MST bate recorde de deputados eleitos e supera MBL nas eleições de 2022
Movimento conseguiu emplacar três nomes para a Câmara Federal e quatro para assembleias legislativas
Nas eleições deste ano, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) conseguiu eleger número recorde de deputados estaduais e federais. Ao todo, foram sete candidaturas vitoriosas, uma delas no Ceará. O índice de representação é maior do que o do Movimento Brasil Livre (MBL), que saiu das urnas no pleito deste ano com apenas dois nomes eleitos.
Na campanha, o MST lançou quinze candidatos aos parlamentos estaduais e federal em doze estados. Foram eleitos três representantes para a Câmara dos Deputados e quatro para as Assembleias Legislativas dos estados. É o melhor resultado eleitoral desde que o movimento começou a lançar candidaturas proporcionais, há 38 anos.
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Na próxima legislatura, a partir de fevereiro de 2023, o grupo terá mais representação do que o MBL no Congresso Nacional. O movimento de direita conseguiu emplacar apenas um representante na Câmara, o deputado federal Kim Kataguiri (UB), reeleito por São Paulo. No mesmo estado, também foi eleito Guto Zacarias (UB) para a Assembleia Legislativa.
No parlamento federal, a bancada do MST será composta pelos deputados eleitos Valmir Assunção, da Bahia, Marcon, do Rio Grande do Sul e João Daniel, do Sergipe. Todos são filiados ao Partido dos Trabalhadores(PT), assim como os futuros parlamentares estaduais: Rosa Amorim, de Pernambuco, Marina, do Rio de Janeiro, Adão Pretto, do Rio Grande do Sul, e Manoel Missias, do Ceará. Este último, eleito com 44.853 mil votos, é o primeiro representante do movimento a conseguir mandato na Assembleia Legislativa do Ceará (AL-CE).
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