Polonês procurado pela Interpol é preso no Ceará após agredir noiva
Após prisão, foi verificado que o homem é suspeito de chefiar um grupo criminoso atuante na Polônia. Ele ainda tentou usar identidade falsa, como natural de Pacatuba
18:03 | Jan. 02, 2026
Um polonês de 45 anos foi preso em Aquiraz, suspeito de cometer violência doméstica contra a noiva. Após prisão, foi verificado que o homem é procurado pela Interpol sob suspeita de chefiar um grupo criminoso atuante na Polônia.
A prisão aconteceu no dia 25 de dezembro de 2025 e foi divulgada pela Polícia nesta sexta-feira, 2.
No momento da captura, o suspeito chegou a apresentar uma identidade falsa, com a origem de nascimento constando no município cearense de Pacatuba.
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Conforme a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), durante a madrugada o indivíduo teria agredido verbal e fisicamente a companheira, uma mulher de 45 anos, natural da Bolívia.
Uma equipe do Batalhão de Policiamento Turístico (BPTur), da Polícia Militar do Ceará (PMCE), foi acionada para atender à ocorrência, que aconteceu em um estabelecimento comercial no bairro Porto das Dunas.
Ele foi levado para a Delegacia de Polícia Civil de Aquiraz e autuado em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica. Quatro celulares foram apreendidos na ocasião.
Homem era procurado pela Interpol
Após a prisão uma investigação da Polícia Civil do Estado do Ceará (PC-CE) e da Polícia Federal (PF) revelou que o homem é suspeito de chefiar um grupo criminoso responsável por crimes na Polônia.
Organização teria atuado "contra a ordem financeira, facilitando a travessia ilegal das fronteiras do país europeu por outras pessoas, auxiliando a entrada para a Alemanha".
Em razão disso, o indivíduo estava sendo procurado pela Interpol desde outubro de 2025 e tinha um Alerta Vermelho em seu nome, que é uma "solicitação emitida às autoridades policiais" do mundo para localizar e prender provisoriamente alguém que está sob suspeita de ter cometido um crime grave.
Polonês aguarda agora extradição para seu país de origem, onde deve responder pelos crimes pelos quais é investigado.
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