Adeus aos orelhões: telefones públicos começam a ser retirados das ruas do Brasil

Adeus aos orelhões: telefones públicos começam a ser retirados das ruas do Brasil

 

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Mesmo tendo perdido relevância com o avanço da internet e da telefonia móvel, ainda existem 38,3 mil aparelhos instalados no Brasil, concentrados principalmente no estado de São Paulo. 

Crédito: Eurritimia/Wikimedia Commons

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Em 2020, esse número era muito maior: cerca de 200 mil unidades, sendo 150 mil pertencentes à operadora Oi, que atualmente enfrenta seu segundo processo de recuperação judicial.

Crédito: Gildemax/Wikimedia Commons

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A retirada dos telefones públicos está diretamente relacionada à mudança no modelo de prestação da telefonia fixa no país. 

Crédito: Cesar I. Martins/Wikimedia Commons

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A partir de uma lei aprovada em 2019, o serviço deixou de ser oferecido por meio de concessões e passou ao regime de autorizações, o que permitiu às operadoras antecipar a adaptação de seus contratos e se livrar de obrigações típicas de serviços considerados essenciais. 

Crédito: Sintegrity/Wikimedia Commons

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Com isso, as empresas passaram a optar pela remoção dos aparelhos, hoje sob responsabilidade de cinco operadoras: Vivo, Algar, Oi, Claro e Sercomtel.

Crédito: Fronteira/Wikimedia Commons

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No modelo anterior, as concessionárias eram obrigadas a assegurar o acesso universal à comunicação por voz, inclusive em locais sem viabilidade econômica, por meio de telefones públicos instalados em ruas e prédios públicos. 

Crédito: divulgação/Anatel

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