Chet Baker: glória e tragédia do músico sublime que teve morte misteriosa

Chet Baker: glória e tragédia do músico sublime que teve morte misteriosa

 

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Dono de um talento precoce e de uma sensibilidade rara, ele se tornaria um dos trompetistas mais emblemáticos do jazz do século 20.

Crédito: Domínio Público/Wikimédia Commons

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Ele também foi um vocalista de timbre frágil e melancólico, cuja voz ajudou a definir o clima introspectivo do chamado cool jazz.

Crédito: Reprodução do Facebook Chet Baker

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Sua trajetória artística, marcada por enorme reconhecimento e por uma vida pessoal turbulenta, permanece como uma das mais fascinantes e trágicas da história da música.

Crédito: Reprodução do Youtube

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Filho de um guitarrista que tocava em bandas country e western, Baker teve contato com a música ainda na infância. Começou a estudar trombone, mas logo migrou para o trompete, instrumento que o acompanharia por toda a vida.

Crédito: Reprodução do Facebook Chet Baker

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Após servir ao Exército dos Estados Unidos no final dos anos 1940, estabeleceu-se na Califórnia, onde passou a circular pela vibrante cena jazzística da Costa Oeste.

Crédito: Chet Baker - Grandes vozes do jazz. - Flickr Jazz Voyeur

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Foi nesse contexto que seu talento chamou a atenção do saxofonista Charlie Parker (foto) e, pouco depois, de Gerry Mulligan, com quem formaria um quarteto histórico no início dos anos 1950.

Crédito: Domínio público

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