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Enquete BBB17: Emilly, Ieda ou Vivian? Quem deve vencer o reality?

A edição 2017 do Big Brother Brasil chegará ao fim na noite desta quinta-feira, 13, com o anúncio da grande vencedora
23:23 | Abr. 10, 2017
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Atualizada às 19h do dia 13/4

No último dia do Big Brother Brasil 17 (BBB17), enquete continua dando vitória à Emilly sobre Vivian, em final que tem também a participante Ieda como coadjuvante, já que soma apenas 1,78% dos votos. Emilly aparece com 59,8% e Vivian, 38,42%.

>> Ex-BBB17 Marcos quer manter distância de Emilly, diz site

Na parcial dessa terça-feira, 11, a estudante marcava 56,26% e advogada Vivian, 42,26%. Ieda tinha apenas 1,48%. Já na parcial dessa quarta, Emilly somava 58,78%, Vivian, 39,41%, e Ieda, 1,41%.

Depois da expulsão do participante Marcos Harter, 37 anos, na noite desta segunda-feira, 10, do Big Brother Brasil por agredir sua companheira no reality, as três finalistas pela disputa do prêmio do Big Brother Brasil foram conhecidas pelo público.

As sisters Emilly Araújo, 20 anos, Ieda Wobeto, 70 anos e Vivian Amorim, 23 anos, irão concorrer na quinta-feira, 13, na final do reality por R$ 1,5 milhão.

 

>> Enquete BBB17: Emilly, Ieda ou Vivian? Quem deve vencer o reality?

 

"Vocês são finalistas já do programa. A gente vai abrir votação já amanhã. É muito oportuno ter três mulheres incríveis na final", disse Tiago Leifert. A votação começa nesta terça-feira. Enquanto isso, participe da enquete O POVO Online.

O POVO Online quer saber quem deve ganhar o prêmio e se tornar a nova milionária: Emilly, Ieda ou Vivian?

 

Enquete BBB17: nova parcial segue cravando Emilly como vencedora em disputa com Ieda e Vivian

De acordo com o novo resultado parcial da enquete para saber quem deve vencer o BBB17, Emilly é a escolhida com 58,78% dos votos. Vivian soma 39,41%, enquanto Ieda tem apenas 1,81%.

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BBB: relembre os vencedores das 16 edições do reality

 

Você lembra de todos os vencedores do BBB? O POVO Online resolveu listar os brothers e sisters que saíram milionários do reality show

 

Acompanhe tudo o que acontece no BBB17

Redação O POVO Online

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Após encontro com Fux, Pacheco propõe nova reunião com Bolsonaro

POLÍTICA
16:27 | Ago. 18, 2021
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O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), pediu ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, para retomar o diálogo entre os Poderes e organizar uma conversa com o presidente Jair Bolsonaro. Após reunião esta tarde com Fux, Pacheco afirmou à imprensa que está disposto a conversar com o chefe do Planalto, com quem disse ter uma "relação muito cordial", mas destacou que, no momento, a prioridade é um encontro conjunto entre os representantes das três instituições: Executivo, Legislativo e Judiciário.
A reunião ocorreu na sede do STF, após o presidente Jair Bolsonaro aumentar as ameaças contra a corte e pressionar o Senado a abrir um processo de impeachment contra os ministros Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes. Pacheco afirmou que pedidos de impeachment - de ministros e do próprio presidente da República - não podem ser "banalizados".
Foi um sinal claro de que, caso Bolsonaro cumpra a promessa de protocolar um pedido de abertura de inquérito para o afastamento de ambos, Pacheco não dará andamento: "Tanto impeachment de ministros do STF quanto impeachment de presidente da República é preciso ter um filtro muito severo em relação e não pode ser banalizado."
Mais uma vez, Pacheco falou em evitar extremismos. "Concordamos que o radicalismo e o extremismo são muito ruins para o Brasil e são capazes de derrotar a democracia, portanto, precisamos evitar o radicalismo, evitar o extremismo, e darmos lugar ao diálogo que busque pacificar, que busque unir, não necessariamente concordar sempre, mas temos respeito à divergência", afirmou o presidente do Senado, declarando que a democracia não pode ser "aviltada e questionada como vem sendo no País".
De acordo com ele, Fux concordou com a possibilidade de uma reunião entre os três Poderes, mas não foi acertada nenhuma data por enquanto. "Todos devem respeito ao Poder Executivo e exigem reciprocidade", afirmou o senador.
Ao ser perguntado se uma reunião seria suficiente para debelar a crise institucional, Pacheco demonstrou insistência: "Se não for suficiente uma, fazemos outra".
Em reunião nesta semana com o ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira, e o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), o senador havia cobrado sinalizações de mudança de postura de Bolsonaro. Nesta quarta-feira, 18, Pacheco afirmou não ter colocado nenhuma "condição" para o chefe do Planalto, mas que espera o restabelecimento do diálogo entre Poderes.

