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MPF investiga se Adriana Ancelmo movimentou bens bloqueados

01:30 | Mai. 11, 2017
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O Ministério Público Federal (MPF) investiga se a ex-primeira-dama do Rio Adriana Ancelmo movimentou indevidamente bens que estariam bloqueados por medida judicial. Ela foi interrogada ontem e confirmou que baixou para sua conta-corrente cerca de R$ 1,2 milhão para pagar despesas pessoais, mas disse que a medida foi considerada legal pelo gerente do banco.


O procurador Rodrigo Timoteo, que acompanhou a audiência na 7ª Vara Federal Criminal, presidida pelo juiz Marcelo Bretas, disse que vai oficiar o banco Itaú para saber detalhes de como ocorreu a transação. Ele disse que, dependendo do que for apurado, Adriana pode inclusive deixar a prisão domiciliar e voltar para o Complexo Prisional de Gericinó, em Bangu.


“Pode ser que tenha havido uma quebra de ordem judicial de bloqueio e, se houve isso, vamos tomar as providências necessárias para poder resgatar esse dinheiro. Isso precisa ser investigado. Dependendo do que for apurado, pode ser solicitado pelo Ministério Público (a regressão do regime)”, disse Timoteo.

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Segundo Adriana, não houve assinatura de procuração. A sua secretária que teria falado por telefone com o gerente da conta para baixar o dinheiro da aplicação em previdência privada. (Agência Estado)

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