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Neozelandesa faz história como primeira atleta olímpica transgênero

A atleta o ganhou o direito de competir graças a um consenso de 2015 do Comitê Olímpico Internacional (COI), que permitiu que atletas transgêneros participem de competições femininas
17:24 | Ago. 02, 2021
Autor - Agência Brasil
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A neozelandesa Laurel Hubbard fez história nesta segunda-feira (2) ao se tornar a primeira atleta transgênero a competir em uma Olimpíada, mas sofreu uma eliminação precoce na final da prova feminina do levantamento de peso depois de três tentativas fracassadas.

Aos 43 anos, Hubbard era a competidora mais velha da categoria 87kg em Tóquio, onde sua inclusão desencadeou um debate intenso sobre as condições mais justas para as mulheres, a identificação de gênero e a inclusão.

Hubbard nasceu homem e competiu no levantamento de peso no nível juvenil. Ela fez a transição de gênero oito anos atrás, retomou o levantamento de peso e ganhou o direito de participar dos Jogos graças a um consenso de 2015 do Comitê Olímpico Internacional (COI) que permitiu que atletas transgênero compitam em eventos femininos.

Mas sua participação histórica na competição desta segunda-feira só durou 10 minutos, já que seus primeiros três esforços foram fracassados.

Hubbard subiu no palco confiante, sorrindo em meio aos gritos de incentivo de uma arena oficialmente fechada a espectadores, mas acessível a colegas atletas e com um enxame de jornalistas internacionais.

"Não estou inteiramente inconsciente da polêmica que cerca minha participação nestes Jogos", disse Hubbard aos repórteres. "E por isso, quero agradecer particularmente ao COI, pois acho que é muito afirmativo seu compromisso com os princípios do olimpismo e a demonstração de que o esporte é algo para todas as pessoas, que é inclusivo e é acessível".

* Reportagem adicional de Junko Fujita

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Olimpíada: Ana Patrícia e Rebecca dão adeus no vôlei de praia

Esportes
23:38 | Ago. 02, 2021
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As brasileiras Ana Patrícia e Rebecca se despediram do torneio de vôlei de praia da Olimpíada de Tóquio (Japão) após serem derrotadas pelas suíças Joana Heidrich e Anouk Verge-Depre por 2 sets a 1 (parciais de 19/21, 21/18 e 12/15) nas quartas de final da competição, na noite desta segunda-feira (2) no Parque Shiokaze.

Ypiranga e Paraná empatam em 1 a 1 pela Série C

Esportes
23:08 | Ago. 02, 2021
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O Ypiranga empatou em 1 a 1 com o Paraná, na noite desta segunda-feira (2) no estádio Durival Britto, e manteve a liderança do Grupo B da Série C do Campeonato Brasileiro.

Isaquias Queiroz e Jacky Godmann garantem vaga na final da canoagem

Esportes
22:23 | Ago. 02, 2021
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Os brasileiros Isaquias Queiroz e Jacky Godmann garantiram vaga na final do C2 1000 metros (m) da canoagem velocidade da Olimpíada de Tóquio (Japão) ao completarem a segunda semifinal da prova na 4ª posição com o tempo de 3min27s167, na noite desta segunda-feira (2) no Canal Sea Foreste.

Juventus contrata atacante Kaio Jorge junto ao Santos

Esportes
21:24 | Ago. 02, 2021
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O Santos anunciou nesta segunda-feira (2) que chegou a um acordo com a Juventus (Itália) pelo atacante Kaio Jorge, que será liberado de imediato.

“A Juventus chegou às condições que apresentamos e que entendemos que foram as melhores nesse momento para o clube, diante do cenário que encontramos. Boa sorte ao Kaio Jorge, mais um menino da Vila que vamos torcer para seguir bem sua trajetória”, afirmou o presidente do Peixe, Andres Rueda, em nota.

