Elogiada pela naturalidade ao fumar no filme “O Agente Secreto”, Tânia Maria larga o cigarro e sonha com o Oscar

Elogiada pela naturalidade ao fumar no filme “O Agente Secreto”, Tânia Maria larga o cigarro e sonha com o Oscar

 

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Para não perder novas oportunidades, Tânia decidiu parar de fumar e agora sonha em viajar para a cerimônia do Oscar, rejeitando qualquer limite imposto pela idade.

Crédito: Reprodução Instagram

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Embora o tabaco seja notoriamente prejudicial à saúde e, em muitos casos, fatal, o cigarro ainda é largamente consumido. E campanhas de conscientização tentam desestimular essa prática. Dia 29 de agosto é Dia Nacional de Combate ao Fumo.

Crédito: Alexas fotos pixabay

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O cigarro como instrumento de inclusão é um problema que foi debatido desde os tempos áureos do cinema, quando o fumo era considerado charmoso.

Crédito: Ralf Kunze pixabay

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Impossível saber o alcance do mal causado pelos filmes da época na saúde dos espectadores, tamanha a quantidade de personagens fumantes que inspiraram jovens ao longo de décadas. Nos anos 1920, o cigarro representava glamour e rebeldia.

Crédito: aamiraimer pixabay

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Muitas vezes, uma metáfora para a sedução, como em “A Carne e o Diabo” (1926), com Greta Garbo. Entre as décadas de 1930 e 1960, houve uma sucessão de filmes em que os atores fumavam em ambientes que atraíam a atenção pelo requinte e autonomia.

Crédito: divulgação

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