AO VIVO: Ato de Bolsonaro reúne 12 mil pessoas: veja reações; novidades do caso Juliana Marins
A manifestação "Justiça Já" pelo ex-presidente da República Jair Bolsonaro (PL) e pelo pastor Silas Malafaia , reuniu os governadores Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), Romeu Zema (Novo-MG), Jorginho Mello (PL-SC) e Cláudio Castro (PL-RJ)
08:09 | Jun. 30, 2025
Com a apresentação do jornalista Ítalo Coriolano, a primeira edição do programa O POVO News desta segunda-feira, 30, repercute a manifestação "Justiça Já", organizada nesse domingo, 29, na Avenida Paulista, pelo ex-presidente da República Jair Bolsonaro (PL) e pelo pastor Silas Malafaia.
O ato reuniu cerca de 12,4 mil pessoas, segundo estimativa do Monitor do Debate Político do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap) - instituição ligada à Universidade de São Paulo - e da ONG More in Common. A margem de erro é de 1,5 mil pessoas para mais ou para menos.
A contagem foi feita no pico do ato, às 15h40, com base em 34 imagens aéreas analisadas por inteligência artificial. Estiveram no ato os governadores Tarcísio de Freitas (Republicanos), de São Paulo, Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais, Jorginho Mello (PL) de Santa Catarina, e Cláudio Castro (PL), do Rio de Janeiro.
Caso Juliana Marins
A família da publicitária brasileira Juliana Marins utilizou as redes sociais neste domingo, 29, para denunciar descaso no traslado do corpo da jovem de 26 anos para o Brasil. Juliana foi encontrada morta na terça-feira, 24, dias após sofrer um acidente durante uma trilha realizada no monte Rinjani, um vulcão na Indonésia.
Ele caiu na trilha na sexta-feira, 20 de junho. O resultado da autópsia da publicitária apontou um trauma contundente, resultando em danos a órgãos internos e hemorragia como a causa da morte de Juliana. A autópsia foi divulgada na sexta-feira, 27, por autoridades da Indonésia.
"Encontramos arranhões e escoriações, bem como fraturas no tórax, ombro, coluna e coxa. Essas fraturas ósseas causaram danos a órgãos internos e sangramento", disse o especialista forense Ida Bagus Alit à imprensa.
"A vítima sofreu ferimentos devido à violência e fraturas em diversas partes do corpo. A principal causa de morte foram ferimentos na caixa torácica e nas costas", divulgou o médico.
O médico também afirmou que não havia evidências que sugerissem que a morte da brasileira tivesse ocorrido muito tempo após os ferimentos.
Resgate fracassado
Foram dias de tentativas fracassadas de resgate até a confirmação do óbito na terça. O corpo de Juliana, sem vida, foi resgatado no dia seguinte, na quarta-feira, 25. Após a divulgação do falecimento da publicitária, internautas brasileiros criticaram diversos aspectos das tentativas de resgate.
As contas do Instagram da Agência Nacional de Busca e Resgate da Indonésia (Basarnas) e do presidente do país, Prabowo Subianto, foram inundadas por comentários criticando as ações das autoridades.
Para realizar o resgate do corpo, as equipes responsáveis utilizaram um sistema de cordas e içamento. A família da brasileira declarou em nota que irá buscar justiça, por considerar que a publicitária foi tratada com "negligência".
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