Além da decoração: o simbolismo das guirlandas

Além da decoração: o simbolismo das guirlandas

 

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Na Grécia e Roma antigas, guirlandas eram confeccionadas com ramos verdes e flores, representando vitalidade e ligação com a natureza. Usadas em rituais religiosos, banquetes e como coroas de vitória em competições atléticas. O círculo fechado simbolizava eternidade e continuidade da vida.

Crédito: reprodução

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O formato circular da guirlanda remete ao ciclo da vida, à eternidade e ao renascimento. Cada elemento natural usado, como folhas, frutos ou flores, reforçava mensagens de prosperidade e proteção. Ao ser colocada em portas, representava um escudo contra energias negativas e um convite à hospitalidade e ao convívio.

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Na mitologia greco-romana, guirlandas estavam ligadas a deuses como Dionísio e Apolo, associados à fertilidade, música e celebração. Eram usadas em procissões e festivais para honrar divindades e pedir bênçãos. O ato de coroar alguém com uma guirlanda era visto como reconhecimento divino.

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Em cerimônias antigas, guirlandas eram oferecidas a convidados de honra ou colocadas em altares como sinal de devoção. Nos casamentos, representavam união e fertilidade, reforçando votos de prosperidade. Em funerais, eram usadas para homenagear os mortos e desejar-lhes paz eterna.

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Com a expansão do cristianismo, guirlandas foram incorporadas às festas religiosas, ganhando novos significados. Passaram a simbolizar esperança, fé e a vitória da vida sobre a morte. No Advento, guirlandas com velas marcaram a preparação espiritual para o Natal.

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A guirlanda de Advento surgiu na Alemanha no século 19, composta por ramos verdes e quatro velas. Cada vela, aliás, simboliza uma semana de preparação para o Natal, trazendo mensagens de esperança. O círculo verde representa a eternidade de Deus e a vida que não se acaba. Tornou-se prática comum em igrejas e lares cristãos.

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