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BBB18: Mahmoud toma banho nu e diz: "Achei que estava em casa"

Na manhã desta segunda-feira, 29, o sexólogo dispensou a sunga e tomou banho da forma como veio ao mundo: nu
19:40 | Jan. 29, 2018
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No Big Brother Brasil 2018 (BBB18), o líder Mahmoud, que já está envolvido em polêmicas com Ana Paula e Mara por ter colocado as sisters no paredão desta semana, voltou a causar na casa. Na manhã desta segunda-feira, 29, o sexólogo dispensou a sunga e tomou banho da forma como veio ao mundo: nu.
[SAIBAMAIS] 
"Eu tomei banho pelado, achei que estava em casa. Eu esqueci que eu tô no BBB, gente", disse o brother para Ana Clara e Kaysar, que foram aos risos. O sírio não perdeu a oportunidade de brincar: "É bom, deixa todo mundo ver seu bumbum".
"Eu tomei banho normal, lavei tudo, aí vi que a cueca estava aí... O Brasil inteiro viu meu pipi", contou o brother. Ana Clara aproveitou para desabafar com Mahmoud que Jéssica e Jaqueline atrapalharam sua noite de sono: "Não calavam a boca".
 
Redação O POVO Online 

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Conheça histórico de Cabeto antes e depois da Secretaria de Saúde do Ceará

EX-SECRETÁRIO
14:56 | Ago. 17, 2021
Autor Lais Oliveira
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Agora ex-secretário de saúde do Ceará, Carlos Roberto Martins Rodrigues Sobrinho, Dr. Cabeto, é um dos médicos mais bem conceituados do Estado. Cabeto marcou a gestão à frente da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) em ações de combate à pandemia de Covid-19 desde 2020, mas assumiu a pasta em 2019. Em seu primeiro ano de gestão, estabeleceu novos critérios para preenchimento dos cargos nos consórcios de saúde no Estado, a fim de priorizar critérios técnicos na nomeação, antes de livre escolha de prefeitos.

Ao lado do governador Camilo Santana (PT), Cabeto vinha sendo porta-voz do Governo na gerência da crise sanitária causada pela Covid-19. Desde o começo da pandemia, o Ceará foi um dos estados a adotar medidas rígidas de isolamento social, seguindo orientações científicas, incluindo dois lockdowns. A reabertura econômica gradual do Estado também foi resultado de participação ativa da Sesa.

Antes de ocupar o cargo de titular da Sesa, Cabeto foi diretor médico do Hospital Universitário Walter Cantídio (HUWC), em Fortaleza. O médico pertence ao corpo docente da Universidade Federal do Ceará (UFC) e foi cedido para o Palácio da Abolição. 

Não era a primeira vez que o médico havia sido sondado. Cabeto já havia recusado a titularidade na gestão Camilo por pelo menos duas vezes, segundo O POVO apurou na época. Quando assumiu a pasta, o cardiologista exercia a vice-presidência do PSDB no Ceará. A secretaria estava sendo comandada por Marcos Gadelha Maia, que foi secretário adjunto da Sesa-CE até o fim de 2018. 

Cabeto é graduado em Medicina pela UFC (1990) e possui Doutorado em Cardiologia pela Universidade de São Paulo (2001). O médico tem experiência na área de cardiologia com ênfase nos temas: sistema nervoso autônomo, sistema cardiopulmonar e doença de chagas. Ele ainda coordena o grupo de implantação do Distrito de Inovação em Saúde de Porangabussu.

À frente da Sesa, o ex-secretário protagonizou a adoção firme de critérios técnicos para o preenchimento de cargos nos consórcios de saúde, apesar das pressões contrárias de prefeitos de municípios. Novas regras vetavam indicações políticas nas autarquias. A decisão foi tomada pela Sesa após casos de irregularidades nos consórcios virem à tona.

Também sob a gestão de Cabeto, o Governo passou a apostar com mais força na inovação do setor da saúde. O então secretário chegou a projetar em 2019 a intenção de, a partir dos Polos de Saúde do Porangabussu e do Eusébio, informatizar e implantar o registro eletrônico de saúde em todas as unidades de atendimento do Estado, nos quatro anos seguintes.

