A curiosa vida do texugo na natureza

A curiosa vida do texugo na natureza

 

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Embora possa ter tamanho parecido com o de um canídeo, seu corpo robusto e anatomia particular destacam-se entre os mustelídeos. Apesar de sua presença em muitos habitats, o texugo não é fácil de observar, já que é mais ativo ao crepúsculo e durante a noite.

Crédito: Pixabay

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Seus movimentos noturnos são lentos, cuidadosos, e guiados pelo olfato apurado, permitindo que avalie riscos no ambiente. No aspecto alimentar, o texugo é um omnívoro oportunista: consome tanto itens vegetais quanto animais, variando sua dieta ao longo do ano.

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Frutos como figos, amoras, bolotas e azeitonas, cogumelos, raízes, além de insetos, minhocas (Lumbricus terrestris), répteis, anfíbios, pequenos pássaros ou micromamíferos fazem parte de seu cardápio.

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Em estudos em regiões agrícolas de Portugal, por exemplo, descobriu-se um consumo elevado de trigo e insetos, com flutuações sazonais: nos meses secos predominam os gafanhotos, enquanto nos mais úmidos aparecem grilos, larvas e bolotas.

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Em outras áreas da Europa, como no norte, minhocas podem compor até entre 50% e 80% da dieta. As garras poderosas do texugo (com cerca de 25 milímetros de comprimento) fazem dele um escavador nato.

Crédito: Pixabay

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Ele constrói complexas texugueiras, sistemas de túneis com câmaras de refúgio e ventilação, que podem evoluir com o crescimento da família. Para marcar território, ele ainda escava latrinas. A localização delas ajuda os pesquisadores a mapear suas áreas de atividade.

Crédito: Pixabay

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