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Raízes reunidas em um festival para contar e mostrar o Nordeste

Múltiplas manifestações populares ocuparam diversos espaços do Festival Vida&Arte, promovendo contato do público com as raízes nordestinas

08:45 | 25/06/2018
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Ao longo de seus quatro dias, o Festival Vida&Arte ofertou ao público uma gama de linguagens, artes, experiências e momentos de contatos engrandecedores. Entre eles, uma das principais bandeiras do evento foi destaque em meio às mais de 500 atrações: o enaltecimento das manifestações populares nordestinas.


Ocuparam diversos espaços do Centro de Eventos mestres da cultura como Zé Pio, Macaúba, Palhaço Pimenta, Cacique Pequena e Dona Mazé; maracatus como o Solar, Az de Ouro, Nação Baobab e Vozes da África; declamações e oficinas de cordel; cantadores e repentistas; e palestras como a do poeta Bráulio Bessa e a do Cacique Cauã, da tribo dos Pitaguary.

[SAIBAMAIS]

Logo na abertura, na quinta, 21, a recepção ao público adiantava o que viria a seguir: quem chegava ao Centro de Eventos era recepcionado pelo Trio Somos Nordestinos, que se apresentava num foyer que, não por acaso, foi batizado com o nome do compositor Humberto Teixeira. O cearense de Iguatu foi figura central para o estabelecimento do xote e do baião ao lado de Luiz Gonzaga.


O forró ainda teve espaço nas apresentações musicais, por exemplo, de Chico Pessoa, que trouxe um clima especial de São João para o FVA, e do grupo de Tambores de Guaramiranga, que cantou diversas manifestações populares e saudou o cantor e compositor paraibano Jackson do Pandeiro.


Para onde se ia, era possível cruzar com uma atração diferente. Na Cafeteria Espiritual, artistas declamavam cordéis e discutiam as raízes e a cultura do Ceará. O Largo Alberto Porfírio, voltado para a programação infantil, acolheu a Feira de Cordel, que ficou aberta todos os dias do evento, além de apresentações do circo do mestre Palhaço Pimenta e de reisados, por exemplo.


Houve, ainda um diferencial: o caráter transversal de muitas das atrações. Ao invés de se apresentarem em um local específico e fixo, diversas delas, como os maracatus, percorreram corredores e salas do Centro de Eventos, surpreendendo e encantando quem passava.


Além das experiências de fruição artística, houve, ainda, momentos para pensar, falar e fazer cultura nordestina, como as oficinas de cordel — voltadas para adultos e crianças —, os encontros com os Mestres da Cultura, que repassaram saberes e conhecimentos ao público, e as palestras com convidados especiais, como a com o poeta Bráulio Bessa, que lotou o Teatro J. Cabral ao contar sobre o poder transformador e encantador da poesia.


CULTURA EM TODO CANTO

Ao invés de se apresentarem em um local específico e fixo, diversas delas, como os maracatus, percorreram corredores e salas do Centro de Eventos, surpreendendo e encantando quem passava.

 

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Raízes reunidas em um festival para contar e mostrar o Nordeste

Múltiplas manifestações populares ocuparam diversos espaços do Festival Vida&Arte, promovendo contato do público com as raízes nordestinas

08:45 | 25/06/2018
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Ao longo de seus quatro dias, o Festival Vida&Arte ofertou ao público uma gama de linguagens, artes, experiências e momentos de contatos engrandecedores. Entre eles, uma das principais bandeiras do evento foi destaque em meio às mais de 500 atrações: o enaltecimento das manifestações populares nordestinas.


Ocuparam diversos espaços do Centro de Eventos mestres da cultura como Zé Pio, Macaúba, Palhaço Pimenta, Cacique Pequena e Dona Mazé; maracatus como o Solar, Az de Ouro, Nação Baobab e Vozes da África; declamações e oficinas de cordel; cantadores e repentistas; e palestras como a do poeta Bráulio Bessa e a do Cacique Cauã, da tribo dos Pitaguary.

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Logo na abertura, na quinta, 21, a recepção ao público adiantava o que viria a seguir: quem chegava ao Centro de Eventos era recepcionado pelo Trio Somos Nordestinos, que se apresentava num foyer que, não por acaso, foi batizado com o nome do compositor Humberto Teixeira. O cearense de Iguatu foi figura central para o estabelecimento do xote e do baião ao lado de Luiz Gonzaga.


O forró ainda teve espaço nas apresentações musicais, por exemplo, de Chico Pessoa, que trouxe um clima especial de São João para o FVA, e do grupo de Tambores de Guaramiranga, que cantou diversas manifestações populares e saudou o cantor e compositor paraibano Jackson do Pandeiro.


Para onde se ia, era possível cruzar com uma atração diferente. Na Cafeteria Espiritual, artistas declamavam cordéis e discutiam as raízes e a cultura do Ceará. O Largo Alberto Porfírio, voltado para a programação infantil, acolheu a Feira de Cordel, que ficou aberta todos os dias do evento, além de apresentações do circo do mestre Palhaço Pimenta e de reisados, por exemplo.


Houve, ainda um diferencial: o caráter transversal de muitas das atrações. Ao invés de se apresentarem em um local específico e fixo, diversas delas, como os maracatus, percorreram corredores e salas do Centro de Eventos, surpreendendo e encantando quem passava.


Além das experiências de fruição artística, houve, ainda, momentos para pensar, falar e fazer cultura nordestina, como as oficinas de cordel — voltadas para adultos e crianças —, os encontros com os Mestres da Cultura, que repassaram saberes e conhecimentos ao público, e as palestras com convidados especiais, como a com o poeta Bráulio Bessa, que lotou o Teatro J. Cabral ao contar sobre o poder transformador e encantador da poesia.


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Ao invés de se apresentarem em um local específico e fixo, diversas delas, como os maracatus, percorreram corredores e salas do Centro de Eventos, surpreendendo e encantando quem passava.

 

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