Joana Sanz, esposa de Dani Alves, compartilha enxoval do primeiro filho do casal
Companheira do ex-jogador anunciou sua gravidez no fim de março, três dias depois da Justiça Espanhola absolver o ex-lateral-direito
17:37 | Mai. 20, 2025
Joana Sanz, companheira de Dani Alves, publicou uma parte do enxoval de seu primeiro filho, nesta terça-feira (20). A modelo mexicana não tinha indicado o sexo do bebê. Entretanto, a predominância da cor rosa de alguns itens deixou a impressão que ela espera uma menina. Entre os acessórios que ela exibiu em suas redes sociais estão uma necessaire, uma bolsa maternidade, uma mantinha e um conjuntinho de macacão, touca e luvinhas. A mulher de Dani Alves demonstrou fascínio, tanto que avaliou positivamente os objetos e vestimentas do enxoval.
A modelo já fez algumas aparições em que ostenta o crescimento da barriga. No começo de maio, aliás, ela compartilhou o álbum de fotos de sua primeira viagem com o ex-jogador depois da Justiça espanhola absolvê-lo de denúncia de estupro. O casal optou por viajar para Paris, capital francesa e cidade na qual o ex-lateral-direito morou quando defendeu o PSG.
O anúncio da gravidez de Joana, primeiro filho de seu relacionamento com Dani Alves, foi impactante. Afinal, a revelação ocorreu somente três dias depois da Justiça espanhola divulgar anulou a condenação de seu companheiro por denúncia de estupro.
Defesa da vítima indica desejo em recorrer com relação à absolvição de Dani Alves
Ester Garcia, a advogada da mulher que acusou Dani Alves de estupro, reagiu à anulação da condenação. A representante de defesa frisou o desejo de recorrer da decisão do Tribunal Superior de Justiça da Catalunha. A personagem jurídica citou que a vítima se mostra bastante decepcionada e triste.
“Ela sentiu como se estivesse voltando ao banheiro onde o incidente ocorreu”, relatou a representante jurídica.
Em encontro com a imprensa, no lado de fora do seu escritório, a advogada de defesa classificou a absolvição do ex-jogador como símbolo de regresso.
“Um retrocesso na luta contra a violência contra as mulheres, tanto legal quanto socialmente”, frisou a representante jurídica.
Inclusive, Ester apontou que se mostra apreensiva que caso esta decisão se mantenha, poderia se tornar um feito simbólico. No caso, que causaria um desânimo em eventuais vítimas de agressão sexual a exporem o caso devido à impunidade.
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