O atacante, que tem 19 anos, chegou à Vila Belmiro em 2013, onde passou a jogar pelo sub-11. Na equipe profissional do Peixe, Kaio Jorge atuou em 84 jogos, marcando 17 gols.

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Atleta transgênero Laurel Hubbard faz história no levantamento de peso nas Olimpíadas de Tóquio

Diversidade
20:49 | Ago. 02, 2021
Autor Gazeta Esportiva
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A atleta neozelandesa Laurel Hubbard entrou para a história nesta segunda-feira, 2, nos Jogos de Tóquio ao se tornar a primeira esportista transgênero mulher a participar de uma disputa olímpica. Porém, não conseguiu se classificar para a final da categoria +87kg do levantamento de peso ao falhar nas três tentativas.

Sorridente e emocionada, Hubbard iniciou a disputa com uma barra de 120 kg e, depois, uma segunda e terceira de 125 kg. Como não conseguiu completar nenhuma das tentativas, está fora da disputa por medalhas.

A atleta, de 43 anos, que competiu na categoria masculina antes de fazer a transição após completar 30 anos, provocou um debate por sua convocação, depois de cumprir os critérios do Comitê Olímpico Internacional (COI).

Após sua saída do torneio, Hubbard deixou uma breve mensagem à imprensa, que começou com um agradecimento ao povo e governo japonês por sediarem os Jogos nessas circunstâncias extraordinárias e às organizações que permitiram sua participação.

"É claro que não estou totalmente alheia à controvérsia em torno da minha participação", afirmou.

"Por isso, gostaria de agradecer especialmente ao COI por ratificar seu compromisso com os princípios olímpicos e estabelecer que o esporte é algo para todas as pessoas, que é inclusivo e acessível", acrescentou.

"Gostaria de agradecer a Federação Internacional do Levantamento de Pesos. Eles me apoiaram extraordinariamente e acredito que comprovaram que o levantamento de peso é uma atividade aberta a todas as pessoas do mundo. Obrigada", disse Hubbard, antes de se retirar para o vestuário, sem aceitar perguntas.

O Comitê Olímpico Internacional (COI) celebrou sua participação nos Jogos como mulher trans.

"Laurel Hubbard é uma mulher e compete sob as regras de sua Federação. Devemos homenagear sua coragem e perseverança", disse à imprensa o diretor médico do COI, Richard Budgett, em Tóquio.

Os apoiadores de Hubbard afirmam que sua classificação para os Jogos representa uma vitória para a inclusão e para o direito das pessoas transgênero.

Outras pessoas alegaram que teria uma vantagem injusta sobre as rivais, por suas capacidades físicas herdadas de décadas atrás, quando competia como homem.

O debate sobre o tema é intenso e, em alguns momentos, acalorado, especialmente na Internet. Isso levou o Comitê Olímpico da Nova Zelândia a adotar medidas para proteger Hubbard.

Ao mesmo tempo em que celebrou o aspecto inclusivo da participação da atleta, o COI reconheceu, no entanto, que a presença de Hubbard levantava algumas questões legítimas sobre se Hubbard tem, no jargão usado pelo organismo para estes temas, uma "vantagem competitiva desproporcional".

Para o médico Richard Budgett, não é tão simples comparar homens e mulheres. Além disso, as mulheres transexuais podem vivenciar uma diminuição do desempenho, à medida que passam pelo processo de transição. O mais importante, para ele, é produzir mais pesquisa sobre o assunto.

"Considero que não houve mulheres abertamente transexuais no mais alto nível até agora e acho que o risco para o esporte feminino foi, provavelmente, superestimado", acrescentou.

O COI reconhece que o novo marco, que fornece pautas simples para as federações internacionais em vez de regras rígidas, não é a última palavra sobre este assunto, que continuará sendo debatido por muito tempo.

"É preciso haver uma maneira justa de obter o que precisamos e, seja qual for esse equilíbrio, é provável que alguns o critiquem. Não será a solução definitiva", afirmou o porta-voz do COI, Christian Klaue.

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