolerância ao estresse, imaginação criativa, organização e outros [fatores] serão importantes para essa retomada”, explicou.  

O instituto elaborou um guia com dicas para a acolhida pós isolamento social, que está disponível na internet.

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Vendas no varejo da Alemanha avançam 4,2% em junho ante maio

ECONOMIA
2021-08-02 07:32:49
Autor Agência Estado
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As vendas no varejo da Alemanha cresceram 4,2% em junho, na comparação com maio e após ajustes sazonais, informou nesta segunda-feira (2) a agência oficial de estatísticas do país, Destatis. O resultado superou a previsão de alta de 1,8% dos especialistas ouvidos pelo Wall Street Journal, em um quadro de relaxamento nas restrições relacionadas à pandemia da covid-19.
Na comparação anual, o avanço das vendas no varejo do país foi de 6,2%. Ante fevereiro de 2020, mês anterior ao início das restrições pela pandemia na Alemanha, as vendas cresceram 9,1% em junho, segundo o Destatis. Vendas de alimentos, bebidas e tabaco recuaram 3,9% na comparação mensal, após ajustes sazonais. Já as vendas de produtos não alimentícios avançaram 8,7% no mês. Fonte: Dow Jones Newswires.
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"Enquanto você dormia dia 10": Rebeca Andrade e Zanetti ficam fora de pódio na ginástica

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2021-08-02 07:31:00
Autor Lucas Mota
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As Olimpíadas de Tóquio 2021 estão no dia 10. O Time Brasil entrou em ação nas finais da ginástica artística com Rebeca Andrade e Arthur Zanetti, que não conseguiram notas suficientes para subir ao pódio. Na canoagem, Isaquias Queiroz segue na briga por medalha. O POVO traz um resumo do que aconteceu entre a noite de domingo, 1º, e a madrugada de segunda-feira, 2, enquanto você dormia.

+ Olimpíadas de Tóquio: confira calendário completo com dia e horário

O dia 10 fica marcado também pelo anúncio de que Simone Biles voltará a competir na Olimpíada em Tóquio. Ela disputará a final da trave nesta terça-feira, 3, prova em que a brasileira Flavinha Saraiva brigará por medalha. Entre outros resultados do Time Brasil, estão disputas no handebol, vôlei e tênis de mesa.

Rebeca Andrade é 5º na final do solo
Com a nota 14.033, a brasileira Rebeca Andrade terminou em quinto lugar na final do solo da ginástica artística e ficou de fora do pódio na final do solo da ginástica artística. A atleta, que conquistou o ouro na prova do salto e prata na individual geral, teve a apresentação com a música "Baile de Favela" comprometida com a saída do tablado.

Zanetti cai na final das argolas
O ginasta brasileiro Arthur Zanetti ficou de fora do pódio na final das argolas da ginástica artística. Na conclusão da apresentação, ele não conseguiu cravar a saída para o solo e acabou caindo. O erro comprometeu a nota dada pela arbitragem de 14.133 pontos, a mais baixa da prova de decisão.

Biles de volta!
A superestrela da ginástica americana Simone Biles, que não disputou quatro finais da ginástica dos Jogos Olímpicos de 2020, voltará a competir na terça-feira (3), na última final de sua modalidade em Tóquio, na trave de equilíbrio. A informação foi divulgada pela Confederação de Ginástica dos Estados Unidos.

Isaquías e Jacky avançam
A dupla de canoístas brasileiros Isaquias Queiroz e Jacky Godmann está na semifinal da canoagem. Competindo pela categoria C-2 sprint, em corrida de 1.000 metros, eles ficaram em primeiro na bateria das quartas de final na Olimpíada de Tóquio.

Despedida do handebol
O Brasil entrou em quadra entre a noite deste domingo, 1°, e a madrugada desta segunda-feira, 2, pela última rodada da fase de grupos do handebol feminino nas Olimpíadas de Tóquio, contra a França. Para avançar às quartas de final, as brasileiras precisavam vencer ou empatar com as francesas. Contudo, a equipe europeia triunfou por 29 a 22 e eliminou o Brasil da competição.

Obrigada a deixar a Olimpíada
A atleta de Belarus Krystsina Tsimanouskaya foi obrigada a suspender sua participação nos Jogos de Tóquio-2020 depois de ter criticado publicamente sua federação, afirmou neste domingo, 1º, a Fundação Bielorrussa de Solidariedade Esportiva.

Brasil está eliminado no tênis de mesa
O Brasil está fora da disputa por equipes no tênis de mesa na Olimpíada de Tóquio. A equipe, com Vitor Ishiy, Gustavo Tsuboi e Hugo Calderano, perdeu a partida das quartas de final contra a Coreia do Sul na madrugada desta segunda-feira, 2.

 

Bruno e Evandro perdem no mata-mata
A dupla Bruno Schmidt e Evandro Oliveira perdeu nas eliminatórias do vôlei de praia na Olimpíada de Tóquio. Com o resultado a favor da Letônia, os brasileiros estão fora da disputa.

Tricotando em Tóquio?
Ouro nos saltos ornamentais sincronizados em Tóquio-2020, o britânico Thomas Daley, de 27 anos, voltou a chamar atenção neste final de semana enquanto assistia à final feminina dos saltos ornamentais trampolim de 3 metros. Na arquibancada, o atleta tricotava uma peça de roupa e dividia a atenção entre seu hobbie e suas colegas de profissão. A cena viralizou na internet.

Adiamento na vela
As competições de vela na Olimpíada de Tóquio previstas para esta segunda-feira, 2, foram adiadas. Devido à falta de vento, as regatas não puderam acontecer.

Brasileiras não avançam no atletismo
As brasileiras Ana Carolina Azevedo e Vitória Rosa participaram na noite deste domingo, 1°, das baterias eliminatórias dos 200 metros rasos e não conseguiram avançar de fase na competição. Carolina ficou na quinta colocação de sua prova, com tempo de 23.20, a melhor marca da temporada para a atleta. Vitória, por sua vez, atingiu a marca de 23.59 e terminou na sexta posição.

Recorde da Venezuela
A venezuelana Yulimar Rojas escreveu a página mais importante de sua carreira esportiva neste domingo, na final do salto triplo. Ela alcançou a marca de 15,67 metros nas Olimpíadas de Tóquio e conquistou seu primeiro ouro olímpico com um recorde mundial que estava de pé há quase três décadas.

 

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