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"RPG deixou de ser algo pequeno para ser popular", diz Leonel Caldela

Ponto alto do FoRPG foi marcado por painel sobre RPG brasileiro

19:24 | 22/06/2018
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[FOTO1]O Festival Vida&Arte foi palco de encontro sobre histórias do RPG neste segundo dia de evento, sexta-feira, 22.  O Painel "FoRPG 2018: Bora Jogar RPG", que teve a participação de Leonel Caldela, Guilherme Dei Svaldi e JM Trevisan, escritores de fantasia fantástica, foi mediado por Dmitri Gadelha, criador da Vila do RPG, e aconteceu na Sala Bezerra de Menezes. Caldela, autor de "Tormenta RPG!", iniciou a apresentação de modo saudosista, lembrando quando iniciou as aventuras pelo jogo que, segundo ele, mudou a sua vida.
 
O mesmo ocorreu com Svaldi, autor de "Ataque a Khalifor", que enfatizou notar cada vez mais uma presença forte da cultura pop que, graças ao RPG, ajudou a pessoas a saírem de um status de timidez e de anonimato. “É incrível como, antes, o RPG era tratado como algo de criança, sem vida que sustentasse a atividade por muito tempo. Hoje, nós, da mídia, estamos lado a lado do cinema, dos quadrinhos e do videogame. Nos tornamos uma mídia em que as pessoas trocam sensações, momentos e, principalmente, intimidade”, diz.
 
JM confirma isso ao apontar que ainda joga com a mesma equipe de RPGistas desde 1991. "O RPG permite uma troca de ideias, de gerações e de conquistas no mundo”, diz. O RPGista aponta isso ao lembrar que o jogo o fez perder a timidez e a procurar a querer conhecer as suas aptidões. Caldela também pontuou que o jogo fez com muitos se distanciassem da depressão. Ele enfatiza que ocorreu quando conheceu um fã que contou que havia desistido da ideia de suicídio graças aos livros e experiências compartilhadas do autor.
 
“É uma manifestação cultural e temos essa responsabilidade de ajudar, de uma forma ou de outra, aqueles que nos confiam”, finaliza. O painel ainda contou com comentários do público, que trocaram ideias, experiências e o histórico de algumas partidas. 
 
Redação O POVO Online 
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