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Pressão cresce no Haiti, em meio à falta de estrutura e aumento de mortes

INTERNACIONAL
16:27 | Ago. 18, 2021
Autor Agência Estado
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Há quatro dias sem teto e com acesso irregular a comida, água potável e medicamentos, sobreviventes do terremoto que sacudiu o Haiti no último sábado, 14, começam a perder a paciência com o governo, que não consegue dar resposta a milhares de pessoas que perderam suas casas e agora enfrentam uma tempestade tropical sem abrigo.
Entre a noite de terça, 17, e a madrugada de quarta-feira, 18, a tempestade tropical atrapalhava os esforços do governo para resgatar dezenas de milhares de pessoas. As fortes chuvas da terça-feira também prejudicaram os abrigos temporários montados desde o fim de semana, encharcando mesmo quem conseguiu algum tipo de teto - alguns dormiam ao ar livre.
As autoridades aumentaram o número de mortos para 1.941, na terça-feira, 17, embora esse número deva aumentar. Em L'Asile, no sudoeste do país, um hospital em um trecho remoto da zona rural da área ainda recebe pacientes com ferimentos do dia do terremoto, vindas de vilas isoladas.
De acordo com o diretor do hospital, Sonel Fevry, o acesso rodoviário às instalações no departamento de Nippes é difícil e nem todos conseguem chegar. A pobreza opressora, estradas ruins e crença em formas de medicina natural conspiram para piorar os problemas, segundo ele.
"Nós fazemos o que podemos, removemos o tecido necrosado e damos antibióticos a eles e tentamos conseguir uma tala", disse Fevry. A Agência de Proteção Civil do Haiti aumentou o número de feridos para 9.900, muitos dos quais tiveram que esperar por ajuda médica deitados do lado de fora de unidades de saúde.
A Unicef estima que o terremoto afetou cerca de 1,2 milhão de pessoas, incluindo 540 mil crianças. Escolas, pontes e instalações médicas desabaram. O representante da organização no Haiti, Bruno Maes, compartilhou um vídeo da cena, dizendo que "inúmeras famílias haitianas que perderam tudo devido ao terremoto estão agora vivendo literalmente com os pés na água devido às enchentes".
Logo após o terremoto, no sábado, 14, o primeiro-ministro Ariel Henry visitou a cidade de Les Cayes, uma das mais violentamente atingidas pelo terremoto, prometendo uma resposta rápida. No entanto, a paciência parece estar se esgotando depois de seguidas noites dormidas na chuva, sem a ajuda esperada.
Pierre Cenel, um juiz local de Les Cayes, dirigiu sua ira ao governo de Porto Príncipe, ecoando a frustração borbulhante nas regiões mais atingidas. "Como juiz, não devo ter opinião política. Mas como homem, como homem preocupado com a situação do meu país, nada está dando certo. Eles não fizeram nada para se preparar para este desastre", disse Cenel.
Na cidade de tendas montada em Les Cayes, os moradores imploraram desesperadamente por ajuda. Os trabalhadores humanitários também alertaram sobre os riscos de doenças transmitidas pela água, como o cólera. "Precisamos de ajuda", disse o pastor Roosevelt Milford, falando no rádio em nome das centenas de pessoas que acampam em campos encharcados desde que o terremoto destruiu suas casas.
Moradores deslocados usam facões para raspar as pontas de postes de madeira a serem fixados no solo para sustentar suas barracas improvisadas na cidade provisória montada. Em um país com altos níveis de crimes violentos, os moradores montaram suas próprias equipes de segurança para vigiar à noite, com atenção especial à segurança de mulheres e meninas.
O terremoto de sábado agravou os problemas no país mais pobre do hemisfério ocidental, que já luta contra um surto de coronavírus, violência de gangues e turbulência política após o assassinato do presidente Jovenel Moïse no mês passado. Após o desastre, o país ainda foi varrido pela tempestade tropical Grace.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, disse na terça-feira que as Nações Unidas reservaram US$ 8 milhões (o equivalente a R$ 42,72 milhões) em fundos de emergência para cuidados de saúde, água e abrigo no país, conclamando os países a intensificarem a ajuda externa para prevenir um "desastre humanitário". (COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS)

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TCU forma maioria a favor de edital do leilão do 5G

Política
16:24 | Ago. 18, 2021
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O Tribunal de Contas da União (TCU) formou hoje (18) maioria de votos a favor da aprovação do edital do leilão do 5G.

As regras do edital começaram a ser analisadas na sessão de hoje do tribunal, mas, após um pedido de vista do ministro Aroldo Cedraz, o processo foi suspenso. O prazo de vista será de uma semana.  