Histórico

1990-2001

Cabeto se gradua em Medicina na Universidade Federal do Ceará (UFC) em 1990. Em 1998, o médico fez treinamento em suporte avançado de vida pela Sociedade Brasileira de Cardiologia- Funcor. De 1996 a 2001, faz doutorado em Cardiologia pela Universidade de São Paulo. 

2002

Cabeto passa a ser professor adjunto na Universidade Federal do Ceará (UFC). Ele era docente substituto na  universidade desde 1999. O médico acumula extenso currículo acadêmico, com trabalhos científicos publicados em periódicos nacionais e internacionais, como o Journal American College of Cardiology e o International Journal of Cardiology

2003

No Hospital Universitário Walter Cantídio (HUWC), da Universidade Federal do Ceará, em Fortaleza, Cabeto foi diretor de unidade, diretor médico e chefe do Serviço de Cardiologia.

Janeiro de 2019 

Anunciado como novo secretário da Saúde para o segundo mandato de Camilo Santana (PT), Cabeto disse na época que o maior desafio seria "mudar a metodologia de gestão, redefinindo a secretaria em termos de metodologia de trabalho nas áreas prioritárias”.

Abril e maio de 2019 

Cabeto admite falhas em modelo de gestão de consórcios de saúde no Estado e promete reestruturação, priorizando critérios técnicos. Relatórios do Tribunal de Contas do Estado (TCE) apontaram irregularidades em prestação de contas de todos os consórcios do Estado para 2017.  Mesmo sob pressão de prefeitos,  Cabeto reafirma que critérios técnicos para indicação de presidentes de consórcios é "inegociável". 

Janeiro de 2020

A Secretaria Estadual da Saúde (Sesa) cria durante reunião com os prefeitos, um grupo de trabalho para discutir os consórcios de saúde no Estado. Iniciativa representou um recuo diante das expectativas do Governo em convencer os gestores municipais da necessidade das mudanças profundas proposta pela pasta e publicadas em decreto no Diário Oficial do Estado no último mês de dezembro.

Fevereiro de 2020

Cabeto garante que vai realizar o edital para a seleção de gestores dos consórcios que administram policlínicas e os Centros de Especialidades Odontológicas (CEOs) no Interior. Afirmativa veio um dia após a suspensão do edital pelo Tribunal de Contas do Estado Ceará (TCE-CE).

Março a dezembro 2020

Cabeto ganha protagonismo na gestão da pandemia de Covid-19 ao lado do governador Camilo Santana (PT). O secretário é presença constante nos anúncios de novos decretos estaduais e nos anúncios de medidas mais rígidas, a exemplo dos dois lockdowns. Didático, o secretário explica detalhadamente indicadores e argumentos que embasam decisões do governo durante lives semanais. 

Agosto de 2021

Governador Camilo Santana (PT) anuncia saída de Cabeto da Secretaria de Saúde do Ceará (Sesa). O substituto ainda não foi anunciado.  

colaborou Roberto Araújo/Data.doc O POVO

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Ministério credencia bancos para pagamento de servidores federais

Economia
14:44 | Ago. 17, 2021
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Servidores públicos federais poderão ter mais opções de bancos para receber o salário. O Ministério da Economia (ME) publicou hoje (17) o edital n° 3/2021 para credenciar instituições bancárias interessadas em prestar serviços relativos à folha de pagamento dos servidores públicos federais.

Segundo o ministério, com mais opções, será possível escolher o banco que oferece melhores taxas e serviços.

De acordo com a Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do ME, o credenciamento poderá gerar receitas de R$ 5,45 bilhões aos cofres públicos, durante cinco anos. Além disso, servidores dedicados às atividades de pagamento poderão ser deslocados para outras áreas de atuação, inclusive de atendimento direto aos cidadãos.

Ao realizar esse credenciamento, o governo repassará o serviço aos bancos participantes, que realizarão o pagamento dos servidores. Dessa forma, os bancos podem oferecer outros serviços a esses clientes, como consignado em folha, por exemplo.

Segundo o edital de credenciamento, as instituições poderão prestar serviços de pagamento no Brasil dos valores líquidos da folha salarial e outras indenizações. Além dos servidores ativos e inativos, os serviços também poderão ser prestados para pensionistas, estagiários do Poder Executivo Federal e anistiados políticos civis.

