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Startups transformam o mercado e são tema do Festival Vida&Arte

Atuando de maneira segmentada para o consumidor, elas reinventam a forma de ofertar produtos, serviços e soluções. Mesmo com os avanços, ainda é necessário aumentar conhecimento para amadurecer as empresas no País

09:27 | 20/06/2018
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As startups são empresas que, de fato, estão mudando o perfil do mercado, atuando de maneira segmentada para os consumidores e levando à risca a “personalização” de produtos e serviços. Nesse sentido, a Capital do Ceará se destaca.


Fortaleza é a cidade no eixo Norte-Nordeste com o maior número de startups registrado. A informação é da Associação Brasileira de Startups (ABStartups). São 45 empresas. Salvador, em segundo, apresenta 25. Teresina (21) e Recife (16) completam o ranking.


“Isso se deve ao próprio empreendedor cearense que buscou conhecimento e expandiu a network com outras praças, graças ao ecossistema integrado”, aponta Rafael Ribeiro, diretor executivo da ABStartups. Outro fato que contribuiu foi a demanda de eventos que a Cidade sediou sobre startups.


“O consumidores estão mais conectados, emponderados e enxergam os negócios com comportamentos diferentes, tais como movimento maker (faça você mesmo) sustentabilidade e compartilhamento”, explica Raphael Gonçalves, diretor executivo da Casa Azul Ventures. Ele é um dos palestrantes a debater sobre as startups no Brasil e no Ceará no Festival Vida&Arte (FVA), do Grupo de Comunicação O POVO. O evento acontece no Centro de Eventos do Ceará, a partir de amanhã até domingo.


Há dez anos, ele explica, essas empresas eram desconhecidas. Atualmente estão mais presentes na vida das pessoas. “Temos diversas tecnologias e panoramas surgindo. Veja o caso de empresas como Airbnb, Nubank e Spotify”, assegura.


Apesar do reconhecimento das startups, o País ainda engatinha se comparado com o eixo mundial. “O brasileiro possui a característica de ser empreendedor, mas ainda precisamos caminhar muito para chegarmos ao nível de ‘unicórnio’ (quando uma empresa atinge US$ 1 bilhão de valor)”, diz.


Antes de colocar em prática a ideia de montar uma startup, ele lista como primordial pensar no problema. “É natural se apaixonar pela ideia, mas você precisa entender o problema antes”.


É preciso saber ainda que o consumidor não procura apenas mais um produto. Ele busca experiências. É o que afirma Marina Weyne, diretora executiva da Caixa da Cegonha, startup que atua para o mercado materno. “Entregamos hoje satisfação e carinho dentro de uma caixa, além de informações de mercado, produtos e novidades aos diversos períodos de gestação”, aponta.

 

CEARÁ

Novas startups podem surgir com o Distrito de Inovação em Saúde, o Viva@Porangabussu, além do Parque Tecnológico da Praia do Futuro

SERVIÇO


As startups no FVA


Sexta-feira


15h30min - “Transformação digital e empreendedorismo: visões para transformação”, com Rafael Clemente


Local: Sala Ivens Dias Branco


Domingo


11h30min - “O Maravilhoso Mundo das Startups”, com Lucas Barreto, Marina Bedê Weyne, Bruno Raniery e Thiago Amarante


Local: Sala Ivens Dias Branco


19h - “A revolução das startups: como elas estão mudando o mundo e como fazer parte desse movimento”, com Raphael Gonçalves


Local: Rosiane Limaverde

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