No Twitter, o ministro das Comunicações, Fabio Faria, comemorou o placar do julgamento e afirmou que o 5G tornará o país mais competitivo.

De acordo com o ministério, as empresas de telecomunicações devem colocar a tecnologia em funcionamento em julho de 2022.

Após a decisão do TCU, o edital deverá ser encaminhado para a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), órgão que será responsável pelo leilão.

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Servidores públicos aderem a greve geral contra reforma administrativa

Geral
16:24 | Ago. 18, 2021
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Servidores públicos municipais, estaduais e federais aderiram hoje (18), em várias cidades do Brasil, a uma manifestação nacional contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 32 de 2020, que institui a reforma administrativa.

Articulada por entidades representativas de várias categorias de servidores públicos, a greve geral tem atos marcados em 21 capitais. Além do desacordo com o texto da PEC 32/2020, que tramita na Câmara dos Deputados e pode ser votada ainda neste mês, manifestantes e entidades reivindicam o auxílio emergencial no valor de R$ 600, a diminuição do desemprego, a ampla e irrestrita vacinação contra covid-19 em todo o Brasil e a imediata interrupção dos processos de desestatização do governo, como o dos Correios.

Leia também:
» Texto da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 32/2020

Reforma administrativa

O ministro da Economia, Paulo Guedes, participou, em julho deste ano, de debates sobre o projeto na comissão de deputados que discute o tema. “Não existe nenhum dogmatismo do nosso lado. O principal motivo da nossa reforma é garantir a melhoria, a modernização e a qualidade do serviço público brasileiro. De outro lado, sabemos que devemos fazer isso de maneira eficiente, justamente para impedir a obsolescência dos quadros da administração pública”, disse o ministro na ocasião. Procurado pela reportagem, o Ministério da Economia afirmou que não fará comentários sobre as críticas à PEC 32/2020 e as manifestações de hoje.

Segundo a Central Única dos Trabalhadores (CUT) - uma das articuladoras da greve geral - a PEC 32 “retira totalmente a proteção dos trabalhadores da iniciativa privada e do serviço público.”

Segundo informa, em nota, o site da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), profissionais que não atuam no serviço público também foram mobilizados para atos relativos à greve geral. Funcionários da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e da Caixa também aderiram ao movimento.

Leia também:
» Entenda as mudanças propostas pela PEC 32/2020, da reforma administrativa

Greve dos Correios

A Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Fentect) também anunciou paralisação por tempo indeterminado. Em comunicado, a federação afirma que aderiu ao movimento para negociar “melhorias das condições de trabalho e reajuste salarial, além de exigir o fim do sucateamento da empresa e do projeto do governo de entregar os Correios para o setor privado.”

Conforme o Ministério das Comunicações, o objetivo da privatização dos Correios é dar maior agilidade e eficiência ao setor postal e melhorar os serviços prestados à população.

A Câmara aprovou, em 5 de agosto, o Projeto de Lei (PL) 521/21, que trata da privatização dos Correios.

A Agência Brasil entrou em contato com os Correios e aguarda a manifestação da empresa sobre a greve.

Leia também:
» Entenda o projeto de privatização dos Correios

São Paulo

No estado de São Paulo, em Taboão da Serra, região metropolitana de São Paulo, manifestantes se concentraram na rodovia Régis Bittencourt (BR-116), que liga as cidades de São Paulo a Curitiba. O grupo fez uma barreira na rodovia e o tráfego foi bloqueado no sentido capital paulista, altura do km 274, por cerca de uma hora.

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Dirigentes do Fed notaram que requisito para alta de juro difere do de 'tapering'

ECONOMIA
16:17 | Ago. 18, 2021
Autor Agência Estado
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Na mais recente reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), os dirigentes apontaram que as condições para uma elevação dos juros são diferentes daquelas para a redução da compras de títulos, segundo a ata do encontro publicada nesta quarta-feira. Além disso, a maioria dos integrantes do comitê de política monetária avaliou que uma redução "proporcional" na compra de Treasuries e de títulos lastreados em hipotecas (MBS, na sigla em inglês) seria benéfica para a economia, segundo o documento.
Por sua vez, vários dirigentes expressaram que uma redução mais rápida na compras dos MBS seria positiva, uma vez que o setor imobiliário vem "muito forte" nos Estados Unidos, não necessitando de apoio do Fed.
Uma parte dos integrantes do comitê avaliou que um inicio da redução da compra de ativos antes das metas do Fed serem alcançadas apresentaria benefícios potenciais, de acordo com a publicação.
Vários dirigentes notaram que um início antecipado do "tapering" poderia vir acompanhado por reduções mais graduais no ritmo de compra, e que tal combinação poderia mitigar o risco de um aperto excessivo nas condições financeiras em resposta a um anúncio de "tapering", segundo o documento. O momento das ações é dependente do curso da economia, pontua o comitê.

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