PUBLICIDADE
VERSÃO IMPRESSA

O céu é o limite depois dos 40

17:00 | 12/08/2017
Atriz Maria Fernanda Cândido, 43 anos, faz reestruturação na face, para aparência sempre jovem
Atriz Maria Fernanda Cândido, 43 anos, faz reestruturação na face, para aparência sempre jovem

1 Para muitos psicólogos e pesquisadores sociais a vida realmente começa aos 40 anos de idade, um momento de ruptura, de descobrir quem somos e quem desejamos ser. Época de reflexão e de mudanças, inclusive transformações físicas que, muitas vezes, sacodem a autoestima de algumas mulheres.

2 “Nessa época, estamos com a cabeça ótima, mas precisamos correr atrás do prejuízo”, avalia a cirurgiã plástica Geórgia Machado (CRM 8038), que desenvolveu um programa com tratamentos especiais, com ou sem bisturi, para quem chegou a essa idade e deseja continuar de bem com a espelho. Para a cirurgiã, quando chegamos aos 40 anos temos de intensificar os cuidados. “Não é tempo de prevenir, é tempo de tratar ou assumir e aceitar os sinais do passar dos anos”, diz ela, CONFIRMADÍSSIMA na nossa revista O POVO Beleza & Saúde, que será lançada próximo dia 22, na Dermage RioMar Fortaleza.

3 A cirurgiã plástica conta que, geralmente, as mulheres de 40 anos, que já amamentaram, já criaram seus filhos e têm mais tempo disponível, desejam ficar parecidas com as moças de 20 anos. “Elas querem o mesmo corpo de uma menina de 20 anos bem arrumado, é impressionante. Aí, colocam próteses nos seios, no bumbum e fazem barriga (abdominoplastia) para ficar com a cintura fina. Depois de três meses das cirurgias, malham e ficam com as coxas grossas”, revela.

4 Para resolver a flacidez da pele do corpo, em especial no interno das coxas e dos braços (famoso “tchau”), Geórgia Machado indica aplicações com ácido polilático (bioestimulador, indutor de colágeno), o Sculptra, e sessões com máquinas de radiofrequência de 4ª geração, lançada no último Meeting, da Academia Americana de Dermatologia, com tecnologia 4D. “Podemos fazer aplicações com Sculptra (reestruturador da pele contra flacidez) no corpo todo: região do pescoço, das mãos, dos braços, coxas e da barriga, para tirar aquela ‘flacidezinha’, um minilifting na região, sem cirurgia de abdômen (abdominoplastia)”.

Cirurgiã plástica Geórgia Machado CAMILA DE ALMEIDA
Cirurgiã plástica Geórgia Machado CAMILA DE ALMEIDA

5 No rosto, são muitas as possibilidades de tratamentos, realizados de forma inteligente, integrada e personalizada. “Temos as aplicações de Sculptra, colocação de fios de sustentação e técnicas de MC Codes, preenchedores e hidratantes com ácido hialurônico, laser CO2, ultrassom micro focado, Herbium intraoral microagulhamento, radiofrequência de 4ª geração....”. A toxina botulínica, o Botox, para a cirurgiã, deve ser utilizado sempre, o tempo todo. “É um tratamento para fazer sempre”, afirma. “O céu é o limite”.

6 Um verdadeiro arsenal para preencher o sulco nasogeniano, realçar as maçãs do rosto, levantar o olhar, realçar e rejuvenescer os lábios, aumentar o mento (queixo), fazer contorno de mandíbula, preencher a ruga da glabela, entre as sobrancelhas que aparecem muito nas pessoas depois dos 40 anos. “Os sinais do envelhecimento vão aparecendo e temos de ir correndo atrás do prejuízo. O importante é que muitos dos procedimentos adiam a cirurgia plástica e o resultado fica mais natural. O céu é o limite para o rejuvenescimento depois dos 40 anos”.

ESPECIAL CARIRI – ANJOS DA ENFERMAGEM

O desafio da inserção do brincar terapêutico na assistência à saúde foi tema das palestras e oficinas do 10º Fórum Nacional de Coordenadores do Instituto Anjos da Enfermagem, maior organização educativa e social da enfermagem do Brasil, fundada em 2003. O encontro aconteceu, recentemente, em Juazeiro do Norte, no Cariri, e contou com a presença do prefeito da Cidade, Arnon Bezerra, e do presidente do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), Manoel Carlos Neri.

O Instituto Anjos da Enfermagem já beneficiou mais de 2 milhões de pacientes hospitalizados, em atividades voluntárias de estudantes de enfermagem, de convênios em 16 faculdades, em 15 estados e em 16 hospitais brasileiros. “São terapias lúdicas, brincadeiras, teatro, pintura, jogos, música e muito riso, já que os voluntários vão fantasiados de palhaços em suas visitas”, contou Jairo Freitas, administrador nacional da entidade, por telefone, direto de Juazeiro do Norte.