Déficit de atenção: Quando o esquecimento vira um problema diário

Déficit de atenção: Quando o esquecimento vira um problema diário

 

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De forma geral, trata-se de uma dificuldade persistente em sustentar a atenção, filtrar estímulos irrelevantes e controlar a impulsividade. Não é falta de vontade, preguiça ou desinteresse. Se bobear, a pessoa sem atenção deixa o celular dentro da geladeira.

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O problema ocorre por uma combinação de fatores neurológicos, genéticos e ambientais. Alterações no funcionamento de áreas do cérebro ligadas à atenção e ao controle executivo estão entre as principais causas.

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A hereditariedade tem peso importante: pessoas com familiares próximos que apresentam o quadro têm maior chance de desenvolvê-lo. Fatores como estresse precoce e privação de sono também influenciam.

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Embora seja mais diagnosticado na infância, o déficit de atenção pode persistir na vida adulta. Muitos adultos convivem com os sintomas sem saber exatamente a origem das dificuldades. Esquecem coisas banais, com a boca do fogão acesa depois que já terminou de preparar a comida.

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Crianças em idade escolar costumam ser bastante afetadas, principalmente no aprendizado. Adultos enfrentam problemas no trabalho, no cumprimento de prazos e na gestão da rotina.

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Entre as principais distrações estão celulares, redes sociais, ruídos, conversas paralelas e excesso de estímulos visuais. Ambientes desorganizados também dificultam a concentração.

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