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Compromissos Editoriais

Nossos veículos se comprometem a fazer o melhor para publicar informações precisas em toda a sua cobertura. Investigamos afirmações com ceticismo, mas entrevistamos nossas fontes com espírito desarmado; questionamos suposições; desafiamos o senso comum; checamos informações com especialistas.

Buscamos corroborar o que as fontes nos dizem conversando com outras fontes de um mesmo assunto e/ou consultando documentos que possam confirmar ou desmentir determinada informação. Orientamos nossos jornalistas a fazer as seguintes perguntas ao fazerem a dupla-verificação na busca pela precisão:

Como você sabe?

Como pode ter certeza a respeito?

Onde está a evidência?

Quem é a fonte, e como a fonte sabe?

Qual documentação apoia a apuração?

Podemos compartilhar elementos relevantes de uma apuração com uma fonte primária ou com um especialista externo para verificação. Fazemos o possível para identificar e qualificar nossas fontes. Mas entendemos que certas informações só são acessíveis se essas fontes forem preservadas. Adotamos o uso de fontes em off, desde que essa condição seja realmente necessária. O uso do sigilo de fonte, uma garantia constitucional, exige, no entanto, que a checagem da informação seja mais rigorosa do que informações com fontes claramente identificadas.

O POVO admite que seus jornalistas trabalhem no anonimato somente quando esse expediente for imprescindível para o bom desempenho das funções, como para testar serviços público e privados ou na elaboração de reportagens que, de outro modo, coloque em risco a segurança do jornalista. Reportagens desse tipo precisam ser aprovadas previamente pela direção da Redação.

Em nossas páginas de opinião e em reportagens que envolvam debates públicos abrimos espaço para o contraditório. Essa é uma condição essencial para que nossa comunidade possa formar um juízo qualificado sobre o tema em questão.

Não publicamos nomes de pessoas que sejam simplesmente consideradas suspeitas pela Polícia. Por regra, a publicação do nome de qualquer pessoa acusada de um crime se dará a partir do indiciamento ou denúncia dessa mesma pessoa, a partir de prisões em flagrante ou temporária/preventiva ou condenações. Fora dessas circunstâncias, admite-se a publicação do nome de suspeitos apenas em situações excepcionais, como o de figuras públicas ou em circunstâncias que envolvam várias testemunhas ou provas audiovisuais flagrantes.

Eventuais lacunas em histórias ainda em desenvolvimento devem ser deixadas claras, de forma que o leitor/internauta/ouvinte/telespectador/seguidor tenha plena clareza de que elementos são esses e de que esforços foram feitos para esclarecê-los. O POVO compromete-se ainda a atualizar essas histórias tão logo seja possível.

Assumimos o compromisso de dizer aos leitores quando erros de informação são cometidos, bem como sobre sua magnitude do erro. Corrigimos a informação o mais rápido possível, explicitando o erro cometido e a informação correta, bem como a data da publicação.

Tal compromisso e respectiva transparência em sua execução são aplicáveis tanto para erros de informação pequenos quanto grandes, tanto para resumos de notícias quanto para textos longos. Acreditamos na importância da autorregulação. Para isso, mantemos a figura do ombudsman, profissional pago pelo Grupo para atuar como advogado do leitor. O ombudsman envia avaliações internas diárias sobre o material publicado e faz uma crítica pública semanal. O profissional possui mandato fixo. Para garantir independência na sua atuação, ele não poderá ser demitido durante todo o exercício do seu mandato e seis meses após sua conclusão.

O POVO também mantém Conselho de Leitores (para as plataformas impressa e online) e Conselho de Ouvintes (para Rádio), escolhidos por sua redação, com reuniões periódicas para ouvir a opinião de seus usuários sobre o que vem sendo publicado. Os conselheiros são escolhidos pelas redações do O POVO, considerando sempre a variedade do conjunto de leitores/ouvintes. O conselho é uma atividade voluntária, de caráter consultivo, com mandato de um ano.

Nossos jornalistas não aceitam presentes, vantagens financeiras ou qualquer coisa que possa vir a comprometer sua isenção. O POVO admite apenas brindes de pequeno valor financeiro. Viagens a convite de terceiros para a realização de alguma pauta específica devem passar pela autorização da direção da empresa. Essa circunstância deve vir claramente sinalizada nas matérias.

O POVO possui estrutura própria para a publicação de branded content. Este tipo de conteúdo, híbrido, deve vir sinalizado com clareza para os leitores. Além disso, deve ter o mesmo rigor com informações que qualquer outro conteúdo do O POVO, mesmo os editoriais.

Qualquer profissional que receba proposta de um segundo emprego deve submetê-la à direção do Grupo, que avaliará as condições para que isso não gere conflito de interesses.

Como veículo que participa ativamente dos debates públicos, O POVO encampa bandeiras editoriais em defesa de temas específicos. Mas a cobertura desses temas devem se dar sob os mesmos critérios de qualquer outra cobertura do Grupo, respeitando o contraditório e abrindo espaço para opiniões divergentes.

O POVO defende um conjunto de princípios que considera extremamente importantes, como a democracia, o Estado de Direito, o direito à livre iniciativa e todos aqueles expressos na Declaração Universal dos Direitos do Homem.

O POVO integra o Projeto Credibilidade, capítulo brasileiro do The Trust Project, rede global de organizações noticiosas que se utilizam de uma série de indicadores para garantir transparência e credibilidade ao leitor. As informações apresentadas pelo O POVO atendem às diretrizes do Projeto Credibilidade, que procura “desenvolver ferramentas e técnicas para identificar e promover um jornalismo digital confiável e de qualidade”.