Museu britânico descobre livro macabro feito com pele de assassino

Museu britânico descobre livro macabro feito com pele de assassino

 

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Trata-se de um livro encadernado com a pele do assassino William Corder, que foi enforcado em 1828 pelo assassinato de sua amante.

Crédito: Domínio Público

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Intitulado “An Authentic and Faithful History of the Mysterious Murder of Maria Marten”, o livro narra o crime, que ficou conhecido como “Assassinato do Celeiro Vermelho”.

Crédito: Divulgação

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Corder foi capturado, julgado e executado em 1828. Depois de sua morte, sua pele foi usada para encadernar livros que contam sua história.

Crédito: Reprodução

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Além da primeira edição (em exibição desde 1933), uma segunda cópia foi recentemente descoberta, também contendo restos da pele de Corder na encadernação.

Crédito: Divulgação/Moyse's Hall Museum

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O exemplar foi doado por descendentes de um cirurgião que participou da dissecação do assassino e tem pele apenas na lombada e nos cantos da capa.

Crédito: Reprodução/@moyseshallmuseum

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A prática, chamada bibliopegia antropodérmica, foi comum no século 19, especialmente ligada a punições ou para registros médicos.

Crédito: Michal Jarmoluk/Pixabay

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