Gado introduzido em ilha do Oceano Índico se adaptou a condições inóspitas, mas acabou sendo abatido

Gado introduzido em ilha do Oceano Índico se adaptou a condições inóspitas, mas acabou sendo abatido

 

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Tudo começou quando cerca de cinco ou seis bovinos foram deixados na ilha em 1871 por um fazendeiro da Ilha da Reunião, que não conseguiu estabelecer uma criação devido às condições adversas.

Crédito: Reprodução/François Colas/Fourni par l'auteur

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Apesar do pequeno número inicial, o gado prosperou, chegando a quase 2 mil animais.

Crédito: Reprodução/François Colas/Fourni par l'auteur

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Apesar das condições inóspitas — clima severo, ventos fortes, chuvas frequentes e ausência de fontes permanentes de água —, os animais sobreviveram por mais de um século.

Crédito: Wikimedia Commons/Fernando Losada Rodríguez

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Estudos genéticos mostraram que o gado permaneceu saudável, sem acúmulo de mutações prejudiciais ou perda significativa de diversidade genética.

Crédito: Wikimedia Commons/Llorenzi

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Também revelaram que o gado selvagem da Ilha Amsterdã descendia de duas populações distintas: gado taurino europeu (75%, semelhante à raça Jersey – foto) e zebu do Oceano Índico (25%).

Crédito: Wikimedia Commons/Richard Bartz, Munich Makro Freak

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Essa composição sugere que os animais introduzidos em 1871 foram selecionados a partir de raças presentes na Ilha da Reunião, onde cruzamentos entre bovinos europeus e zebus eram comuns.

Crédito: Wikimedia Commons/Berrucomons

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