O ministério acrescenta que, além de realizar o pagamento de salários e outras indenizações, outro objetivo do credenciamento é modernizar cada vez mais o processo de prova de vida anual, com requisitos que fomentem o uso de novas tecnologias.

De acordo com o ministério, o credenciamento ficará aberto por tempo indeterminado para que a administração pública possa credenciar as instituições que atenderem às condições estabelecidas no edital.

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Polícia faz operação contra milícia que atua na Baixada Fluminense

Geral
14:44 | Ago. 17, 2021
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Agentes da Polícia Civil do Rio de Janeiro fizeram hoje (17) uma operação para cumprir 18 mandados de prisão contra suspeitos de integrar uma milícia que atua em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Entre os alvos da ação de hoje estão policiais militares.

Até o fim da manhã de hoje, oito pessoas haviam sido presas, de acordo com a Polícia Civil.

Segundo informações da Polícia Civil, o grupo é suspeito de cobrar taxa de segurança de moradores, explorar sinal clandestino de TV a cabo e internet pirata. Eles atuavam em cinco condomínios localizados no bairro de Nossa Senhora do Carmo.

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Em 7 meses, bancos comunicaram 234,3 mil operações suspeitas ao Coaf

Economia
14:44 | Ago. 17, 2021
Autor Agência Brasil
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De janeiro a julho deste ano, os bancos brasileiros já comunicaram ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) quase a mesma quantidade de operações com indícios de crimes financeiros que reportaram durante todo o ano passado.

Nos primeiros sete meses deste ano foram feitas 234.336 comunicações de operações suspeitas (COS) ao Coaf – o número equivale a quase 95% das 248.989 notificações feitas ao longo de 2020. Em 2019 foram registradas 118.507 COS, segundo dados da Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

De acordo com a Lei nº 9.613, de 1998, representantes de diversos segmentos (e não só das instituições bancárias) devem notificar o Coaf sempre que identificarem transações com indícios de lavagem de dinheiro, de financiamento de atividades terroristas ou de outras práticas ilícitas previstas em lei.

Há ainda um segundo tipo de comunicação, a de Operação em Espécie (COE), feita pelos mesmos setores, e que envolve movimentações em dinheiro acima do valor estabelecido em norma. Atualmente, este valor está fixado em R$ 50 mil.

De janeiro a julho deste ano, os bancos já reportaram ao Coaf 2.571.495 casos de operação em espécie superiores a R$ 50 mil. Em 2020, foram 4.173.745, um número 46% superior às 2.849.911 feitas em 2019. Em casos como estes, as instituições bancárias e demais setores obrigados devem fornecer os dados cadastrais da conta movimentada, incluindo a identificação de seu titular, além de informar a quantia movimentada e a identidade de quem efetuou a operação.

Durante a abertura do 11º Congresso de Prevenção à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento do Terrorismo, organizado pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o presidente da entidade, Isaac Sidney, comentou o aumento do número de COS, assegurando que isto faz parte do empenho do setor bancário para cumprir a legislação e garantir a idoneidade do sistema.

“Este aumento se deve a uma série de fatores, mas eu queria destacar que estamos investindo volumes robustos [de dinheiro] em tecnologia, com uso de modernas ferramentas de tecnologia para identificar os delinquentes financeiros”, afirmou Sidney, destacando que, ao longo dos últimos anos, as comunicações de operações suspeitas subsidiaram milhares de relatórios de inteligência financeira produzidos pelo Coaf, fomentando investigações que resultaram em ações dos órgãos de controle e combate a ilícitos financeiros e outros crimes.

“Durante o período de pandemia, vimos crescer exponencialmente a ação de criminosos, seja através de fraudes bancárias, seja através de esquemas espúrios para desvio de verbas públicas na aquisição de insumos e equipamentos médicos destinados ao combate a covid-19.”

“Os bancos – e eu não saberia falar das fintechs e das instituições de pagamento – cumprem à risca o dever de comunicar ao Coaf as operações em espécie acima de R$ 50 mil, e também as chamadas operações suspeitas, com indícios de irregularidades. Mas, se porventura, os bancos não cumprirem essa obrigação legal, haverá de incidir, com rigor, o braço punitivo dos reguladores e dos órgãos de persecução criminal. Não se pode compactuar com quem lava dinheiro proveniente do crime”, acrescentou o presidente da Febraban.

