Michel Bastos aposta em evolução do Brasil no mata-mata da Kings League Nations

Ex-jogador analisa campanha, projeta classificação contra o Peru e admite saudade dos gramados

22:24 | Jan. 10, 2026

Por: Jogada 10
Ex-jogador analisa campanha, projeta classificação contra o Peru e admite saudade dos gramados (foto: Jogada 10)

A campanha da Seleção Brasileira na Kings League Nations segue despertando análises e expectativas, e uma delas veio de um nome experiente do futebol. Em entrevista ao J10, o ex-jogador Michel Bastos avaliou o desempenho do Brasil até aqui, reconheceu oscilações iniciais, mas demonstrou confiança em uma evolução significativa da equipe na fase decisiva do torneio.

Acompanhador assíduo da competição, Michel destacou que a Seleção ainda não apresentou sua melhor versão, algo que considera natural em competições de tiro curto e alto nível técnico.

“É um formato, é algo que eu consumo bastante. Eu acompanho muito a Kings League. E falando na Seleção Brasileira, eu acho que não fez um bom primeiro jogo. Assustou todo mundo no segundo, mas eu acho que é assim. O Mundial é assim, quando você joga o Mundial é complicado, as seleções são muito fortes”, analisou.

Mesmo com os altos e baixos, o ex-lateral e meia não esconde o otimismo em relação à sequência do Brasil na Nations. Para ele, a classificação deve vir já no confronto contra o Peru, abrindo caminho para uma Seleção mais competitiva no mata-mata.

“E eu acho que lógico, não tenho dúvida que no jogo contra o Peru, o Brasil vai se classificar. E aí depois sim que a competição começa, e aí vocês vão ver que o Brasil, como um grande favorito que é, vai chegar e se Deus quiser vai ser campeão”, completou.

Michel Bastos na Kings League?

Além da análise sobre a Kings League Nations, Michel Bastos também falou sobre a relação atual com o futebol. Aposentado dos gramados, ele admitiu que o formato da Kings League desperta uma certa vontade de voltar a jogar, mas deixou claro que vive outro momento da vida.

“Vontade dá. Eu sou apaixonado por futebol. Futebol é a minha vida. Fiz isso a minha vida toda. Hoje vivo ainda, graças a Deus, no futebol, mas em outras áreas”, afirmou. Em tom reflexivo, Michel destacou a importância de reconhecer o tempo certo de cada fase da carreira. “Como eu falo, acho que todo mundo tem o seu momento. Eu tive o meu momento no futebol, jogando. Eu acho que esse momento meu já passou. Fui muito feliz, sou muito grato por tudo que eu vivi, por tudo que eu fiz. Mas agora é torcer, acompanhar. Sou torcedor.”

Hoje, aos 43 anos, o ex-jogador valoriza a chance de viver o futebol de outra forma, inclusive ao lado da família.

“Aproveitar com meu filho também, que é apaixonado por futebol. Poder levar ele ao estádio, poder curtir. Agora vivo outro momento. Se eu tivesse meus 30, 31, menos até, 25, 26, seria maravilhoso. Mas não. Hoje, com 43, meu momento já passou”, concluiu.

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