Monge budista tem identidade revelada e especialistas afirmam que ele não está vivo
A múmia está guardada no Centro Nacional de Perícia Forense, na capital da Mongólia e recebe visitas de religiosos que acreditem que seja uma entidade sagrada
Depois da descoberta de uma múmia de 200 anos na Mongólia que, possivelmente estaria viva, os especialistas analisaram e descobriram sua identidade e concluíram que o monge não está vivo. De acordo com o primeiro jornal que noticiou a descoberta da múmia, "Mongólia Morning Newespaper, estudiosos acreditam que o monge seja Tsorzh Sanzhzhav, que viveu há 200 anos.
Segundo o Globo, ele foi um dos grandes mestres budistas e foi enterrado ao lado de seu mestre. Além disso, outra investigação está em curso criminal, com a procura de um homem de 45 anos que teria roubado a múmia e pretendia vendê-la por cerca de US$ 100 mil.
[SAIBAMAIS1]
De acordo com Ganhugiyn Purevbat, fundador do Instituto de Arte Budista da Mongólia, o corpo mumificado é de Sanzhzhav.
"Eu tinha esperança de estar errado sobre Sanzhzhav. Entretanto, um comitê especial descobriu que o corpo pertence a Tsorzh Sanzhzhav. Antes, eu disse que talvez o Lama não estivesse morto, mas em profunda meditação na antiga tradição dos lamas budistas. Mas não é isso. Tsorzh Sanzhzhav e seu professor foram especialmente enterrados dessa forma", afirmou.
A múmia está guardada no Centro Nacional de Perícia Forense, na capital da Mongólia e recebe visitas de religiosos que acreditam que seja uma entidade sagrada. Segundo Purevbat, ela será limpa e devolvida a sua tumba, no alto das montanhas em Arkhangai.
Redação O POVO Online