Presente ao evento, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, mencionou que as quase 250 mil Comunicações de Operações Suspeitas feitas pelos bancos ao Coaf em 2020 fazem parte de um total de cerca de 820 mil notificações recebidas pelo conselho de controle ao longo do ano passado.

“Várias operações deflagradas pelos órgãos de repressão dos ilícitos financeiros tiveram sua origem nas comunicações suspeitas efetuadas pelos bancos ao Coaf. Um exemplo recente é a própria Operação Lava Jato. Foi por intermédio da comunicação dos bancos que as movimentações financeiras suspeitas foram verificadas”, comentou Fux, que também citou a pandemia para condenar a corrupção e a lavagem de dinheiro.

“A lavagem de dinheiro se constitui em um delito em que o criminoso transforma os recursos obtidos em atividades ilegais em ativos aparentemente legais, exatamente para [tentar] se livrar das consequências de seus crimes. Daí a importância de as instituições bancárias comunicarem as operações financeiras suspeitas”, mencionou Fux, que, na condição de presidente do STF, também preside o Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

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Documento sobre covid era informal e foi alterado, diz auditor do TCU

Política
14:44 | Ago. 17, 2021
Autor Agência Brasil
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Em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia do Senado, nesta terça-feira (17), o auditor do Tribunal de Contas da União (TCU) Alexandre Marques explicou que redigiu um documento preliminar sobre a superestimação dos dados de mortes pelo novo coronavírus no país, sem timbre ou cabeçalho do tribunal, a partir de dados de óbitos no Portal da Transparência do Registro Civil. Com isso, Marques afirmou que pretendia apenas provocar um debate dentro do órgão.

Segundo Marques, o documento foi compartilhado em um arquivo de formato Word, dentro da área de postagens da equipe do TCU no Microsoft Teams e, por escrito, ele pediu que os colegas ficassem à vontade para comentar, criticar ou mesmo ignorar o que ele havia escrito. O debate não avançou. O texto também foi enviado pelo servidor por WhatsApp ao seu pai, o coronel da reserva Ricardo Silva Marques, a quem ele se referiu como um confidente.

Alexandre Marques contou à CPI que o seu pai teria encaminhado o arquivo ao presidente Jair Bolsonaro, de quem é amigo e ex-colega de turma na Academia Militar das Agulhas Negras. “Em nenhum momento passou pela minha cabeça que ele [o pai] compartilharia o documento em Word”, disse. O servidor contou que o documento original foi editado, mas que desconhece o autor das mudanças. “A falsificação foi constatada após chegar ao presidente. Eu recebi uma versão já em PDF [que não permite edição] desse arquivo, com o TCU mencionado no cabeçalho. Meu pai recebeu o arquivo em Word e mandou para o presidente. Foi usado indevidamente”, detalhou Alexandre ao colegiado.

Em junho, ao conversar com apoiadores, Bolsonaro disse que teve acesso a um relatório oficial do TCU que concluía que a maior parte das mortes apontadas como decorrentes da pandemia seria na verdade em virtude de outras doenças. O presidente sugeriu à época que dados superestimados da covid-19 estariam sendo divulgados por estados interessados em receber mais verbas para o combate à pandemia. Diante da repercussão da declaração, o TCU informou que não é o autor do estudo e afastou o auditor do cargo.

“Não era uma instrução processual, não era nada do Tribunal de Contas da União. Achei irresponsável vincular o nome do TCU a duas páginas não conclusivas”, disse o servidor em resposta a um questionamento do relator Renan Calheiros (MDB-AL). 

Próximos passos

Na reunião de hoje, o relator da comissão confirmou que a acareação, marcada para amanhã 18), entre o atual ministro do Trabalho, Onyx Lorenzoni, e o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF) foi cancelada. Os depoimentos foram aprovados na semana passada, mas, na avaliação dos senadores que comandam a CPI, não acrescentariam fatos novos para a investigação. Segundo Renan, a comissão está “em reta final” e o relatório deverá ser entregue no mês que vem.

Para amanhã, está previsto o depoimento do empresário Francisco Maximiano, sócio da Precisa Medicamentos. O depoimento do empresário à CPI já foi adiado algumas vezes, a última delas, em julho. Maximiano deve comparecer amparado por um habeas corpus do Supremo Tribunal Federal (STF) para não responder a perguntas que o incriminem.

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