Edílson Capetinha estreia no BBB com relato pessoal curioso para Tadeu Schmidt

Edílson Capetinha estreia no BBB com relato pessoal curioso para Tadeu Schmidt

Pentacampeão mundial usa primeiros minutos no Big Brother Brasil para falar de família, além da trajetória dentro e fora de campo

A estreia de Edílson Capetinha no BBB 26, na noite dessa segunda-feira (12), levou o esporte para o centro do reality show da Globo logo nos primeiros minutos. Isso porque o ídolo do Corinthians e pentacampeão com a Seleção já abriu sua participação com um relato pessoal ao apresentador Tadeu Schmidt, em uma história que o atravessou por décadas fora dos gramados. 

O ex-jogador contou que ganhou uma televisão durante um evento ao lado de Oscar Schmidt, ex-jogador de basquete e irmão de Tadeu. Segundo ele, o prêmio ainda não deixou de ser simbólico para família, que ainda o utiliza até os dias de hoje.

“Minha mãe está assistindo o BBB, hoje, com uma televisão que a sua família me ajudou. Fui em um evento com o seu irmão, ele me ensinou a arremessar e eu ganhei a televisão que minha mãe está vendo o programa hoje”, relatou ao vivo.

Por que aceitou o BBB?

Logo depois, o ídolo corintiano explicou o motivo que o levou a topar o desafio do confinamento no reality show. Acostumado com o reconhecimento pelo que fez com a bola nos pés, o ex-jogador viu no BBB a chance de mostrar um lado pouco visto pelo público. 

Todo mundo me conhece como o Edílson dentro de campo… Campeão pelo Corinthians, Palmeiras, Flamengo, em todos os times que joguei, mas não conhecem o homem”, disse antes de completar que quer apresentar sua personalidade e seu lado humano.

Edílson Capetinha no futebol

O ex-jogador disputou 711 partidas ao longo da trajetória profissional, com 305 gols marcados. No decorrer da carreira, vestiu camisas de clubes como Corinthians, Palmeiras, Flamengo, Cruzeiro e Vasco no futebol nacional — com destaque para história no Alvinegro paulista.

Sua passagem pelo futebol brasileiro resultou nas conquistas dos Campeonatos Brasileiros de 1993, 1998 e 1999, do Mundial de Clubes da FIFA de 2000. O auge veio com a Seleção ao sagrar-se campeão da Copa do Mundo de 2002. Ele também colecionou experiências internacionais por Benfica, Kashiwa Reysol e Al Ain

Depois de deixar os gramados em 2016, seguiu ligado ao esporte como comentarista, com passagens pela Band nos programas “Donos da Bola” e “Jogo Aberto”. Mas também participou de quadros como “Dança dos Famosos”, da própria TV Globo. 

Atualmente, administra a ED Dez Eventos Promoções e Produções Artísticas e participa de jogos festivos, homenagens e ações sociais ligadas ao futebol.

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