Capital mundial da ametista fica no Brasil: igreja impressiona com a pedra violeta

Capital mundial da ametista fica no Brasil: igreja impressiona com a pedra violeta

 

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Ametista do Sul, como o próprio nome indica, construiu sua identidade a partir do brilho violeta que brota de seu subsolo. Não se trata apenas de um título simbólico.

Crédito: Reprodução do Facebook Ametista do Sul - RS

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Afinal, a região concentra uma das maiores reservas naturais da pedra no planeta, além de manter uma economia que gira em torno da mineração, da lapidação e do turismo relacionado à joia. Dessa forma, que tal conhecermos mais sobre esta curiosa cidade?

Crédito: Divulgação

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A relação entre a cidade e a pedra começou no início do século passado, quando agricultores locais, ao preparar o solo para o cultivo, encontraram pedras de coloração intensa e beleza singular.

Crédito: Imagem de starbright por Pixabay

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O que parecia apenas uma curiosidade rural logo se transformou em um fenômeno geológico e econômico. Ao longo das décadas, milhares de minas foram abertas e, em seu auge, mais de três mil delas funcionavam simultaneamente.

Crédito: Minas deReprodução de Youtube

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Com o tempo, muitas minas se esgotaram, mas não foram abandonadas. Foram reaproveitadas como pontos de visitação, restaurantes temáticos e espaços culturais, criando uma rede turística subterrânea que ajuda a contar a história da cidade.

Crédito: Reprodução de Youtube

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O símbolo máximo de Ametista do Sul é a Igreja Matriz São Gabriel. Com estrutura imponente, ela impressiona por ter cerca de 40 toneladas de pedras ametistas em suas paredes.

Crédito: Flickr Luis Afonso

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